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Respondida
De acordo com a NBC T 10.19, as doações, subvenções e contribuições para custeio
de entidades sem finalidades de lucros devem ser contabilizadas:
Respondida
Identifique a afirmativa correta de conformidade com a NBC T 11:
A
Revisão analítica consiste na verificação do comportamento de valores significativos,
mediante índices, quocientes, quantidades absolutas ou outros meios, com vistas à
identificação de situação ou tendência atípicas. Na aplicação do procedimento, o auditor
deve considerar o objetivo e o grau de confiabilidade dos resultados alcançáveis, a natureza
da entidade e o conhecimento adquirido nas auditorias anteriores e a disponibilidade de
informações, sua relevância, confiabilidade e comparabilidade.
B
Na aplicação dos testes de observância, o auditor deve verificar a existência, efetividade
e continuidade dos controles internos e os direitos e obrigações.
C
Na aplicação dos testes substantivos, o auditor deve objetivar alcançar conclusões
com relação à existência, ocorrência, mensuração, apresentação e divulgação, além
da estruturação do sistema de controles internos estabelecidos para a garantia dessas
conclusões pela administração da companhia.
D
É obrigatória a aplicação dos procedimentos de confirmação dos valores das contas a
receber e a pagar, mediante a comunicação direta com os terceiros envolvidos, além do
acompanhamento do inventário físico realizado pela entidade, em que executará os testes
de contagem física e procedimentos complementares aplicáveis, os quais se constituem
em procedimentos técnicos básicos de investigação e confirmação.
Respondida
Antes de aceitar um trabalho, o auditor deverá tomar conhecimento preliminar da
atividade da entidade a ser auditada, incluindo, entre outros, a estrutura organizacional,
a complexidade das operações e o grau de exigência requerido para a realização
do trabalho de auditoria. De acordo com a NBC P 1, esse conhecimento deve ser
obtido:
Respondida
Você é o sócio encarregado da auditoria da companhia XYZ, desde janeiro/2002. Ela
se tornou uma companhia aberta em julho/2004 e a entidade da qual você é sócio
tem atuação nacional e conta com outros 47 sócios de auditoria. Os pareceres
sobre as demonstrações financeiras da Companhia XYZ foram assinados por você
desde o início, sendo o primeiro em 27-02-2003 (sobre as demonstrações contábeis
de 31-12-2002) e o último, relacionado com as demonstrações financeiras de 2006,
emitido em 27-02-2007. Você continuará responsável por esse trabalho desde que
o relacionamento comercial com a empresa se mantenha, porém não poderá ser
designado sócio responsável a partir de 2009, em função da proibição imposta
pela CVM, por meio da Instrução CVM nº 308/99. Considerando o exposto, indique a
alternativa correta :
A
Não há impedimento de sua continuidade como sócio encarregado do trabalho, até o limite
estabelecido pela CVM, na medida em que a rotação dos responsáveis técnicos é requerida
a intervalos menores ou iguais a 5 (cinco) anos, como previsto na Res. CFC nº 1034/05.
B
O impedimento à continuidade de sua condição de sócio responsável por esse trabalho, de
acordo com a CVM, se dá em março de 2008, pois o primeiro parecer assinado por você foi
emitido em 27.02.2003. Do ponto de vista da regulamentação do CFC, não há impedimento
a esta continuidade de sua condição de responsável técnico pelo trabalho.
C
O impedimento à continuidade de sua condição de sócio responsável/encarregado técnico
deste cliente já se materializou a partir da emissão do parecer datado de 27-02-2007, em
face das normas do CFC. Também se aplica a hipótese de impedimento e incompatibilidade,
prevista no art. 22 da Instrução CVM nº 308/99, já que haveria infringência às normas
relativas à independência.
D
O impedimento à continuidade de sua condição de sócio responsável por esse trabalho
só ocorrerá, em qualquer hipótese, no segundo semestre de 2009, dada a condição de
companhia aberta de seu cliente.
Respondida
De acordo com a NPC P 1, o auditor independente, no exercício de sua atividade,
deverá comprovar a participação em programa de educação continuada, na forma a
ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade. A regulamentação hoje
vigente relativa a essa exigência está contida na Resolução CFC nº 1074/06, que deu
nova redação à NBC P 4, e prevê o seguinte:
A
O auditor independente e os demais contadores que compõem o seu quadro funcional
técnico devem cumprir 96 pontos de Educação Profissional Continuada por triênio calendário,
definido o primeiro triênio para o período de 2006 a 2008, sendo obrigatória a comprovação
de, no mínimo, 20 pontos em cada ano do triênio.
B
O auditor independente e os demais contadores que compõem o seu quadro funcional
técnico devem cumprir 32 pontos de Educação Profissional Continuada por ano calendário,
sendo tal pontuação proporcional ao início das atividades ou à obtenção do registro no
Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI).
C
O auditor independente e os demais contadores que compõem o seu quadro funcional
técnico podem comprovar, ainda que parcialmente, as atividades de Educação Profissional
Continuada, quando realizadas no exterior, mediante documento emitido pela entidade
realizadora/capacitadora, na língua do país da capacitadora, dispensada a tradução.
D
O contador, devidamente registrado no Conselho Regional de Contabilidade desde 2002,
deve comprovar o cumprimento da referida norma a partir de 2007, que corresponde ao
ano seguinte ao início de suas atividades (janeiro de 2006) como funcionário da empresa
de auditoria XYZ, devidamente registrada na CVM, ainda que até dezembro de 2005 tenha
sido funcionário de outra empresa de auditoria também registrada na CVM.
Respondida
De acordo com o Decreto-Lei n° 9295/46, o profissional da contabilidade que for
punido por ter demonstrado incapacidade técnica no exercício da profissão, será
penalizado com:
Respondida
O gerente de uma empresa de auditoria independente registrada na CVM, contador
devidamente registrado no CRC e com suas obrigações quanto à comprovação
do cumprimento das normas de educação profissional continuada devidamente
atendidas, é o encarregado pela condução dos trabalhos de auditoria das
demonstrações contábeis da Companhia ABC, sociedade familiar de capital fechado,
cujo último parecer emitido foi datado de 25.02.2007 e abrangeu os exercícios findos
em 31.12.2006 e 31.12.2005. Considerando o dever de sigilo do auditor, conforme
previsto na Res. CFC nº 821/97, que aprovou a NBC P 1 – Normas Profissionais do
Auditor Independente, e também no Código de Ética Profissional do Contabilista,
nos termos da Res. CFC nº 803/96, indique a alternativa incorreta:
A
O dever de sigilo deve ser observado na relação entre o auditor e a entidade auditada, na
relação entre os auditores, na relação entre os auditores e os organismos reguladores e
fiscalizadores e na relação entre o auditor e demais terceiros.
B
O gerente de auditoria foi convocado pelo Delegado da Polícia Federal que conduzia
uma investigação de natureza confidencial sobre a companhia e prestou as informações
de seu conhecimento profissional sobre esta. Adicionalmente, em face da instauração de
processo judicial, foi convocado a depor na Justiça Federal, como acusado de envolvimento
em manipulação de informações financeiras e, nessa condição, prestou basicamente as
mesmas informações já transmitidas ao Delegado da Polícia Federal. Nessas situações
prevalece a obrigação legal (convocação da Polícia Federal para prestação de informações
e instalação de processo judicial no fórum competente) e não a autorização da administração
da companhia auditada.
C
O auditor deve respeitar e assegurar o sigilo com relação às informações obtidas durante
o seu trabalho na entidade auditada, no caso a Companhia ABC, não as divulgando, sob
nenhuma circunstância, sem autorização expressa da entidade, salvo quando houver
obrigação legal de fazê-lo. Esse dever de sigilo prevalece mesmo após terminados os
compromissos contratuais com a citada entidade.
D
O auditor somente deverá divulgar a terceiros informações sobre a entidade auditada, ou
sobre a auditoria por ele conduzida, caso seja autorizado, por escrito, pela administração
da entidade, com poderes para tanto, contendo, de forma clara e objetiva, os limites das
informações a serem fornecidas. Ao auditor independente que o suceder também deverá
fornecer as informações que serviram de base para a emissão do último parecer, desde
que autorizado por escrito pela administração da entidade auditada.
Respondida
A NBC T 11.6, que trata da relevância na auditoria, estabelece parâmetros e orientação
que devem ser considerados quando da aplicação do conceito de relevância e seu
relacionamento com os riscos em trabalhos de auditoria. Sobre esse tema, indique
a informação correta :
A
O objetivo de uma auditoria das demonstrações contábeis é permitir ao auditor independente
expressar opinião se essas demonstrações estão, ou não, preparadas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis aplicáveis às circunstâncias. A
determinação do que é relevante, nesse contexto, é uma questão de julgamento profissional
e está associado exclusivamente ao aspecto quantitativo, independentemente da natureza
ou se motivado por erro intencional ou não.
B
A determinação quantitativa do nível de relevância é uma questão de julgamento profissional,
geralmente computada com base em percentual de um item específico das demonstrações
contábeis, como, por exemplo, o lucro após a dedução dos impostos, originado das
operações normais da entidade em uma base recorrente, o patrimônio líquido, o total de
receitas operacionais, a margem bruta ou até mesmo o total de ativos ou o fluxo de caixa das
operações, definidos na fase de planejamento dos trabalhos de auditoria e obrigatoriamente
baseados em projeções/estimativas com base na própria experiência do auditor. Se forem
bem elaboradas, os valores de referência eleitos para fins de determinação do nível de
relevância não precisarão ser ajustados em face dos resultados reais alcançados pela
entidade auditada.
C
Ao definir seu plano de auditoria, o auditor independente deve levar em conta os fatores
que poderiam resultar em distorções relevantes nas demonstrações contábeis (quantitativas
e qualitativas) e selecionar procedimentos de auditoria que, combinados, podem reduzir o
risco de auditoria a um nível aceitável. Contudo, aplicados os procedimentos específicos
de auditoria e como resultado o auditor julgar que o nível de risco é maior que o previsto
na fase de planejamento, o nível de relevância, preliminarmente estabelecido, deve ser
aumentado, cabendo ao auditor buscar reduzir o nível de risco de controles e de detecção,
via modifi cação da natureza, época e extensão dos testes substantivos planejados, pois,
inequivocamente, tratam-se de procedimentos mais econômicos quando comparados com
os testes de controles.
D
Existe uma relação inversa entre o risco de auditoria e o nível estabelecido de relevância:
isto é, quanto menor for o risco de auditoria, maior será o valor estabelecido como nível de
relevância, e vice-versa. O auditor independente toma essa relação inversa em conta ao
determinar a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria.
Respondida
Quanto às ações que devem ser tomadas pelo auditor independente, em relação ao
trabalho de especialistas, de acordo com a NBC P 1.8, pode-se afirmar que:
Respondida
Indique a alternativa incorreta , segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade:
A
Um auditor independente (AI 1), atuando como especialista, efetuou avaliações a valor de
mercado/valor econômico de acervo patrimonial de subsidiária da Companhia ABC, bem como
procedeu à emissão de laudo de reavaliação de bens do imobilizado da própria Companhia
ABC, cujos resultados foram registrados contabilmente e com efeitos relevantes no conjunto
das demonstrações contábeis dessa companhia para o exercício findo em 31.12.2006. Um
outro auditor independente (AI 2), que examinou essas demonstrações contábeis, emitiu
seu parecer sem ressalva e sem compartilhamento de responsabilidade sobre o resultado
das avaliações efetuadas. Assim, o AI 1 pode ser contratado pela Companhia ABC para
auditar e emitir parecer sobre as demonstrações contábeis do exercício a findar-se em
31.12.2007, pois não há quebra de independência nessa situação.
B
Entre outros, os serviços de auditoria interna realizados por uma entidade de auditoria
independente à entidade auditada podem gerar conflitos de interesse e assim caracterizar
a perda de independência. Em certos casos, o cuidado na manutenção de determinadas
salvaguardas impede a existência do conflito de interesses e, por conseguinte, a perda da
independência. Todavia, nos casos em que órgãos reguladores específicos de setores da
atividade econômica restrinjam a execução de trabalhos de auditoria interna pela entidade
de auditoria independente, esta deve atender àquela regulamentação.
C
De acordo com a Res. CFC nº. 1023/05, que aprovou a NBC P 1.8 – Utilização de trabalhos
de especialistas, a responsabilidade do auditor fica restrita à sua competência profissional.
Assim, em se tratando de um parecer sem ressalva, o auditor independente não pode fazer
referência ao trabalho de especialista no seu parecer e deve fazê-lo obrigatoriamente, no
caso de emissão de parecer com ressalva (ainda que com relação a outros temas não
relacionados ao resultado do trabalho desse especialista), mesmo que o especialista
tenha sido legalmente contratado pela entidade auditada, sem vínculo empregatício, e
cujos serviços produzam efeitos relevantes nas demonstrações contábeis, tiverem sido
divulgados nas notas explicativas correspondentes.
D
Nos termos da NBC P 1.2 – Independência, para que se caracterize a dependência
financeira, quando trata da incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários, é
necessário que o conjunto dos honorários de serviços prestados à entidade auditada, ou
seja, os de auditoria e os demais, seja relevante dentro do total de honorários da entidade
de auditoria, considerando-se para fins de medição da relevância o percentual de 25% ou
mais do total desses honorários da entidade.