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Leia a tirinha.

Quanto à regência verbal e nominal, a frase da tirinha, reescrita corretamente, é:
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Quanto ao uso e colocação dos pronomes, está correta apenas a alternativa:
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Em – Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. – a expressão impedindo pode ser transformada, sem alteração de sentido, para:
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto ao uso ou não do acento indicativo da crase.
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Levando em consideração as informações do texto, é correto afirmar que
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Em – Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. – a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
As cores do Sol e do céu são ocasionadas
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Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
Pode-se afirmar que o excesso de aerossóis na atmosfera
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O céu está ficando menos azul
Você já teve a impressão de que o céu está menos azul? Segundo um novo estudo, que analisou 3 250 medições atmosféricas feitas em diversas partes da Terra, isso realmente está acontecendo: nas regiões mais críticas, o céu está 20 % menos azul do que na década de 1970. O efeito é provocado pelo excesso de aerossóis na atmosfera – uma camada de sujeira flutuante que junta moléculas de poeira, fuligem e dióxido de enxofre produzido por carros, indústrias e queimadas. Ou seja: além de provocar efeito estufa, a poluição já está modificando a luz que chega à Terra.
A luz do Sol é branca. Mas, quando entra na atmosfera terrestre, esbarra nas partículas suspensas no ar (moléculas de oxigênio, nitrogênio e água) e se decompõe em várias cores. É por isso que, quando você olha para cima, vê um Sol amarelo e um céu azul. O amarelo e o azul são subprodutos da luz branca – eles foram separados e espalhados pelas moléculas da atmosfera. Só que os aerossóis alteram essa divisão.
“Eles são muito pequenos, e conseguem rebater os raios do Sol como nenhum outro poluente”, explica Kaicun Wang, da Universidade de Maryland. Os aerossóis “seguram” os raios de luz azul lá em cima, impedindo que eles desçam e cheguem com plena força aos seus olhos. E aí o céu adquire um aspecto leitoso, menos azul.
A região mais afetada é o sul da Ásia, seguida por África, Oceania e América do Sul. Os pesquisadores também notaram um enfraquecimento no azul do céu dos EUA. Mas alguns cientistas especulam que os aerossóis possam ter também um efeito positivo. Como eles reduzem a quantidade de luz que chega à superfície terrestre, ajudariam a diminuir a temperatura global em até 1 grau.
(Circe Bonatelli- Superinteressante. out. 2009. Adaptado)
De acordo com a leitura do texto, o céu está ficando menos azul
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A arte em defesa da proteção ambiental
O artista suíço George Steinmann deixou seu país em 1992 e aportou no Centro de Artes de Tallinn, capital da Estônia, para apresentar quadros que produziu com minerais extraídos da água. Acabou propondo a revitalização do espaço, àquela época bastante deteriorado. Queria transformá-lo em um símbolo de cultura de sustentabilidade. Terminou a reforma três anos depois, usando materiais não nocivos ao ambiente. “Vemos uma nova imagem do mundo, na qual a arte procura o seu lugar”, disse, na reinauguração do local.
Ações como a de Steinmann, que aproximam arte e sustentabilidade, multiplicam-se à medida que aumenta o debate sobre as mudanças climáticas. Com filmes, fotografias, desenhos e outras formas de expressão artística, as discussões acerca da sustentabilidade têm cada vez mais aparecido com destaque nas agendas culturais.
“O conceito de desenvolvimento sustentável se tornou popular após a Eco-92, no Rio. Mas o debate cultural nessa área foi negligenciado”, diz Sacha Kogan, coordenadora do Cultura 21, grupo de entidades que defendem um processo de mudança cultural no mundo com base em ideias sustentáveis. De acordo com o pesquisador cultural Hans Dieleman, as primeiras “obras ambientais” surgiram nos anos 1960, mas hoje é mais fácil artistas tratarem desse tema. “O método artístico pode ajudar a despertar emoções que a ciência não consegue”, diz ele.
Um exemplo é o PopSustainability, de Nova York, que busca transmitir aos jovens o conceito de sustentabilidade com base na arte. Outras instituições ligadas ao Cultura 21, como a Arte para a Transformação Social, reúnem agentes que atuam no âmbito local. Um dos exemplos mais conhecidos no Brasil é o Grupo Cultural AfroReggae, que desde 1993 utiliza a música para trabalhar com jovens moradores de favelas.
Por meio do humor, a ONG Doutores da Alegria leva o conceito sustentável para hospitais há 18 anos. “Nosso pressuposto é que a arte gera transformações, melhorando as relações humanas”, diz Luís Vieira da Rocha, diretor executivo do grupo.
Há seis anos a ONG mantém um programa de formação de palhaços com jovens de famílias de baixa renda. E criou, em 2007, uma rede virtual para agregar grupos semelhantes. “É uma maneira de expandir o resultado social de nossa atividade”, diz Rocha.
(Lucas Frasão, O Estado de S.Paulo. 25 set. 2009. Adaptado)
Leia as frases.
I. Deve haver mais debates acerca da sustentabilidade artística.
II. A pesquisa de Hans Dieleman está meio atrasada.
III. Fazem seis anos que a ONG Doutores da Alegria mantém um programa de formação de palhaços.
IV. A maioria das entidades ainda não sabe como aplicar o conceito de sustentabilidade.
De acordo com a concordância verbal e nominal, estão corretas apenas as frases
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