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O acento indicativo de crase está corretamente empregado em:
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Considere o trecho: “Montavam-se muitos computadores naquela época”. Os termos grifados exercem a função sintática de:
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Considere a frase: “Montavam-se muitos computadores naquela época”. O verbo grifado está conjugado:
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Considere a concordância verbal e nominal, julgue (C) para certo e (E) para errado e assinale a alternativa correta:
( ) Quebrados, a impressora e o monitor precisaram ser substituídos.
( ) Quebradas, a impressora e o monitor precisaram ser substituídos.
( ) Haviam muitas peças antigas espalhadas pela sala.
( ) Fazem dez minutos que o computador parou de funcionar.
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Estão corretamente grafadas as palavras:
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O Futuro do Técnico de Informática - Entrevista Laércio Vasconcelos
Estamos acompanhando uma revolução na área de TI, onde temos novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessária, ao profissional atuante na área, uma atualização frequente.
Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade. Nesse contexto, vamos analisar a situação do Técnico em Informática, profissional de suma importância e cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, quando sua atuação se baseava na montagem, instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado.
Com o passar do tempo, as redes locais foram surgindo nas empresas, os sistemas operacionais e softwares tornaram-se bem elaborados e os bons técnicos precisaram se adequar. Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux. Com isso, o técnico precisa novamente buscar atualização para sobreviver nesse mercado, em que existe uma proliferação de “técnicos” formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo “faça você mesmo”.
Para discutir sobre o assunto, conversaremos com o Laércio Vasconcelos, que, sem dúvida alguma, trata-se da maior referência no assunto, levando conhecimento a uma legião de técnicos, através dos seus livros, cursos e site (www.laercio.com.br). Vamos conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, que foi pioneiro e marcou uma época.
Pergunta: Laércio, fale um pouco sobre você e sua carreira.
Laércio: Sou engenheiro eletrônico, formado em 1983 pelo IME. Trabalhei vários anos com projetos de hardware, software básico e, a partir de 1990, com treinamento e publicação de livros de informática.
Pergunta: Nos anos 80 e início dos anos 90, o grau de complexidade do serviço do técnico de informática era bastante alto, exigindo do técnico um elevado conhecimento e dedicação. Ao mesmo tempo, a hora técnica era bem mais cara e o técnico bem mais valorizado. Não existia internet para acesso público ou revistas explicando o passo a passo das tarefas. Conte um pouco dessa época.
Laércio: Os anos 70 foram a “Pré-História” dos microcomputadores. Os anos 80 foram a “Idade Média”. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum e o usuário desenvolvia os programas necessários, em linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em “mainframes”. Mas, na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso. Tinha que estudar para entender e resolver os problemas. Hoje um técnico pode entrar em um fórum e pedir uma dica aos participantes para solucionar um determinado problema. Esse é um ponto positivo, pois, assim, acabam resolvendo muitos problemas. Infelizmente, muitos basearam sua formação em estudos do tipo “aprendi na Internet”, ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida.
Pergunta: Um pouco depois, você criou o seu curso...
Laércio: Observando a evolução dos PCs “montados”, percebi a época na qual o usuário podia comprar todas as peças e montar sozinho seu próprio PC. Isso foi por volta de 1990. Antes disso, era complicado. Não existiam lojas e peças, era tudo feito por “importabandistas”. A montagem de micros era feita somente por técnicos especializados. Percebi, a partir de 1990, que era possível transmitir, a um usuário comum, os conhecimentos mínimos de hardware necessários a uma montagem com sucesso. O que ajudou muito no sucesso desse trabalho era a economia feita quando o usuário montava seu próprio micro. Ficava de duas a três vezes mais barato. Criei apostilas para esses cursos, que depois evoluíram e viraram livros. [...]
Disponível em: http://imasters.com.br/artigo/6998/3dsmax/o_futuro_do_tecnico_de_informatica_entrevista_laercio_vasconcelos/. Acesso em 20/04/2012. Texto adaptado.
A separação silábica está correta em:
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O Futuro do Técnico de Informática - Entrevista Laércio Vasconcelos
Estamos acompanhando uma revolução na área de TI, onde temos novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessária, ao profissional atuante na área, uma atualização frequente.
Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade. Nesse contexto, vamos analisar a situação do Técnico em Informática, profissional de suma importância e cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, quando sua atuação se baseava na montagem, instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado.
Com o passar do tempo, as redes locais foram surgindo nas empresas, os sistemas operacionais e softwares tornaram-se bem elaborados e os bons técnicos precisaram se adequar. Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux. Com isso, o técnico precisa novamente buscar atualização para sobreviver nesse mercado, em que existe uma proliferação de “técnicos” formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo “faça você mesmo”.
Para discutir sobre o assunto, conversaremos com o Laércio Vasconcelos, que, sem dúvida alguma, trata-se da maior referência no assunto, levando conhecimento a uma legião de técnicos, através dos seus livros, cursos e site (www.laercio.com.br). Vamos conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, que foi pioneiro e marcou uma época.
Pergunta: Laércio, fale um pouco sobre você e sua carreira.
Laércio: Sou engenheiro eletrônico, formado em 1983 pelo IME. Trabalhei vários anos com projetos de hardware, software básico e, a partir de 1990, com treinamento e publicação de livros de informática.
Pergunta: Nos anos 80 e início dos anos 90, o grau de complexidade do serviço do técnico de informática era bastante alto, exigindo do técnico um elevado conhecimento e dedicação. Ao mesmo tempo, a hora técnica era bem mais cara e o técnico bem mais valorizado. Não existia internet para acesso público ou revistas explicando o passo a passo das tarefas. Conte um pouco dessa época.
Laércio: Os anos 70 foram a “Pré-História” dos microcomputadores. Os anos 80 foram a “Idade Média”. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum e o usuário desenvolvia os programas necessários, em linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em “mainframes”. Mas, na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso. Tinha que estudar para entender e resolver os problemas. Hoje um técnico pode entrar em um fórum e pedir uma dica aos participantes para solucionar um determinado problema. Esse é um ponto positivo, pois, assim, acabam resolvendo muitos problemas. Infelizmente, muitos basearam sua formação em estudos do tipo “aprendi na Internet”, ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida.
Pergunta: Um pouco depois, você criou o seu curso...
Laércio: Observando a evolução dos PCs “montados”, percebi a época na qual o usuário podia comprar todas as peças e montar sozinho seu próprio PC. Isso foi por volta de 1990. Antes disso, era complicado. Não existiam lojas e peças, era tudo feito por “importabandistas”. A montagem de micros era feita somente por técnicos especializados. Percebi, a partir de 1990, que era possível transmitir, a um usuário comum, os conhecimentos mínimos de hardware necessários a uma montagem com sucesso. O que ajudou muito no sucesso desse trabalho era a economia feita quando o usuário montava seu próprio micro. Ficava de duas a três vezes mais barato. Criei apostilas para esses cursos, que depois evoluíram e viraram livros. [...]
Disponível em: http://imasters.com.br/artigo/6998/3dsmax/o_futuro_do_tecnico_de_informatica_entrevista_laercio_vasconcelos/. Acesso em 20/04/2012. Texto adaptado.
A vírgula que ocorre no trecho: “Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux” é empregada para:
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O Futuro do Técnico de Informática - Entrevista Laércio Vasconcelos
Estamos acompanhando uma revolução na área de TI, onde temos novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessária, ao profissional atuante na área, uma atualização frequente.
Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade. Nesse contexto, vamos analisar a situação do Técnico em Informática, profissional de suma importância e cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, quando sua atuação se baseava na montagem, instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado.
Com o passar do tempo, as redes locais foram surgindo nas empresas, os sistemas operacionais e softwares tornaram-se bem elaborados e os bons técnicos precisaram se adequar. Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux. Com isso, o técnico precisa novamente buscar atualização para sobreviver nesse mercado, em que existe uma proliferação de “técnicos” formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo “faça você mesmo”.
Para discutir sobre o assunto, conversaremos com o Laércio Vasconcelos, que, sem dúvida alguma, trata-se da maior referência no assunto, levando conhecimento a uma legião de técnicos, através dos seus livros, cursos e site (www.laercio.com.br). Vamos conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, que foi pioneiro e marcou uma época.
Pergunta: Laércio, fale um pouco sobre você e sua carreira.
Laércio: Sou engenheiro eletrônico, formado em 1983 pelo IME. Trabalhei vários anos com projetos de hardware, software básico e, a partir de 1990, com treinamento e publicação de livros de informática.
Pergunta: Nos anos 80 e início dos anos 90, o grau de complexidade do serviço do técnico de informática era bastante alto, exigindo do técnico um elevado conhecimento e dedicação. Ao mesmo tempo, a hora técnica era bem mais cara e o técnico bem mais valorizado. Não existia internet para acesso público ou revistas explicando o passo a passo das tarefas. Conte um pouco dessa época.
Laércio: Os anos 70 foram a “Pré-História” dos microcomputadores. Os anos 80 foram a “Idade Média”. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum e o usuário desenvolvia os programas necessários, em linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em “mainframes”. Mas, na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso. Tinha que estudar para entender e resolver os problemas. Hoje um técnico pode entrar em um fórum e pedir uma dica aos participantes para solucionar um determinado problema. Esse é um ponto positivo, pois, assim, acabam resolvendo muitos problemas. Infelizmente, muitos basearam sua formação em estudos do tipo “aprendi na Internet”, ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida.
Pergunta: Um pouco depois, você criou o seu curso...
Laércio: Observando a evolução dos PCs “montados”, percebi a época na qual o usuário podia comprar todas as peças e montar sozinho seu próprio PC. Isso foi por volta de 1990. Antes disso, era complicado. Não existiam lojas e peças, era tudo feito por “importabandistas”. A montagem de micros era feita somente por técnicos especializados. Percebi, a partir de 1990, que era possível transmitir, a um usuário comum, os conhecimentos mínimos de hardware necessários a uma montagem com sucesso. O que ajudou muito no sucesso desse trabalho era a economia feita quando o usuário montava seu próprio micro. Ficava de duas a três vezes mais barato. Criei apostilas para esses cursos, que depois evoluíram e viraram livros. [...]
Disponível em: http://imasters.com.br/artigo/6998/3dsmax/o_futuro_do_tecnico_de_informatica_entrevista_laercio_vasconcelos/. Acesso em 20/04/2012. Texto adaptado.
Acentuam-se pelas mesmas regras de “necessária, difícil e dúvida”, respectivamente, as palavras:
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O Futuro do Técnico de Informática - Entrevista Laércio Vasconcelos
Estamos acompanhando uma revolução na área de TI, onde temos novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessária, ao profissional atuante na área, uma atualização frequente.
Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade. Nesse contexto, vamos analisar a situação do Técnico em Informática, profissional de suma importância e cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, quando sua atuação se baseava na montagem, instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado.
Com o passar do tempo, as redes locais foram surgindo nas empresas, os sistemas operacionais e softwares tornaram-se bem elaborados e os bons técnicos precisaram se adequar. Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux. Com isso, o técnico precisa novamente buscar atualização para sobreviver nesse mercado, em que existe uma proliferação de “técnicos” formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo “faça você mesmo”.
Para discutir sobre o assunto, conversaremos com o Laércio Vasconcelos, que, sem dúvida alguma, trata-se da maior referência no assunto, levando conhecimento a uma legião de técnicos, através dos seus livros, cursos e site (www.laercio.com.br). Vamos conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, que foi pioneiro e marcou uma época.
Pergunta: Laércio, fale um pouco sobre você e sua carreira.
Laércio: Sou engenheiro eletrônico, formado em 1983 pelo IME. Trabalhei vários anos com projetos de hardware, software básico e, a partir de 1990, com treinamento e publicação de livros de informática.
Pergunta: Nos anos 80 e início dos anos 90, o grau de complexidade do serviço do técnico de informática era bastante alto, exigindo do técnico um elevado conhecimento e dedicação. Ao mesmo tempo, a hora técnica era bem mais cara e o técnico bem mais valorizado. Não existia internet para acesso público ou revistas explicando o passo a passo das tarefas. Conte um pouco dessa época.
Laércio: Os anos 70 foram a “Pré-História” dos microcomputadores. Os anos 80 foram a “Idade Média”. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum e o usuário desenvolvia os programas necessários, em linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em “mainframes”. Mas, na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso. Tinha que estudar para entender e resolver os problemas. Hoje um técnico pode entrar em um fórum e pedir uma dica aos participantes para solucionar um determinado problema. Esse é um ponto positivo, pois, assim, acabam resolvendo muitos problemas. Infelizmente, muitos basearam sua formação em estudos do tipo “aprendi na Internet”, ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida.
Pergunta: Um pouco depois, você criou o seu curso...
Laércio: Observando a evolução dos PCs “montados”, percebi a época na qual o usuário podia comprar todas as peças e montar sozinho seu próprio PC. Isso foi por volta de 1990. Antes disso, era complicado. Não existiam lojas e peças, era tudo feito por “importabandistas”. A montagem de micros era feita somente por técnicos especializados. Percebi, a partir de 1990, que era possível transmitir, a um usuário comum, os conhecimentos mínimos de hardware necessários a uma montagem com sucesso. O que ajudou muito no sucesso desse trabalho era a economia feita quando o usuário montava seu próprio micro. Ficava de duas a três vezes mais barato. Criei apostilas para esses cursos, que depois evoluíram e viraram livros. [...]
Disponível em: http://imasters.com.br/artigo/6998/3dsmax/o_futuro_do_tecnico_de_informatica_entrevista_laercio_vasconcelos/. Acesso em 20/04/2012. Texto adaptado.
Considere o trecho: “Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade”. Os termos grifados, nesse contexto, poderiam ser substituídos, sem perda relevante de sentido, respectivamente, por:
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O Futuro do Técnico de Informática - Entrevista Laércio Vasconcelos
Estamos acompanhando uma revolução na área de TI, onde temos novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessária, ao profissional atuante na área, uma atualização frequente.
Deve ficar claro que, tanto o profissional da área de suporte e infraestrutura, quanto o da área de desenvolvimento de sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que é carente de mão de obra de qualidade. Nesse contexto, vamos analisar a situação do Técnico em Informática, profissional de suma importância e cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, quando sua atuação se baseava na montagem, instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado.
Com o passar do tempo, as redes locais foram surgindo nas empresas, os sistemas operacionais e softwares tornaram-se bem elaborados e os bons técnicos precisaram se adequar. Hoje em dia, temos as redes sem fio, programas de incentivo do governo para inclusão digital e a popularização do Linux. Com isso, o técnico precisa novamente buscar atualização para sobreviver nesse mercado, em que existe uma proliferação de “técnicos” formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo “faça você mesmo”.
Para discutir sobre o assunto, conversaremos com o Laércio Vasconcelos, que, sem dúvida alguma, trata-se da maior referência no assunto, levando conhecimento a uma legião de técnicos, através dos seus livros, cursos e site (www.laercio.com.br). Vamos conhecer um pouco mais sobre seu trabalho, que foi pioneiro e marcou uma época.
Pergunta: Laércio, fale um pouco sobre você e sua carreira.
Laércio: Sou engenheiro eletrônico, formado em 1983 pelo IME. Trabalhei vários anos com projetos de hardware, software básico e, a partir de 1990, com treinamento e publicação de livros de informática.
Pergunta: Nos anos 80 e início dos anos 90, o grau de complexidade do serviço do técnico de informática era bastante alto, exigindo do técnico um elevado conhecimento e dedicação. Ao mesmo tempo, a hora técnica era bem mais cara e o técnico bem mais valorizado. Não existia internet para acesso público ou revistas explicando o passo a passo das tarefas. Conte um pouco dessa época.
Laércio: Os anos 70 foram a “Pré-História” dos microcomputadores. Os anos 80 foram a “Idade Média”. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum e o usuário desenvolvia os programas necessários, em linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em “mainframes”. Mas, na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso. Tinha que estudar para entender e resolver os problemas. Hoje um técnico pode entrar em um fórum e pedir uma dica aos participantes para solucionar um determinado problema. Esse é um ponto positivo, pois, assim, acabam resolvendo muitos problemas. Infelizmente, muitos basearam sua formação em estudos do tipo “aprendi na Internet”, ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida.
Pergunta: Um pouco depois, você criou o seu curso...
Laércio: Observando a evolução dos PCs “montados”, percebi a época na qual o usuário podia comprar todas as peças e montar sozinho seu próprio PC. Isso foi por volta de 1990. Antes disso, era complicado. Não existiam lojas e peças, era tudo feito por “importabandistas”. A montagem de micros era feita somente por técnicos especializados. Percebi, a partir de 1990, que era possível transmitir, a um usuário comum, os conhecimentos mínimos de hardware necessários a uma montagem com sucesso. O que ajudou muito no sucesso desse trabalho era a economia feita quando o usuário montava seu próprio micro. Ficava de duas a três vezes mais barato. Criei apostilas para esses cursos, que depois evoluíram e viraram livros. [...]
Disponível em: http://imasters.com.br/artigo/6998/3dsmax/o_futuro_do_tecnico_de_informatica_entrevista_laercio_vasconcelos/. Acesso em 20/04/2012. Texto adaptado.
Depreende-se do texto que:
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