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A longa travessia política do Ocidente é marcada por polêmicas e guerras. O diálogo foi, muitas vezes, esquecido e desprezado. Os regimes totalitários tiveram presença no século XX. Eles defendiam:
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“A jornalista nepalesa Bhrikuti Rai estava em casa, em Katmandu, no momento do devastador terremoto do último sábado, que matou mais de 8 mil pessoas. Ela conta à BBC como a vida dela virou de cabeça para baixo, assim como a de milhares de outras pessoas no Nepal: "Exatamente às 11h58 da manhã de sábado, meu irmão gritou 'bhuichaalo', ou terremoto. Enquanto ele se movia em direção à porta, o espelho no meu quarto balançou com força. 'Fique aqui', ele disse calmamente, e a minha respiração ficava cada vez mais ansiosa. Acho que eu gritei enquanto ele me lembrava de não sair debaixo da estrutura da porta -sempre aprendemos que é um dos lugares mais seguros de um prédio durante um terremoto. E esse era o grande terremoto que vínhamos temendo há anos. Minha voz era engolida pelo tremor do espelho e do meu laptop na escrivaninha, pelos gritos dos vizinhos e pelos barulhos das portas e janelas batendo.” (Fonte da notícia: Portal Globo.com)
O que ocasionou o terremoto descrito no texto, ocorrido em abril de 2015?
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TEXTO 1
Português, a língua mais difícil do
mundo? Conta outra! .
Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.
A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.
Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.
O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.
Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.
Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.
http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-alingua-
mais-dificil-do-mundo-conta-outra/
Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
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A liberdade humana consiste na capacidade de
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Relatando uma viagem à região amazônica brasileira, a escritora americana Elizabeth Bishop escreveu em um artigo publicado em 1958:
“Foi também uma pena não podermos ver os índios pegando peixes com arco e flecha; com extrema habilidade, eles conseguiam fisgar os peixes em água corrente, levando em conta a da imagem, não errando quase nunca.”
[E. Bishop, “Prosa” (Companhia das Letras, 2014, São
Paulo); tradução de P. H. Britto.]
Assinale a seguir a palavra referente ao fenômeno óptico que se ajusta corretamente à lacuna deixada na sentença acima.
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O sulfeto de cádmio, CdS, é um sólido amarelo muito tóxico. Por ser um semicondutor é utilizado na fabricação de componentes eletrônicos. O sulfeto de cádmio pode ser produzido pela reação do nitrato de cádmio com sulfeto de sódio, como mostrado pela equação química não balanceada:
!$ a Cd(NO_3)_2(aq) + b Na_2S(aq) → × CdS(s) + y NaNO_3(aq) !$
Após o balanceamento, a soma dos valores dos coeficientes estequiométricos a, b, x e y é:
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O ato de filosofar consiste:
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Os jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro se aproximam e graves preocupações ambientais se tornam alarmantes, como a poluição da famosa Baía de Guanabara. Em 2016, as competições de vela estão previstas para esta baía, o que tem preocupado muito os atletas, conforme observado na reportagem abaixo:
“A Baía de Guanabara é um lixo, literalmente. A declaração, feita em um tom entre a indignação e o desânimo, é do cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, técnico da equipe brasileira de vela que disputará a Olimpíada do ano que vem no Rio de Janeiro. (....) As palavras do herói olímpico brasileiro refletem o fracasso e a aparente falta de comando no projeto de reduzir em 80% o lixo flutuante do cartão postal carioca antes que ele sirva de raia para o encontro esportivo mundial”.
Maurício Thuswohl, para a RBA (Rede Brasil Atual), publicado
13/04/2015
Sobre esse problema da poluição e suas consequências ambientais, analise as afirmativas abaixo.
1) A poluição da água com substâncias não biodegradáveis pode perturbar todo o equilíbrio ecológico de uma região.
2) O esgoto lançado sobre a Baía de Guanabara provoca a morte de peixes devido ao aumento na quantidade de bactérias anaeróbicas e o consequente aumento na quantidade de oxigênio.
3) O grande número de dejetos dos núcleos residenciais descarregado em córregos, rios e mares provoca a poluição e a contaminação das águas. Febre tifoide, hepatite, cólera e muitas verminoses são doenças transmitidas por essas águas.
Está(ão) correta(s):
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Doctors without Borders / Médecins
Sans Frontières (MSF)
Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.
MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.
On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.
At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.
In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.
Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-
work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
The humanitarian action carried out by MSF
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Why bilinguals are smarter
SPEAKING two languages rather than just one has obvious practical benefits in an increasingly globalized world. But in recent years, scientists have begun to show that the advantages of bilingualism are even more fundamental than being able to converse with a wider range of people. Being bilingual, it turns out, makes you smarter. It can have a profound effect on your brain, improving cognitive skills not related to language and even shielding against dementia in old age.
This view of bilingualism is remarkably different from the understanding of bilingualism through much of the 20th century. Researchers, educators and policy makers long considered a second language to be an interference, cognitively speaking, that hindered a child’s academic and intellectual development.
They were not wrong about the interference: there is ample evidence that in a bilingual’s brain both language systems are active even when he is using only one language, thus creating situations in which one system obstructs the other. But this interference, researchers are finding out, isn’t so much a handicap as a blessing in disguise. It forces the brain to resolve internal conflict, giving the mind a workout that strengthens its cognitive muscles.
The collective evidence from a number of such studies suggests that the bilingual experience improves the brain’s so-called executive function — a command system that directs the attention processes that we use for planning, solving problems and performing various other mentally demanding tasks. These processes include ignoring distractions to stay focused, switching attention willfully from one thing to another and holding information in mind — like remembering a sequence of directions while driving.
The bilingual experience appears to influence the brain from infancy to old age. Nobody ever doubted the power of language. But who would have imagined that the words we hear and the sentences we speak might be leaving such a deep imprint?
Adaptado de: <http://www.nytimes.com/2012/03/18/opinion/sunday/the-benefits-ofbilingualism.
html?WT.mc_id=D-NYT-MKTG-MOD-31048-0502-
HD&WT.mc_ev=click&WT.mc_c= > Acessado em 25 de abril de 2015.
It is true to say that Bilingualism
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