Foram encontradas 50 questões.
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: Organização
- Teorias da AdministraçãoAbordagem NeoclássicaTeoria Neoclássica da Administração
Em relação aos cinco tipos principais de processos ou funções administrativas, atribuir responsabilidades a pessoas e estabelecer mecanismos de comunicação e coordenação são decisões relativas à(ao)
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Na administração, o enfoque da qualidade nasceu para resolver, em primeiro lugar, o problema da uniformidade. A administração da qualidade passou por diversos estágios até chegar à administração da qualidade total da atualidade.
Relacione os principais autores do movimento da qualidade e uma de suas ideias e contribuições.
1- Shewhart, Dodge e Roming
2- Feigenbaum
3- Deming
4- Juran
5- Ishikawa
( ) Cartas de controle e controle estatístico da qualidade.
( ) Trilogia da qualidade (planejamento, controle, aprimoramento).
( ) Ênfase no fazer certo da primeira vez.
( ) Círculos da qualidade.
( ) Sistema da qualidade e garantia da qualidade.
A ordem correta encontrada é
Relacione os principais autores do movimento da qualidade e uma de suas ideias e contribuições.
1- Shewhart, Dodge e Roming
2- Feigenbaum
3- Deming
4- Juran
5- Ishikawa
( ) Cartas de controle e controle estatístico da qualidade.
( ) Trilogia da qualidade (planejamento, controle, aprimoramento).
( ) Ênfase no fazer certo da primeira vez.
( ) Círculos da qualidade.
( ) Sistema da qualidade e garantia da qualidade.
A ordem correta encontrada é
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A ideia central da técnica do Benchmarking prende-se
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De acordo com as informações contidas no texto “Apoio Administrativo, Conhecimentos Básicos - SENAC”, relacione as sugestões apresentadas na 1ª coluna às explicações contidas na 2ª coluna.
1) Motivação
2) Sociabilidade
3) Organização
4) Controle do tom de voz
5) Experiência
6) Educação
( ) trabalhar em equipe, relacionando-se harmonicamente com ela.
( ) ter energia, entusiasmo e persistência na busca de seus objetivos.
( ) tratar todos de maneira adequada usando “senhor” e “senhora” para pessoas mais velhas ou hierarquicamente superiores.
( ) não deixar as tarefas se acumularem e tentar resolvê-las na última hora podendo prejudicar a qualidade do seu dia a dia.
( ) falar baixo por uma questão de educação, o que não quer dizer sussurrar, falar um segredo.
A sequência correta é
1) Motivação
2) Sociabilidade
3) Organização
4) Controle do tom de voz
5) Experiência
6) Educação
( ) trabalhar em equipe, relacionando-se harmonicamente com ela.
( ) ter energia, entusiasmo e persistência na busca de seus objetivos.
( ) tratar todos de maneira adequada usando “senhor” e “senhora” para pessoas mais velhas ou hierarquicamente superiores.
( ) não deixar as tarefas se acumularem e tentar resolvê-las na última hora podendo prejudicar a qualidade do seu dia a dia.
( ) falar baixo por uma questão de educação, o que não quer dizer sussurrar, falar um segredo.
A sequência correta é
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Analise a seguinte situação hipotética em relação aos estilos de liderança.
O gestor de uma empresa que comercializa e presta serviços de manutenção em elevadores, mediante problemas identificados em sua organização, resolveu mudar sua forma de gestão. Como incentivo, passou a premiar os funcionários que alavancavam suas metas, com aumentos salariais ou promoções. Esse comportamento que recorre aos interesses, especialmente às necessidades primárias, evidencia o estilo de liderança:
O gestor de uma empresa que comercializa e presta serviços de manutenção em elevadores, mediante problemas identificados em sua organização, resolveu mudar sua forma de gestão. Como incentivo, passou a premiar os funcionários que alavancavam suas metas, com aumentos salariais ou promoções. Esse comportamento que recorre aos interesses, especialmente às necessidades primárias, evidencia o estilo de liderança:
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As organizações podem ser eficientes e eficazes, ou ineficientes e ineficazes. Tudo depende da forma como são administradas. O papel da administração é assegurar a eficiência e eficácia das organizações.
A palavra eficiência é empregada para indicar a(o)
A palavra eficiência é empregada para indicar a(o)
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O desempenho de qualquer papel gerencial depende de habilidades. Katz (1955) dividiu as habilidades gerenciais em três categorias, (habilidade técnica, habilidade humana e habilidade conceitual) e as relacionou com a posição na hierarquia nas empresas.
De acordo com o texto acima, assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Habilidade conceitual está ligada à administração superior.
( ) Habilidade técnica está ligada à gerência intermediária.
( ) Habilidade humana está ligada à supervisão de primeira linha.
A sequência correta é
De acordo com o texto acima, assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Habilidade conceitual está ligada à administração superior.
( ) Habilidade técnica está ligada à gerência intermediária.
( ) Habilidade humana está ligada à supervisão de primeira linha.
A sequência correta é
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: Organização
- Teorias da AdministraçãoAbordagem NeoclássicaTeoria Neoclássica da Administração
Processo Administrativo, também chamado de funções administrativas ou gerenciais, é o processo de tomada de decisão sobre a utilização dos recursos para realizar seus objetivos. NÃO é considerado(a) uma função administrativa:
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1056122
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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De acordo com a Lei nº 11.091/2005, com relação aos percentuais do Incentivo à Qualificação, é correto afirmar que
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Sem esforço e sem exemplo
Luft, Lya. In: Revista Veja - 26 /9 de outubro, 2013
Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. “Eu sei, mas não sei dizer”, “Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos - melhor: importamos - a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema. É preciso esforçar-se, caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível, do ensino médio reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula - na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão - como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches - além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas - teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problema de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumentar (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. “Eu sei, mas não sei dizer”, “Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em queda vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou o carinhoso profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar já os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.
Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos - melhor: importamos - a ideia de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar, é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema. É preciso esforçar-se, caprichar, para ser reprovado.
Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
O acesso à universidade, devido a esse baixo nível, do ensino médio reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Na medicina e na engenharia, o resultado pode ser catastrófico: ali se lida com vidas e construções. Em lugar de querer melhorar o nível desse ensino cogita-se abolir o exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade.
Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula - na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão - como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela direção e admoestado. Caso tenha sido mais severo quem sabe será processado pelos pais.
Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
A continuar esse processo antieducação, nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches - além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas - teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, que somos todos nós, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
Resta buscar ânimo em outras pastagens para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
Luft, Lya. In: Revista Veja - 26 /9 de outubro, 2013

O chargista reafirma a opinião de Lya Luft em:
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