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Foram encontradas 50 questões.

1056115 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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Sobre as características associadas aos princípios orçamentários, afirma-se:

I- Equilíbrio: todas as parcelas da receita e da despesa devem aparecer no orçamento em seus valores brutos, sem qualquer tipo de dedução.

II- Exclusividade: as receitas e despesas devem aparecer no orçamento de maneira discriminada, de tal forma que se possa identificar a origem dos recursos e sua aplicação.

III- Universalidade: o orçamento deve conter todas as receitas e despesas do Estado.

IV- Não afetação das receitas: nenhuma parcela da receita geral poderá ser reservada ou comprometida para atender a determinados gastos.

V- Publicidade: o orçamento público deve ser elaborado e autorizado para um período determinado de um ano.

Estão INCORRETOS apenas os itens
 

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1056111 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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Sobre a função de administração financeira, é correto afirmar que
 

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1056108 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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enunciado 1056108-1
O termo sublinhado encontra-se no sentido denotativo em:
 

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1056107 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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enunciado 1056107-1
A sequência tipológica do trecho foi corretamente identificada, entre parênteses, em
 

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1056102 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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A língua não pode servir para a exclusão social

Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Ordene a sequência argumentativa do texto.

( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.

A ordem correta encontrada é
 

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1056099 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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A língua não pode servir para a exclusão social

Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
A linguagem figurada foi utilizada para criticar o uso da língua como instrumento a serviço do preconceito socioeconômico em
 

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1056093 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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enunciado 1056093-1
A ideia central apresentada em “As vozes na rede” diz respeito às
 

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1056089 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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A língua não pode servir para a exclusão social

Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.
Considerando-se os argumentos do texto, o emprego do verbo “implicar”, no 3º parágrafo,
 

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1056088 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Provas:
enunciado 1056088-1
O referente do pronome sublinhado está corretamente indicado entre parênteses em:
 

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1056085 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Provas:
enunciado 1056085-1
Quando deparei com as dificuldades estruturais, a falta de profissionais e a falta de orientação à população tive vontade de fazer alguma coisa”. (linha 85)

A reescrita do trecho acima NÃO mantém a relação temporal explicitada pelo articulador sublinhado em:
 

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