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Foram encontradas 50 questões.

3097203 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Analise os itens abaixo:

I - É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

II - Ressalvados os casos previstos na Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.

III - As empresas públicas e as sociedades de economia mista poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.

IV - Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante e indicativo para os setores público e privado.

É INCORRETO apenas o que se afirma em

 

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3097202 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Sobre o Poder Judiciário, marque a alternativa INCORRETA.

 

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3097201 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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São princípios que regem a República Federativa do Brasil nas suas relações internacionais

 

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3097200 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Maria Sylvia Zanella Di Pietro (Direito Administrativo, Ed. Atlas, 14ª ed) faz um estudo aprofundado do Controle da Administração Pública. Considerando esse estudo, analise os itens abaixo:

I – A Constituição Federal prevê ações específicas de controle da Administração Pública, chamadas de “remédios constitucionais”.

II – “(...) é o poder de fiscalização e correção que a Administração Pública (em sentido amplo) exerce sobre sua própria atuação, sob os aspectos de legalidade e mérito, por iniciativa ou mediante provocação.” (p. 600/601)

III – O Poder Judiciário pode submeter a sua apreciação os atos da Administração Pública, sempre sob o aspecto da legalidade. É defeso ao Poder Judiciário examinar os atos discricionários sob qualquer aspecto, sob pena de invasão do mérito administrativo.

IV – O controle que o Poder Legislativo exerce sobre a Administração Pública é limitado às hipóteses constitucionais, já que implica em interferência de um poder nas atribuições de outro, isto é, o controle do Poder Legislativo sobre a Administração Pública, previsto na Constituição Federal, é exceção ao princípio da Separação dos Poderes.

Assinale a alternativa INCORRETA:

 

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3097199 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas:

( ) Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.

( ) A inalienabilidade dos bens de domínio público do Estado é absoluta, ainda que previamente sejam desafetados.

( ) Os bens públicos classificam-se, pelo Código Civil Brasileiro, em de uso comum do povo, de uso especial e dominicais.

( ) De acordo com Di Pietro, uma outra classificação pode ser feita para os bens públicos: os de domínio público do Estado e os de domínio privado do Estado (Direito Administrativo, Ed. Atlas, 14ª ed).

A sequência CORRETA na sequencia de cima para baixo é:

 

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3097198 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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São princípios constitucionais que regem a Administração Pública, EXCETO:

 

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3097197 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Sobre o tema LICITAÇÃO, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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3097173 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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“A World Health Organization panel is convening Monday to discuss the ethics of using experimental medicine to fight the Ebola outbreak in West Africa. Since its onset this year, the virus is believed to have infected 1,779 people and killed 961, according to WHO's latest figures. Their conditions are said to be improving. ZMapp is also being given to Miguel Pajares, a Spanish priest infected with Ebola while working in Liberia, Spain's Ministry of Heath announced Saturday. The drug was sent from Geneva, Switzerland, to Madrid, where Pajares is being treated in a special isolation unit at Hospital Carlos III.

The patients' treatment has raised questions about the use of unproven and unlicensed drugs to treat Ebola and why these three have received the serum when so many others in West Africa also have the virus. Medical ethicists, scientific experts and lay people from the countries affected by the Ebola outbreak will discuss the use of unlicensed medicines to combat the virus during the WHO teleconference Monday. The panel will look at issues including whether it is ethical to use "unregistered interventions with unknown adverse effects," and, if so, who should receive them. The WHO last week declared the Ebola outbreak a "public health emergency of international concern." Since an Ebola epidemic was declared in Guinea in March, the disease has spread to Sierra Leone, Liberia and Nigeria. On Sunday, Ivory Coast banned flights to and from those countries affected by Ebola. Emirates this month become the first major international airline to suspend flights from Guinea, followed by pan-African airline ASKY and smaller regional carrier Arik Air. British Airways stopped its flights to Sierra Leone and Liberia last Tuesday, because of the "deteriorating public health situation."

The Ebola virus causes hemorrhagic fever that affects multiple organ systems in the body. It can kill up to 90% of those infected. Early symptoms include weakness, muscle pain, headaches and a sore throat. They later progress to vomiting, diarrhea, impaired kidney and liver function -- and sometimes internal and external bleeding. Ebola spreads through contact with organs and bodily fluids such as blood, saliva, urine and other secretions of infected people. The most common treatment requires supporting organ functions and maintaining bodily fluids such as blood and water long enough for the body to fight off the infection.

Disponível em: http://edition.cnn.com. Acesso em: 11 ago 2014.

(Adaptado).

De acordo com o texto acima, o painel convocado pela Organização Mundial de Saúde tem por objetivo discutir sobre

 

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3097172 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Levando em consideração as diferentes formas de se referir a ações no futuro, analise os itens seguintes:

I. Claire is working at the library on Friday morning.

II. When I retire, I am going to go back to Liverpool to live.

III. The telephone is ringing, but I won’t answer it.

IV. James and Sarah are working two jobs to afford a private school for their children.

O emprego dos termos em destaque está CORRETO apenas em

 

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1421921 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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INSTRUÇÃO: Este texto foi publicado na revista Carta Capital e se refere à questão.

Vidas Secas

(1§) “Cabeça vazia é a oficina do diabo”, dizia a minha vó e a vó de todos os meus amigos de infância. Ter tempo demais, sem exatamente ter o que fazer, é a mola propulsora para as crianças pintarem as paredes com pasta de dente, plantarem ovos no quintal ou roubarem os cigarros do pai.
(2§) Quando adultos, a lei e a ordem nos impedem de tapear o tempo com os velhos recursos infantis, e por isso preferimos tapeá-lo jurando não termos tempo para nada – ao menos para começar as tarefas adiadas desde a adolescência, como começar a ler Em Busca do Tempo Perdido.
(3§) Mas a verdade é que temos tempo de sobra. Temos tempo demais. Por isso estamos sempre conectados e em busca de listas salvadoras sobre as dez coisas que não podemos morrer sem fazer, conhecer, ouvir, lembrar ou esquecer.
(4§) Tempos atrás, perdíamos o sono e nos deparávamos à noite com nosso maior inimigo: o silêncio. Nada contra o silêncio, mas é ele, e nada mais, o maior delator de nosso fantasma mais primitivo: a consciência de que temos tempo de sombra, temos tempo demais, e não sabemos o que fazer com ele quando é noite, estão todos dormindo e as ruas, imersas em silêncio. Diante da noite, não há meio-termo entre matar ou morrer. Antigamente assaltávamos a geladeira. Ou ligávamos a TV para assistir ao Corujão. Ou escrevíamos cartas a amantes ou desafetos num impulso de empolgação que se desmancharia nas primeiras luzes do dia e da razão.
(5§) Hoje vamos à internet. Ali, encontramos uma legião de insones armados com facões e outros objetos pontiagudos para matar, estraçalhar, estripar o tempo de sobra. O tempo, delatado pelo silêncio, é nosso maior delator: não temos nada de bom para pensar. Por isso a paz não nos interessa. Ela nos leva ao silêncio, que nos leva a nós mesmos, e esse encontro é não só indesejado: é insuportável.
(6§) No livro Vidas Secas, Graciliano Ramos descreve uma cena em que Fabiano, o sertanejo do romance, perde uma aposta para o Soldado Amarelo. Quando percebe, está só, sentado na sarjeta, falido, bêbado e sem argumento para explicar em casa que o dinheiro para os mantimentos fora gasto em finalidades menos nobres. É a chegada ao inferno sem escaladas: em silêncio, Fabiano busca um resquício de bom pensamento para se acalmar. Em vão, conclui: a vida seria mais suportável se houvesse ao menos uma boa lembrança. Ele não tinha. Sua vida era seca. Infrutífera. Vulnerável. Como ele.
(7§) Em tempos de secura do ar, de reservatórios, de ideias ou desculpas convincentes sobre nossas faltas, eu deveria voltar a Graciliano Ramos, mas confesso que ando ocupado demais matando o tempo que juro não ter. Todos os meus objetos pontiagudos estão empenhados a matar o tempo na internet, mais especificamente no Facebook, espécie de redutor do muro que antes separava o que sentíamos e o que pronunciávamos.
(8§) Com ele, não faz o menor sentido ter uma ideia e não dividi-la. Não compartilhá-la. Não lançá-la para ser curtida. As ideias trancafiadas nos pesam: elas nos levam ao silêncio e às desconfianças, entre elas a de que não são originais, não valem ser ditas, não valem a atenção, não valem uma nota, não valem um post. Tarde demais: quando pensamos em dizer, já dissemos. Em conjunto, essa produção industrial de bobagens e reduções explícitas da realidade replicadas na rede nos dão a sensação de preenchimento. De tempo encurtado. De tempo útil. De vida bem vivida.
(9§) Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.
(10§) Pois ontem passei uma hora e quarenta minutos parado num ponto de ônibus à espera de um ônibus que não veio. Passaria uma hora e quarenta minutos me autoimolando se não fosse meu celular, que tanto relutei a conectar à internet. Foram quase cem minutos contatando meio mundo que me desse uma palha de conversa, em aplicativos de mensagem instantânea, sobre a vida, sobre a seca, sobre o tempo que nos resta e não concede tempo para nada, nem para ler os livros e as revistas que apodreciam em conjunto na minha mochila.
(11§) Se quer saber a dimensão do tempo, fique um minuto em silêncio, diziam os sábios, que talvez não suportassem passar 15 minutos sem conferir as últimas mensagens no celular a apitar nos bolsos das melhores famílias. Os meus vibram e apitam mesmo quando estão vazios. Sintomas da abstinência, manifestada toda vez que coloco o celular para carregar e me lembro de que nossas vidas pedem barulho e transbordamento o tempo todo. Elas estão secas demais para suportar 15 minutos de silêncio.

(www.cartacapital.com.br/cultura/vidas-secas-1-7824.html. Acesso: 10/08/2014.Adaptado.)
INSTRUÇÃO: A questão referem-se ao nono parágrafo do texto:

“Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.”
Entre as estratégias argumentativas utilizadas no parágrafo, encontram-se
 

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