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Foram encontradas 436 questões.

1897439 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP

É

A gente quer calor no coração

A gente quer suar, mas de prazer

A gente quer é ter muita saúde

A gente quer viver a liberdade

A gente quer viver felicidade

É a gente não tem cara de panaca

A gente não tem jeito de babaca... (Trecho da canção de Luiz Gonzaga Jr.)

"A gente quer calor no coração". As palavras grifadas falam de:

 

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1897435 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
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Qual será o resultado da fórmula: "=A2^B2" (sem aspas), de acordo com a tabela do Excel apresentada abaixo?

enunciado 1897435-1

 

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1897416 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
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Qual o volume de um cubo cuja diagonal da face mede 8 cm?

 

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1897403 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
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TRATAMENTO DE CHOQUE

A refrigeração é uma questão delicada para os fruticultores. As baixas temperaturas, ao mesmo tempo em que são necessárias à conservação das frutas, também podem causar danos ao produto, se a exposição ao frio for prolongada. Essa contradição, entretanto, está com os dias contados. É o que promete um novo método desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-Colheita da Esalq – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

O processo, chamado de condicionamento térmico, consiste em mergulhar o fruto em água quente antes de refrigerá-lo. “O frio faz com que a fruta fique vulnerável à ação de substâncias que deterioram a casca, mas o uso da água quente ativa seu sistema de defesa”, afirma o pesquisador Ricardo Kluge. CONCURSO PÚBLICO – CEAGESP – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CONSULPLAN CONSULTORIA LTDA www.consulplan.net

A temperatura da água e a duração do mergulho variam para cada espécie, mas, em média, as frutas são mantidas em 52 graus por poucos minutos. Em alguns casos, o tratamento aumenta a conservação em até 50% do tempo; se um produto durava 40 dias em ambiente frio, pode passar a durar 60.

Resistência. A Esalq também desenvolveu um outro tipo de tratamento, o “aquecimento intermitente”. Essa técnica consiste em pôr a fruta em ambiente refrigerado e, depois de dez dias, deixá-la em temperatura ambiente por 24 horas, para então devolvê-la à câmara fria. “Isso faz com que o produto crie resistência ao frio e não seja danificado”, afirma Ricardo Kluge. Para o produtor de pêssegos Waldir Parise, isso será muito válido, pois melhora a qualidade final do produto. Ele acredita que a nova técnica aumentará o valor da fruta no mercado. “Acho que facilitará bastante nossa vida.”

De acordo com o pesquisador Kluge, o grande desafio é fazer com que essa novidade passe a ser usada pelo produtor. “No começo é difícil, pois muitos apresentam resistência às novidades”, diz. Neste ano, os pesquisadores trabalharão mais próximos dos agricultores, tentando ensinar-lhes a técnica. “Acho que daqui a três anos ela será mais usada”. O Chile já usa o método nas ameixas.

As frutas tropicais devem ser as mais abordadas pelo estudo, pois não apresentam resistência natural às baixas temperaturas. A pesquisa testou o método só no limão taiti, na laranja valência e no pêssego dourado-2.

(Luis Roberto Toledo e Carlos Gutierrez. Revista Globo Rural – Março/2006)

O emprego das aspas no segundo parágrafo:

 

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1897402 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
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TRATAMENTO DE CHOQUE

A refrigeração é uma questão delicada para os fruticultores. As baixas temperaturas, ao mesmo tempo em que são necessárias à conservação das frutas, também podem causar danos ao produto, se a exposição ao frio for prolongada. Essa contradição, entretanto, está com os dias contados. É o que promete um novo método desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Fisiologia e Bioquímica Pós-Colheita da Esalq – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

O processo, chamado de condicionamento térmico, consiste em mergulhar o fruto em água quente antes de refrigerá-lo. “O frio faz com que a fruta fique vulnerável à ação de substâncias que deterioram a casca, mas o uso da água quente ativa seu sistema de defesa”, afirma o pesquisador Ricardo Kluge. CONCURSO PÚBLICO – CEAGESP – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo CONSULPLAN CONSULTORIA LTDA www.consulplan.net

A temperatura da água e a duração do mergulho variam para cada espécie, mas, em média, as frutas são mantidas em 52 graus por poucos minutos. Em alguns casos, o tratamento aumenta a conservação em até 50% do tempo; se um produto durava 40 dias em ambiente frio, pode passar a durar 60.

Resistência. A Esalq também desenvolveu um outro tipo de tratamento, o “aquecimento intermitente”. Essa técnica consiste em pôr a fruta em ambiente refrigerado e, depois de dez dias, deixá-la em temperatura ambiente por 24 horas, para então devolvê-la à câmara fria. “Isso faz com que o produto crie resistência ao frio e não seja danificado”, afirma Ricardo Kluge. Para o produtor de pêssegos Waldir Parise, isso será muito válido, pois melhora a qualidade final do produto. Ele acredita que a nova técnica aumentará o valor da fruta no mercado. “Acho que facilitará bastante nossa vida.”

De acordo com o pesquisador Kluge, o grande desafio é fazer com que essa novidade passe a ser usada pelo produtor. “No começo é difícil, pois muitos apresentam resistência às novidades”, diz. Neste ano, os pesquisadores trabalharão mais próximos dos agricultores, tentando ensinar-lhes a técnica. “Acho que daqui a três anos ela será mais usada”. O Chile já usa o método nas ameixas.

As frutas tropicais devem ser as mais abordadas pelo estudo, pois não apresentam resistência natural às baixas temperaturas. A pesquisa testou o método só no limão taiti, na laranja valência e no pêssego dourado-2.

(Luis Roberto Toledo e Carlos Gutierrez. Revista Globo Rural – Março/2006)

Segundo o texto, entre a refrigeração e os fruticultores há uma:
 

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1897307 Ano: 2006
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
Um trabalhador sofreu acidente de trabalho com afastamento e NÃO teve direito de receber o benefício previdenciário denominado auxilio-doença. Sua incapacidade foi:
 

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1897275 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
O método de extinção por abafamento por meio de areia (balde de areia) poderá ser usado como variante nos fogos de classe:
 

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1897205 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
Marque a opção que corresponde ao agente nocivo, que sua condição de exposição caracteriza-se como insalubre através de critérios quantitativos:
 

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1897204 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP
Na elaboração do PPRA, a disponibilização da relação de funcionários expostos a agentes nocivos com as respectivas funções e setores, bem como outros dados pertinentes, para consulta pela CIPA (quando houver), trabalhadores e demais interessados, como também, para eventual fiscalização pelas autoridades competentes, é considerado como etapa de:
 

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1897203 Ano: 2006
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CEAGESP

Temperatura de bulbo úmido natural = 25 ºC

Temperatura de bulbo seco = 30 ºC

Temperatura de globo = 35 ºC

Considerando a avaliação da questão anterior, e ainda a atividade como moderada, marque a opção que corresponde ao regime de trabalho intermitente adequado:

 

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