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Respondida
Segundo estudiosos no século XIX, já se começa a tomada de consciência de que a prática esportiva de matar aves era algo controverso na Europa, em particular na Inglaterra. Nesse contexto, a campanha e o movimento de preservação das aves nasceu das pessoas
Respondida
O conceito de desenvolvimento sustentável propõe mudanças no sentido de que o
A
uso dos recursos, a direção dos investimentos, o desenvolvimento agrário-exportador e as alterações institucionais e individuais devem concretizar a capacidade de atender às necessidades humanas do presente e do futuro.
B
uso do capital, a direção dos investimentos, o desenvolvimento tecnológico devem concretizar a capacidade de atender às necessidades humanas do presente e do futuro.
C
uso do conhecimento técnico-científico, a direção dos investimentos, o desenvolvimento tecnológico devem concretizar a capacidade de atender às necessidades humanas do presente e do futuro.
D
uso do conhecimento tradicional, a direção dos investimentos, o desenvolvimento tecnológico e as alterações institucionais devem concretizar a capacidade de atender às necessidades humanas.
E
uso dos recursos, a direção dos investimentos, o desenvolvimento tecnológico e as alterações institucionais devem concretizar a capacidade de atender às necessidades humanas do presente e do futuro.
Respondida
Todo o processo de conversão dos terrenos agrícolas em urbanos significa alcançar um novo nível de renda diferencial. O que explica
A
a irracionalidade do sistema socialista que constrói a maioria de suas cidades em terrenos aptos para a agricultura coletiva. Deste modo, também se explica que nas grandes cidades, se depara com casas antigas, fechadas e/ou abandonadas, em áreas centrais e com bons serviços, enquanto se criam bairros residenciais nos arredores das cidades, com custos sociais muito maiores e ocupando áreas, muitas vezes, de baixa fertilidade agrícola.
B
a irracionalidade do sistema socialista que constrói a maioria de suas cidades em terrenos aptos para a agricultura. Deste modo, também se explica que, nas grandes cidades, se depara com casas antigas, fechadas e/ou abandonadas em áreas centrais e com bons serviços, transformadas em áreas industriais com custos sociais muito maiores e ocupando áreas, muitas vezes, de alta fertilidade agrícola.
C
a irracionalidade do sistema capitalista que constrói a maioria de suas cidades em terrenos aptos para a agricultura familiar e do agronegócio. Deste modo, também se explica que, nas grandes cidades, se depara com casas novas e antigas, ambas abandonadas em áreas centrais e com bons serviços, enquanto se criam bairros residenciais nos arredores das cidades, com custos sociais menores, mas ocupando áreas, muitas vezes, de média fertilidade agrícola.
D
a irracionalidade do sistema capitalista que constrói a maioria de suas cidades em terrenos aptos para a agricultura. Deste modo, também se explica que, nas grandes cidades, se depara com casas antigas, fechadas e/ou abandonadas em áreas centrais e com bons serviços, enquanto se criam bairros residenciais nos arredores das cidades, com custos sociais muito maiores e ocupando áreas, muitas vezes, de alta fertilidade agrícola.
E
a irracionalidade do sistema capitalista que constrói a maioria de suas cidades em terrenos aptos para a agricultura. Deste modo, também se explica que, nas grandes cidades, se depara com casas em excesso em áreas centrais, mas com péssimos serviços, enquanto se criam bairros residenciais nos arredores das cidades, com custos sociais muito maiores e ocupando áreas, muitas vezes, de alta fertilidade agrícola.
Respondida
Segundo estudiosos da relação homem e meio natural, a prática de plantar cereais ou vegetais em linhas retas
Respondida
O pensamento marxista dedica mais atenção ao operário do que ao solo. No entanto, há estudos que ilustram bem este processo quando compara o uso capitalista da ciência com o aprendiz de feiticeiro, na medida em que
A
ele desencadeia forças sociais impossíveis de serem controladas. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que refletisse sobre uma filosofia da união entre homem e natureza, não elaborou uma tese sobre os efeitos da crise ambiental forjada no comunismo.
B
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las. Assim, pode-se considerar que Marx por mais que elaborasse uma filosofia da união entre homem e natureza, não previu e não tinha consciência da magnitude da crise ambiental forjada pelo capitalismo.
C
ele desencadeia forças sociais e metafísicas, mas é incapaz de controlá-las. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da separação entre homem e natureza, não previu a catástrofe de uma crise ambiental forjada pelo capitalismo e pelo socialismo.
D
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las a contento. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da cisão entre homem e natureza, não previu as consequências da crise ambiental forjada pelo socialismo.
E
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las a curto prazo. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da união entre homem e natureza, não previu e não tinha consciência da magnitude da crise ambiental forjada pelo socialismo e pelo comunismo.
Respondida
No pensamento brasileiro houve quatro posturas distintas diante da questão da natureza, a saber:
A
elogio retórico e laudatório da sociedade, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação; o elogio da burguesia nacional em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da sociedade e do meio de vida, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização urbano-industrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo pragmático de desenvolvimento nacional.
B
elogio retórico e laudatório da sociedade, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação dos costumes; o elogio da nobreza imperial em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-exportadora; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo e autônomo de desenvolvimento nacional.
C
elogio retórico e laudatório do meio natural, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização urbanoindustrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo e autônomo de desenvolvimento nacional.
D
elogio retórico e laudatório do meio natural, enquanto modelo de avanço tecnológico-industrial que envolvia a sua devastação; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências inovadoras deste processo; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-exportadora; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo mais pragmático a fim de impor a realidade de um desenvolvimento nacional.
E
elogio retórico e laudatório do meio natural, indiferente, e por vezes, contrário à realidade de devastação presente; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências inovadoras; a crítica da transformação da natureza em apenas uma matériaprima, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-industrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo reformador para o desenvolvimento nacional.
Respondida
O gerenciamento dos resíduos sólidos precisa levar em conta as dimensões
Respondida
A importância da luta antinuclear é também o combate
A
contra a poluição e a contaminação que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda do meio natural que o circunda.
B
contra a desumanidade de alguns governos fundamentalistas e outros capitalistas que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda da cultura e do meio sócio-natural que o circunda.
C
contra a descontaminação dos rios, mares, represas e lagos, a fim de propiciar a flora e a fauna aquática e ribeirinha que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda do meio natural que o circunda, sobretudo aquelas presentes nestes ecossistemas selvagens.
D
contra a poluição proveniente de resíduos sólidos e líquidos jogados no meio urbano das grandes megalópolis que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda da sua sociedade e meio de vida.
E
contra a poluição, a contaminação e a violência que esta relação natureza-meio ambiente e tecnoburocracia geram e que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda de sua sociedade e meio de vida e da natureza como um todo complexo.
Respondida
A crítica ecológica ao pensamento marxista decorre da não compreensão,
A
de que o desenvolvimento da força de trabalho era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um protagonista necessário e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
B
de que o desenvolvimento da força de trabalho era negativo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
C
de que o desenvolvimento das forças produtivas era negativo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que ao utilizar os conceitos de produção, não levava em conta de modo flagrante os lucros que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
D
de que o desenvolvimento da força de trabalho era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um sujeito a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os lucros que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) considerar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
E
de que o desenvolvimento das forças produtivas era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
Respondida
No início do século XX, uma crítica ao modelo de importação de teorias cientificistas europeias, particularmente as evolucionistas, pelos intelectuais brasileiros e, ainda, a problematização da própria noção de progresso era realizada com o objetivo de
A
apenas discutir o avanço do Brasil, mas também discutir o modelo que nos servia para diminuir a dependência econômica externa, pois identificar o processo econômicocultural e industrial das nações africanas não significa va endossar os frutos da sua trajetória histórica. Nesse sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças não realizadas em sua plenitude. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas sociais.
B
não apenas discutir o avanço do Brasil, mas também discutir o modelo do desenvolvimento autônomo que nos servia para o futuro. Nesse sentido, a civilização ocidental era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças incontidas. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da terra.
C
não apenas discutir o atraso do Brasil, mas também discutir o modelo desenvolvimentista e a planificação econômica para fazer frente a nossa própria trajetória histórica inserida no jogo das nações desenvolvimentistas. Neste sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da sua própria cultura material.
D
não apenas discutir o atraso do Brasil, mas também discutir o modelo que nos servia de progresso, pois identificar o processo formativo das nações antigas não significa endossar os frutos da sua trajetória histórica. Neste sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças incontidas. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da terra.
E
não apenas discutir os descompassos entre atrasos e avanços do Brasil contemporâneo, mas também discutir o modelo desenvolvimentista implantado de modo a não planificar a implantação da indústria em regiões já degradadas, a fim de não prejudicar a nossa trajetória histórica. Nesse sentido, a sociedade brasileira devia considerar que o progresso era produto do sacrifício da Terra. Em suma, o povo brasileiro tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da sua própria cultura material.