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Foram encontradas 50 questões.

3097173 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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“A World Health Organization panel is convening Monday to discuss the ethics of using experimental medicine to fight the Ebola outbreak in West Africa. Since its onset this year, the virus is believed to have infected 1,779 people and killed 961, according to WHO's latest figures. Their conditions are said to be improving. ZMapp is also being given to Miguel Pajares, a Spanish priest infected with Ebola while working in Liberia, Spain's Ministry of Heath announced Saturday. The drug was sent from Geneva, Switzerland, to Madrid, where Pajares is being treated in a special isolation unit at Hospital Carlos III.

The patients' treatment has raised questions about the use of unproven and unlicensed drugs to treat Ebola and why these three have received the serum when so many others in West Africa also have the virus. Medical ethicists, scientific experts and lay people from the countries affected by the Ebola outbreak will discuss the use of unlicensed medicines to combat the virus during the WHO teleconference Monday. The panel will look at issues including whether it is ethical to use "unregistered interventions with unknown adverse effects," and, if so, who should receive them. The WHO last week declared the Ebola outbreak a "public health emergency of international concern." Since an Ebola epidemic was declared in Guinea in March, the disease has spread to Sierra Leone, Liberia and Nigeria. On Sunday, Ivory Coast banned flights to and from those countries affected by Ebola. Emirates this month become the first major international airline to suspend flights from Guinea, followed by pan-African airline ASKY and smaller regional carrier Arik Air. British Airways stopped its flights to Sierra Leone and Liberia last Tuesday, because of the "deteriorating public health situation."

The Ebola virus causes hemorrhagic fever that affects multiple organ systems in the body. It can kill up to 90% of those infected. Early symptoms include weakness, muscle pain, headaches and a sore throat. They later progress to vomiting, diarrhea, impaired kidney and liver function -- and sometimes internal and external bleeding. Ebola spreads through contact with organs and bodily fluids such as blood, saliva, urine and other secretions of infected people. The most common treatment requires supporting organ functions and maintaining bodily fluids such as blood and water long enough for the body to fight off the infection.

Disponível em: http://edition.cnn.com. Acesso em: 11 ago 2014.

(Adaptado).

De acordo com o texto acima, o painel convocado pela Organização Mundial de Saúde tem por objetivo discutir sobre

 

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3097172 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Levando em consideração as diferentes formas de se referir a ações no futuro, analise os itens seguintes:

I. Claire is working at the library on Friday morning.

II. When I retire, I am going to go back to Liverpool to live.

III. The telephone is ringing, but I won’t answer it.

IV. James and Sarah are working two jobs to afford a private school for their children.

O emprego dos termos em destaque está CORRETO apenas em

 

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1421921 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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INSTRUÇÃO: Este texto foi publicado na revista Carta Capital e se refere à questão.

Vidas Secas

(1§) “Cabeça vazia é a oficina do diabo”, dizia a minha vó e a vó de todos os meus amigos de infância. Ter tempo demais, sem exatamente ter o que fazer, é a mola propulsora para as crianças pintarem as paredes com pasta de dente, plantarem ovos no quintal ou roubarem os cigarros do pai.
(2§) Quando adultos, a lei e a ordem nos impedem de tapear o tempo com os velhos recursos infantis, e por isso preferimos tapeá-lo jurando não termos tempo para nada – ao menos para começar as tarefas adiadas desde a adolescência, como começar a ler Em Busca do Tempo Perdido.
(3§) Mas a verdade é que temos tempo de sobra. Temos tempo demais. Por isso estamos sempre conectados e em busca de listas salvadoras sobre as dez coisas que não podemos morrer sem fazer, conhecer, ouvir, lembrar ou esquecer.
(4§) Tempos atrás, perdíamos o sono e nos deparávamos à noite com nosso maior inimigo: o silêncio. Nada contra o silêncio, mas é ele, e nada mais, o maior delator de nosso fantasma mais primitivo: a consciência de que temos tempo de sombra, temos tempo demais, e não sabemos o que fazer com ele quando é noite, estão todos dormindo e as ruas, imersas em silêncio. Diante da noite, não há meio-termo entre matar ou morrer. Antigamente assaltávamos a geladeira. Ou ligávamos a TV para assistir ao Corujão. Ou escrevíamos cartas a amantes ou desafetos num impulso de empolgação que se desmancharia nas primeiras luzes do dia e da razão.
(5§) Hoje vamos à internet. Ali, encontramos uma legião de insones armados com facões e outros objetos pontiagudos para matar, estraçalhar, estripar o tempo de sobra. O tempo, delatado pelo silêncio, é nosso maior delator: não temos nada de bom para pensar. Por isso a paz não nos interessa. Ela nos leva ao silêncio, que nos leva a nós mesmos, e esse encontro é não só indesejado: é insuportável.
(6§) No livro Vidas Secas, Graciliano Ramos descreve uma cena em que Fabiano, o sertanejo do romance, perde uma aposta para o Soldado Amarelo. Quando percebe, está só, sentado na sarjeta, falido, bêbado e sem argumento para explicar em casa que o dinheiro para os mantimentos fora gasto em finalidades menos nobres. É a chegada ao inferno sem escaladas: em silêncio, Fabiano busca um resquício de bom pensamento para se acalmar. Em vão, conclui: a vida seria mais suportável se houvesse ao menos uma boa lembrança. Ele não tinha. Sua vida era seca. Infrutífera. Vulnerável. Como ele.
(7§) Em tempos de secura do ar, de reservatórios, de ideias ou desculpas convincentes sobre nossas faltas, eu deveria voltar a Graciliano Ramos, mas confesso que ando ocupado demais matando o tempo que juro não ter. Todos os meus objetos pontiagudos estão empenhados a matar o tempo na internet, mais especificamente no Facebook, espécie de redutor do muro que antes separava o que sentíamos e o que pronunciávamos.
(8§) Com ele, não faz o menor sentido ter uma ideia e não dividi-la. Não compartilhá-la. Não lançá-la para ser curtida. As ideias trancafiadas nos pesam: elas nos levam ao silêncio e às desconfianças, entre elas a de que não são originais, não valem ser ditas, não valem a atenção, não valem uma nota, não valem um post. Tarde demais: quando pensamos em dizer, já dissemos. Em conjunto, essa produção industrial de bobagens e reduções explícitas da realidade replicadas na rede nos dão a sensação de preenchimento. De tempo encurtado. De tempo útil. De vida bem vivida.
(9§) Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.
(10§) Pois ontem passei uma hora e quarenta minutos parado num ponto de ônibus à espera de um ônibus que não veio. Passaria uma hora e quarenta minutos me autoimolando se não fosse meu celular, que tanto relutei a conectar à internet. Foram quase cem minutos contatando meio mundo que me desse uma palha de conversa, em aplicativos de mensagem instantânea, sobre a vida, sobre a seca, sobre o tempo que nos resta e não concede tempo para nada, nem para ler os livros e as revistas que apodreciam em conjunto na minha mochila.
(11§) Se quer saber a dimensão do tempo, fique um minuto em silêncio, diziam os sábios, que talvez não suportassem passar 15 minutos sem conferir as últimas mensagens no celular a apitar nos bolsos das melhores famílias. Os meus vibram e apitam mesmo quando estão vazios. Sintomas da abstinência, manifestada toda vez que coloco o celular para carregar e me lembro de que nossas vidas pedem barulho e transbordamento o tempo todo. Elas estão secas demais para suportar 15 minutos de silêncio.

(www.cartacapital.com.br/cultura/vidas-secas-1-7824.html. Acesso: 10/08/2014.Adaptado.)
INSTRUÇÃO: A questão referem-se ao nono parágrafo do texto:

“Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.”
Entre as estratégias argumentativas utilizadas no parágrafo, encontram-se
 

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1418769 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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INSTRUÇÃO: Este texto foi publicado na revista Carta Capital e se refere à questão.

Vidas Secas

(1§) “Cabeça vazia é a oficina do diabo”, dizia a minha vó e a vó de todos os meus amigos de infância. Ter tempo demais, sem exatamente ter o que fazer, é a mola propulsora para as crianças pintarem as paredes com pasta de dente, plantarem ovos no quintal ou roubarem os cigarros do pai.
(2§) Quando adultos, a lei e a ordem nos impedem de tapear o tempo com os velhos recursos infantis, e por isso preferimos tapeá-lo jurando não termos tempo para nada – ao menos para começar as tarefas adiadas desde a adolescência, como começar a ler Em Busca do Tempo Perdido.
(3§) Mas a verdade é que temos tempo de sobra. Temos tempo demais. Por isso estamos sempre conectados e em busca de listas salvadoras sobre as dez coisas que não podemos morrer sem fazer, conhecer, ouvir, lembrar ou esquecer.
(4§) Tempos atrás, perdíamos o sono e nos deparávamos à noite com nosso maior inimigo: o silêncio. Nada contra o silêncio, mas é ele, e nada mais, o maior delator de nosso fantasma mais primitivo: a consciência de que temos tempo de sombra, temos tempo demais, e não sabemos o que fazer com ele quando é noite, estão todos dormindo e as ruas, imersas em silêncio. Diante da noite, não há meio-termo entre matar ou morrer. Antigamente assaltávamos a geladeira. Ou ligávamos a TV para assistir ao Corujão. Ou escrevíamos cartas a amantes ou desafetos num impulso de empolgação que se desmancharia nas primeiras luzes do dia e da razão.
(5§) Hoje vamos à internet. Ali, encontramos uma legião de insones armados com facões e outros objetos pontiagudos para matar, estraçalhar, estripar o tempo de sobra. O tempo, delatado pelo silêncio, é nosso maior delator: não temos nada de bom para pensar. Por isso a paz não nos interessa. Ela nos leva ao silêncio, que nos leva a nós mesmos, e esse encontro é não só indesejado: é insuportável.
(6§) No livro Vidas Secas, Graciliano Ramos descreve uma cena em que Fabiano, o sertanejo do romance, perde uma aposta para o Soldado Amarelo. Quando percebe, está só, sentado na sarjeta, falido, bêbado e sem argumento para explicar em casa que o dinheiro para os mantimentos fora gasto em finalidades menos nobres. É a chegada ao inferno sem escaladas: em silêncio, Fabiano busca um resquício de bom pensamento para se acalmar. Em vão, conclui: a vida seria mais suportável se houvesse ao menos uma boa lembrança. Ele não tinha. Sua vida era seca. Infrutífera. Vulnerável. Como ele.
(7§) Em tempos de secura do ar, de reservatórios, de ideias ou desculpas convincentes sobre nossas faltas, eu deveria voltar a Graciliano Ramos, mas confesso que ando ocupado demais matando o tempo que juro não ter. Todos os meus objetos pontiagudos estão empenhados a matar o tempo na internet, mais especificamente no Facebook, espécie de redutor do muro que antes separava o que sentíamos e o que pronunciávamos.
(8§) Com ele, não faz o menor sentido ter uma ideia e não dividi-la. Não compartilhá-la. Não lançá-la para ser curtida. As ideias trancafiadas nos pesam: elas nos levam ao silêncio e às desconfianças, entre elas a de que não são originais, não valem ser ditas, não valem a atenção, não valem uma nota, não valem um post. Tarde demais: quando pensamos em dizer, já dissemos. Em conjunto, essa produção industrial de bobagens e reduções explícitas da realidade replicadas na rede nos dão a sensação de preenchimento. De tempo encurtado. De tempo útil. De vida bem vivida.
(9§) Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.
(10§) Pois ontem passei uma hora e quarenta minutos parado num ponto de ônibus à espera de um ônibus que não veio. Passaria uma hora e quarenta minutos me autoimolando se não fosse meu celular, que tanto relutei a conectar à internet. Foram quase cem minutos contatando meio mundo que me desse uma palha de conversa, em aplicativos de mensagem instantânea, sobre a vida, sobre a seca, sobre o tempo que nos resta e não concede tempo para nada, nem para ler os livros e as revistas que apodreciam em conjunto na minha mochila.
(11§) Se quer saber a dimensão do tempo, fique um minuto em silêncio, diziam os sábios, que talvez não suportassem passar 15 minutos sem conferir as últimas mensagens no celular a apitar nos bolsos das melhores famílias. Os meus vibram e apitam mesmo quando estão vazios. Sintomas da abstinência, manifestada toda vez que coloco o celular para carregar e me lembro de que nossas vidas pedem barulho e transbordamento o tempo todo. Elas estão secas demais para suportar 15 minutos de silêncio.

(www.cartacapital.com.br/cultura/vidas-secas-1-7824.html. Acesso: 10/08/2014.Adaptado.)
INSTRUÇÃO: A questão referem-se ao nono parágrafo do texto:

“Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.”
Considere a relação estabelecida pelo trecho destacado:

“E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos."

A relação de “reflexividade", estabelecida pelo trecho destacado, também é encontrada na frase:
 

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242280 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Em relação ao tema virtualização, analise as seguintes afirmativas: I. A virtualização total utiliza conversão binária para executar as instruções privilegiadas no Hardware (chamadas do sistema operacional convidado) e execução direta no Hardware para executar as instruções não privilegiadas (requisições das aplicações no nível de usuário). II. A paravirtualização pode oferecer maior desempenho que a virtualização total, modificando o kernel do sistema operacional convidado para executar as instruções privilegiadas através do VMM (Virtual Machine Monitor - também conhecido como Hypervisor), diminuindo a sobrecarga causada pela conversão binária. Quais afirmativas estão corretas?
 

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242279 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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"Em cada floresta, há pelo menos cinco funções do mestre de operações que são atribuídas a um ou mais controladores de domínio." Fonte: http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc773108%28v=ws.10%29.aspx
As funções de Mestre de Operações em uma floresta do Active Directory (FSMO - Flexible Single Master Operator) podem ser hospedadas apenas por controladores de domínio, sendo divididas em dois grupos (Floresta e Domínio). As FSMO existentes em um ambiente de Active Directory são:
I. Domain Naming Master (Mestre de Nomeação de Domínio); II. Infrastructure Master (Mestre de Infraestrutura); III. PDC Emulator (Mestre de Emulador de Controlador de Domínio Primário); IV. RID Master (Mestre de Identificador Relativo); V. Schema Master (Mestre de Esquema).
Quais FSMO devem ser exclusivas (possuir apenas um) em toda a floresta?
 

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242278 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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O sistema operacional utilizado no servidor de arquivos de uma ONG é o Windows Server. Foi pedido que as permissões NTFS fossem configuradas corretamente para que os usuários pudessem ter acesso. Existem dois grupos: “colaboradores internos” e “colaboradores externos”. O grupo colaboradores internos possui acesso de leitura, gravação e modificação dos arquivos, e isto foi definido nas permissões NTFS. Todos os usuários utilizam essas exatas permissões. Já o grupo colaboradores externos somente deve possuir opção de leitura, com exceção de uma das diretoras da ONG, que deve ter permissão total e pertence a este grupo. Ao se configurar as permissões NTFS do grupo colaboradores externos, utilizou-se a coluna “negar” para a opção Modificar. Entretanto, a conta da diretora teve a mesma opção Modificar marcada na coluna “permitir”. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE o resultado da configuração:
 

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242277 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Enunciado 242277-1

A figura ilustra um cenário tradicional para arranjo logico de um perímetro com DMZ (Zona Desmilitarizada). Baseando-se no conceito de perímetro de segurança logico, DMZ e das funcionalidades dos mecanismos de segurança exigidos e disponíveis, assinale a assertiva verdadeira:

 

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242276 Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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A norma 27002:2013 – Tecnologia da informação — Técnicas de segurança — Código de prática para controles de segurança da informação– assim se descreve em seu objetivo: “Esta Norma fornece diretrizes para práticas de gestão de segurança da informação e normas de segurança da informação para as organizações, incluindo a seleção, a implementação e o gerenciamento de controles, levando em consideração os ambientes de risco da segurança da informação da organização” (ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2013)
Baseado na norma ISO 27002, assinale a alternativa CORRETA:
 

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242275 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FRA
Orgão: CEMIG-Telecom
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Uma nova estrutura de rede será implementada com o objetivo de interconectar três localidades, conforme imagem a seguir: Enunciado 242275-1
Utilizando o recurso VLSM com o objetivo de otimizar a distribuição de endereços IP, um administrador definiu 4 possibilidades para atender a quantidade de 60 hosts da rede local do Roteador "BH". Qual das alternativas de endereçamento a seguir atende a necessidade da respectiva localidade, com o menor desperdício de endereços possível?
 

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