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Foram encontradas 116 questões.

790079 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Em um equipamento de endoscopia, a luz que ilumina o campo para exame é produzida pelo dispositivo e conduzida por um feixe de fibras ópticas até o local que será iluminado. Considerando que o índice de refração do material das fibras é n = 1,5, calcule o seno do ângulo de incidência mínimo a partir do qual ocorre reflexão total no interior das fibras.

 

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789968 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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A concentração C(t) de um medicamento no organismo, t minutos depois de ter sido ingerido, é dada por C(t) = 0,11 + 0,02t – 0,0004t2. A seguir, temos parte do gráfico de C(t) em termos de t.
enunciado 2022943-1
Durante quanto tempo a medicação atua no organismo?
 

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777282 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 1
Questões de linguagem médica
A linguagem é livre. Essencial é a comunicação. Quando se sabe disso, os conceitos de "certo" e "errado" são substituídos pelos conceitos de escolhas verbais - entre todas as formas existentes da língua, em suas variedades de linguagem popular e culta - "adequadas" e "não adequadas".
Mesmo os termos mais chulos calham em situações emotivas extremas. Para exercício desta liberdade de linguagem, precisa-se conhecer o patrimônio do idioma. É mister saber que as transformações pelas quais uma língua passa determinam-se pelos seus usuários, seus verdadeiros autores, pelas necessidades culturais e históricas de uso. Mais ainda, que o alcance das metas de comunicação daquela situação específica - a efetividade do que se vai falar ou escrever - tem de guiar nossas decisões gramaticais.
No entanto, quando se trata de linguagem científica, por sua seriedade e seu rigor, convém ter domínio do padrão gramatical culto, normativo, descrito e organizado, ao longo de séculos, pelos profissionais de Letras. A linguagem científica formal tem características próprias, apregoadas - em todos os tempos - por bons orientadores médicos; se a precisão da linguagem é necessária a todos, ela é imprescindível aos pesquisadores e cientistas, já que a imprecisão é incompatível com a ciência. A idade de um erro não lhe confere exatidão, e desconhecer e teimar em usar termos impróprios não é sinal de independência e nacionalidade.
Palavras homógrafas com significados diferentes devem ser evitadas na linguagem científica. O ideal é que cada coisa seja designada por um só termo e que cada termo designe uma só coisa. Creio que já é tempo de os professores das nossas faculdades de medicina interessarem-se pela terminologia. Sou mesmo de parecer que, nos concursos, mesmo os de livre docência, dever-se-ia fazer questão cerrada da uniformidade e do rigor terminológico.
De fato, é claro que quem se propõe a ensinar deve saber rigorosamente o que vai ensinar e, se não conhecer o nome dos elementos das ciências que se propõe a lecionar, como poderá fazê-lo cabalmente?
Na linguagem científica, o ideal é nunca usar duas palavras para exprimir a mesma coisa, nem dar o mesmo nome a duas coisas diferentes. Tendo em vista o que se leu e outras tantas considerações de igual teor, convém conhecer os termos que, embora muito frequentes na linguagem médica, ensejam controvérsias quanto a seu uso em padrão formal, mesmo no âmbito médico.
Pode ser opção mais vantajosa, mais efetiva, escolher usos sobre os quais não pesem questionamentos ou sobre os quais haja menor possibilidade de questionamentos, o que é possível em quase todos os casos. É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados por influência da soberania da "lei do uso", assim como é de boa norma sempre promover esforços para que a linguagem médica tenha também certo "padrãoouro", como aqueles estabelecidos em outros aspectos da Medicina.
(Simônides Bacelar; Elaine Alves; Wânia de Aragão-Costa; Paulo
Tubino. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
69912009000100017. Acesso em 10/05/15. Adaptado).
No Texto, e considerando sua ideia central, é de inteira relevância o seguinte fragmento:
 

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776304 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 1
Questões de linguagem médica
A linguagem é livre. Essencial é a comunicação. Quando se sabe disso, os conceitos de "certo" e "errado" são substituídos pelos conceitos de escolhas verbais - entre todas as formas existentes da língua, em suas variedades de linguagem popular e culta - "adequadas" e "não adequadas".
Mesmo os termos mais chulos calham em situações emotivas extremas. Para exercício desta liberdade de linguagem, precisa-se conhecer o patrimônio do idioma. É mister saber que as transformações pelas quais uma língua passa determinam-se pelos seus usuários, seus verdadeiros autores, pelas necessidades culturais e históricas de uso. Mais ainda, que o alcance das metas de comunicação daquela situação específica - a efetividade do que se vai falar ou escrever - tem de guiar nossas decisões gramaticais.
No entanto, quando se trata de linguagem científica, por sua seriedade e seu rigor, convém ter domínio do padrão gramatical culto, normativo, descrito e organizado, ao longo de séculos, pelos profissionais de Letras. A linguagem científica formal tem características próprias, apregoadas - em todos os tempos - por bons orientadores médicos; se a precisão da linguagem é necessária a todos, ela é imprescindível aos pesquisadores e cientistas, já que a imprecisão é incompatível com a ciência. A idade de um erro não lhe confere exatidão, e desconhecer e teimar em usar termos impróprios não é sinal de independência e nacionalidade.
Palavras homógrafas com significados diferentes devem ser evitadas na linguagem científica. O ideal é que cada coisa seja designada por um só termo e que cada termo designe uma só coisa. Creio que já é tempo de os professores das nossas faculdades de medicina interessarem-se pela terminologia. Sou mesmo de parecer que, nos concursos, mesmo os de livre docência, dever-se-ia fazer questão cerrada da uniformidade e do rigor terminológico.
De fato, é claro que quem se propõe a ensinar deve saber rigorosamente o que vai ensinar e, se não conhecer o nome dos elementos das ciências que se propõe a lecionar, como poderá fazê-lo cabalmente?
Na linguagem científica, o ideal é nunca usar duas palavras para exprimir a mesma coisa, nem dar o mesmo nome a duas coisas diferentes. Tendo em vista o que se leu e outras tantas considerações de igual teor, convém conhecer os termos que, embora muito frequentes na linguagem médica, ensejam controvérsias quanto a seu uso em padrão formal, mesmo no âmbito médico.
Pode ser opção mais vantajosa, mais efetiva, escolher usos sobre os quais não pesem questionamentos ou sobre os quais haja menor possibilidade de questionamentos, o que é possível em quase todos os casos. É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados por influência da soberania da "lei do uso", assim como é de boa norma sempre promover esforços para que a linguagem médica tenha também certo "padrãoouro", como aqueles estabelecidos em outros aspectos da Medicina.
(Simônides Bacelar; Elaine Alves; Wânia de Aragão-Costa; Paulo
Tubino. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
69912009000100017. Acesso em 10/05/15. Adaptado).
Analise o trecho seguinte: “É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados”. Para entender bem esse trecho, é necessário que identifiquemos a que a expressão sublinhada se aplica. Ou seja, é recomendável:
 

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770274 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Um médico prescreveu valsartana para um paciente, a ser tomada uma vez por dia. Passadas 24 horas da ingestão da valsartana, restam no organismo do paciente 20% da quantidade ingerida. Se a quantidade acumulada de valsartana no organismo do paciente não pode ultrapassar 400 mg, qual a dose máxima que o paciente pode tomar por dia? Observação: o paciente tomará valsartana pelo resto de sua vida.
 

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770066 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 1
Questões de linguagem médica
A linguagem é livre. Essencial é a comunicação. Quando se sabe disso, os conceitos de "certo" e "errado" são substituídos pelos conceitos de escolhas verbais - entre todas as formas existentes da língua, em suas variedades de linguagem popular e culta - "adequadas" e "não adequadas".
Mesmo os termos mais chulos calham em situações emotivas extremas. Para exercício desta liberdade de linguagem, precisa-se conhecer o patrimônio do idioma. É mister saber que as transformações pelas quais uma língua passa determinam-se pelos seus usuários, seus verdadeiros autores, pelas necessidades culturais e históricas de uso. Mais ainda, que o alcance das metas de comunicação daquela situação específica - a efetividade do que se vai falar ou escrever - tem de guiar nossas decisões gramaticais.
No entanto, quando se trata de linguagem científica, por sua seriedade e seu rigor, convém ter domínio do padrão gramatical culto, normativo, descrito e organizado, ao longo de séculos, pelos profissionais de Letras. A linguagem científica formal tem características próprias, apregoadas - em todos os tempos - por bons orientadores médicos; se a precisão da linguagem é necessária a todos, ela é imprescindível aos pesquisadores e cientistas, já que a imprecisão é incompatível com a ciência. A idade de um erro não lhe confere exatidão, e desconhecer e teimar em usar termos impróprios não é sinal de independência e nacionalidade.
Palavras homógrafas com significados diferentes devem ser evitadas na linguagem científica. O ideal é que cada coisa seja designada por um só termo e que cada termo designe uma só coisa. Creio que já é tempo de os professores das nossas faculdades de medicina interessarem-se pela terminologia. Sou mesmo de parecer que, nos concursos, mesmo os de livre docência, dever-se-ia fazer questão cerrada da uniformidade e do rigor terminológico.
De fato, é claro que quem se propõe a ensinar deve saber rigorosamente o que vai ensinar e, se não conhecer o nome dos elementos das ciências que se propõe a lecionar, como poderá fazê-lo cabalmente?
Na linguagem científica, o ideal é nunca usar duas palavras para exprimir a mesma coisa, nem dar o mesmo nome a duas coisas diferentes. Tendo em vista o que se leu e outras tantas considerações de igual teor, convém conhecer os termos que, embora muito frequentes na linguagem médica, ensejam controvérsias quanto a seu uso em padrão formal, mesmo no âmbito médico.
Pode ser opção mais vantajosa, mais efetiva, escolher usos sobre os quais não pesem questionamentos ou sobre os quais haja menor possibilidade de questionamentos, o que é possível em quase todos os casos. É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados por influência da soberania da "lei do uso", assim como é de boa norma sempre promover esforços para que a linguagem médica tenha também certo "padrãoouro", como aqueles estabelecidos em outros aspectos da Medicina.
(Simônides Bacelar; Elaine Alves; Wânia de Aragão-Costa; Paulo
Tubino. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
69912009000100017. Acesso em 10/05/15. Adaptado).
Analise o seguinte trecho: “convém conhecer os termos que, embora muito frequentes na linguagem médica, ensejam controvérsias quanto a seu uso em um padrão formal, mesmo no âmbito médico”. Nesse trecho, pode-se reconhecer:
 

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769986 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Em equipamentos de ressonância magnética hospitalares, o eletromagneto supercondutor gera um campo magnético intenso e uniforme no interior do dispositivo. Uma partícula de poeira, de massa 0,70 !$ \mu !$g (onde 1 !$ \mu !$g = 10-6 g) e carga elétrica 1,0 !$ \mu !$C, penetra na região de campo magnético, com uma velocidade de módulo 3,5 mm/s. Quando a direção desta velocidade é perpendicular à direção do campo magnético, a força magnética gerada imprime na partícula uma aceleração de módulo 10 m/s2.
Considerando apenas a ação da força magnética, calcule o módulo do campo magnético no interior do equipamento.
 

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762005 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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No instante t = 0, uma seringa contém em seu interior 0,40 g de um medicamento em repouso (figura a seguir). Um enfermeiro aplica uma injeção em um paciente, de modo que em um instante t > 0 toda esta quantidade de medicamento encontra-se com velocidade de 40 cm/s.
Determine o trabalho realizado pela força resultante agindo no medicamento entre estes dois instantes.
enunciado 2021848-1
 

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760775 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Dramaturgo, dicionarista e crítico literário, o maranhense Gonçalves Dias (1823-1864) firmou o seu nome como um dos mais importantes poetas românticos brasileiros. Dentre os poemas abaixo, qual é de sua autoria?
 

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758572 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Para manter nossa saúde, o pH do sangue humano deve estar entre 7,35 - 7,45. Abaixo ou acima dessa faixa, são produzidos desequilíbrios, sintomas e doenças. Se o pH do sangue for menor que 6,8 ou maior do que 7,8, as células param de funcionar e morremos.
Uma amostra de sangue apresentou pH = 7,7. Das substâncias relacionadas a seguir, qual deve ser utilizada para corrigir o valor do pH para se ter um corpo humano saudável?
 

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