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Foram encontradas 115 questões.

1136691 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 2
A “A língua dos índios é muito rudimentar”
Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.
Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.
Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.
Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.
Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.
Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado).
Observe as opções de concordância verbal admitidas nas seguintes alternativas e assinale aquela que está conforme a norma padrão do português escrito culto.
 

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1135895 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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O pediatra britânico James M. Turner criou, nos anos 60, uma fórmula para estimar até que altura uma criança vai crescer, tomando como parâmetros as alturas dos pais. Para meninas, a fórmula é
!$ \mathsf{h=\dfrac{m+p}{2}-6,5} !$
com h sendo a altura máxima que a menina vai crescer, e m e p as alturas respectivas da mãe e do pai. Todas as medidas são dadas em centímetros. Se um pai tem altura de 1,78 m, e a mãe tem altura de 1,72 m, até que altura vai crescer uma filha dos dois, segundo a fórmula de Turner?
 

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1135518 Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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España, en el 'top ten' en atención sanitaria y acceso al sistema de salud
El sistema sanitario español está en el top ten mundial. Así lo asegura un nuevo informe publicado en la revista The Lancet, que sitúa a nuestro país en el octavo puesto de un ránking que clasifica la atención y el acceso a la sanidad en 195 países del mundo. España obtiene 90 de 100 puntos posibles en una lista que encabezan Andorra, con 95 puntos, Islandia, con 94 y Suiza, con 92. Suecia, Noruega, Australia y Finlandia preceden a España (también con 90 puntos) y completan los puestos más destacados de la clasificación Holanda (asimismo con 90 puntos) y Luxemburgo (89).
El informe, liderado por Christopher Murray, responsable del Instituto de Evaluación y Métrica Sanitaria de la Universidad de Washington (EEUU), ha evaluado la competencia sanitaria que, entre 1990 y 2015, desarrollaron países de todo el mundo. Para ello, se basa principalmente en el estudio de las tasas de mortalidad de 32 enfermedades que pueden combatirse con una adecuada atención médica.
Según los datos del trabajo, el sistema de salud de nuestro país ha mejorado significativamente en los últimos 25 años, sumando 15,7 puntos desde 1990. La evaluación muestra que España obtiene la puntuación máxima en el abordaje del sarampión, el tétanos y la difteria (todas ellas enfermedades prevenibles mediante vacunación), 99 puntos en la atención de los problemas asociados a la maternidad y las infecciones del tracto respiratorio superior. A cambio, las puntuaciones más bajas que obtiene se refieren al tratamiento del linfoma de Hodgkin (64 puntos) o la leucemia (66 puntos).
En los 25 años estudiados, 167 países han experimentado mejoras en el acceso y la calidad de sus programas sanitarios. Sin embargo, el análisis también ha detectado un aumento de las desigualdades. Si en 1990, las diferencias entre los países con mejor y peor asistencia sanitaria variaba entre los 84,7 y los 23,1 puntos; en 2015 este rango se amplió a los 66 puntos de diferencia (94,6 puntos ostenta Andorra y 28,6 la República Centroafricana). En general, los países de Europa Occidental son los mejor situados en los primeros puestos del ránking, mientras que las naciones del África Subsahariana y Oceanía ocupan la cola de la clasificación.
Adaptado de http://www.elmundo.es/salud/2017/05/19/591e8d47e2704e88798b4603.html
“Para ello, se basa principalmente en el estudio de las tasas de mortalidad de 32 enfermedades que pueden combatirse con una adecuada atención médica” (segundo párrafo). La forma “ello” se refiere en el texto a:
 

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1134567 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Read the text below and answer the following question based on it.
Loneliness may harm sleep quality for young adults
Researchers from King's College London have found that young adults who reported feeling lonely were more likely to experience poor sleep quality, daytime tiredness, and poor concentration than their non-lonely counterparts.
Although loneliness is often perceived as a problem that primarily affects older adults, recent research has suggested that this is not the case.
However, according to the researchers of the new study, less is known about how loneliness affects the health of young adults - in particular, how it impacts sleep quality.
"In the present study, we tested associations between loneliness and sleep quality in a nationally representative sample of young adults," say Prof. Louise Arseneault, of the Institute of Psychiatry, Psychology & Neuroscience at King's, and colleagues.
The researchers analyzed the data of 2,232 young adults aged 18 to 19 years. They asked the participants four questions to measure their feelings of loneliness, including, "How often do you feel that you lack companionship?" and "How often do you feel alone?"
Additionally, the researchers gathered information on the participants' sleep quality over the past month, including sleep duration, sleep disturbances, and how long it takes them to fall asleep.
The analysis revealed that the lonely participants were 10 percent more likely to have poor sleep quality than subjects who did not report loneliness, and they were 24 percent more likely to experience daytime tiredness and problems with concentration.
These findings remained after accounting for a number of possible confounding factors, including symptoms of anxiety, depression, and other mental health disorders.
Although the study was not designed to investigate the mechanisms underlying the link between loneliness and poor sleep quality, the researchers have some theories.
For example, they point to previous studies that have identified a link between loneliness and an increase in the "stress hormone" cortisol, which could lead to sleep disruption.
Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/317563.php?sr> Acessado em 02 de abril de 2018.
As stated in the text, cortisol, a stress hormone,
 

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1131425 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 1
A realidade da saúde no Brasil.
(1) A crise da saúde no Brasil vem de longa data e continua presente. Frequentemente, nos deparamos com notícias de filas de pacientes nos hospitais públicos, além da falta de leitos, equipamentos etc. E, no meio da crise, está a população que precisa de atendimento, e estão os médicos que, quase sempre, atuam em condições precárias.
(2) Independente do jogo de empurra-empurra, há escassez de recursos financeiros, materiais e humanos, para manter os serviços de saúde operando com eficiência. Problemas, como atraso no repasse dos pagamentos do Ministério da Saúde, baixos valores pagos pelo SUS aos procedimentos médico-hospitalares consolidam o entrave no setor. O mundo econômico da saúde é cruel. Segundo estatísticas oficiais, são gastos R$ 31 bilhões para cuidar de 35 milhões de segurados, enquanto todo o SUS, para suprir o direito à saúde de mais de 145 milhões de brasileiros, gasta quase a mesma quantia. Por essas razões, nos encontramos no 124º lugar no ranking da OMS em qualidade de saúde.
(3) É difícil para qualquer especialista apontar apenas um motivo para tal crise. Mesmo com a evolução do contexto político-social pelo qual o Brasil passou, pouco mudou. Na realidade, em 500 anos de Brasil, independentemente do regime vigente, a saúde nunca ocupou lugar de destaque. Só se olhou atentamente para o setor quando certas epidemias representaram eminentes ameaças à sociedade.
(4) É assim desde o Brasil Colônia, quando o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criá-lo, por parte do governo colonizador. As noções empíricas (a cargo dos curandeiros) eram a opção. Com a vinda da família real ao Brasil, se fez necessária a organização de uma estrutura sanitária mínima, capaz de dar suporte ao poder que se instalava no Rio de Janeiro. A carência de médicos no Brasil Colônia e no Brasil Império era enorme. Para se ter uma ideia, no Rio, em 1789, só existiam quatro médicos exercendo a profissão. Em outros estados, eram mesmo inexistentes, o que fez com que proliferassem pelo país os Boticários, a quem cabia a manipulação das fórmulas prescritas pelos médicos.
(5) Veio a República, e o Brasil continuou o mesmo. No início do século passado, a cidade do Rio apresentava um quadro sanitário caótico, com doenças graves que acometiam a população, como varíola, malária e febre amarela. Isso gerou sérias consequências tanto para a saúde coletiva quanto para o comércio exterior, já que navios estrangeiros evitavam atracar no porto do Rio. Poderíamos escrever muito mais sobre o tema e chegaríamos à mesma conclusão: em pleno século XXI, no Brasil, pouco se evoluiu em política de saúde.
(6) Dados do Conselho Federal de Medicina revelam que a má distribuição de médicos no país ainda persiste. São 65,9% deles atuando nas regiões Sul e Sudeste, onde se concentra apenas cerca de 25% da população.
(7) É a saúde continuando um sistema embrionário e contraditório, pois nos destacamos mundialmente por nossas pesquisas pioneiras, no combate a Aids, por exemplo, mas não conseguimos dar atendimento básico à maioria do povo.
Disponível em: https://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/artigo/1466/a-realidade-saude-brasil.
Qualquer ‘ação de linguagem’ tem, explícita ou implicitamente, um ‘propósito comunicativo’, uma intenção.
Em relação ao Texto 1, pode-se entender que a intenção do autor foi:
 

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1131413 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Podemos definir Instituições Sociais como sendo:
 

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1126668 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Em dezembro de 2017, o plano de saúde S aumentou seu preço em 34%, em relação ao preço cobrado em novembro de 2017. Depois de negociações com os associados, o plano decidiu, em janeiro de 2018, que o aumento deveria ser de 25%, sobre o preço de novembro de 2017. De qual percentual deve ser diminuído o valor pago em dezembro de 2017, para se obter o valor a ser pago em janeiro de 2018? Indique o valor percentual inteiro mais próximo do valor obtido.
 

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1125085 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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A figura abaixo mostra um exemplo de corte de árvore chamado de anel de Malpighi.
enunciado 2059609-1
Este procedimento interrompe o transporte:
 

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1124957 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Dados do Ministério da Saúde mostram que a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8%, em 2006, para 18,9% em 2016. Apesar de várias doenças serem correlacionadas com a obesidade, este não é o caso:
 

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1124940 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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TEXTO 2
A “A língua dos índios é muito rudimentar”
Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.
Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.
Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.
Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.
Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.
Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas”. Para entender o que está afirmado nesse trecho, é preciso identificar:
1) a relação de sinonímia plena entre os adjetivos ‘preciso’ e ‘uniforme’.
2) uma relação semântica de causa e consequência explicitamente estabelecida.
3) a expressão ‘além de’ como indicativo de acréscimo ou aumento de argumentos.
4) um duplo componente que torna, ainda mais complexa, a questão ora abordada.
5) o termo anterior que é retomado pelo pronome ‘suas’ em ‘suas línguas’.
Estão corretas:
 

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