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Foram encontradas 40 questões.

112803 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
Gerir pessoas no trabalho se tornou crucial para os processos empresariais e para que as empresas alcancem um diferencial competitivo. A criação de vantagem competitiva por meio da gestão de RH só é possível se seu enfoque for em resultados. As empresas podem atingir vantagem competitiva por meio de seu pessoal se conseguirem atender aos seguintes critérios, EXCETO:
 

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112802 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
O organograma a seguir é classificado como: enunciado 112802-1
 

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112800 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS

Observe a sequência de figuras a seguir.

enunciado 112800-1

Qual das imagens a seguir substitui corretamente o sinal de interrogação?

 

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112799 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
O primeiro e o último dia de um certo mês caíram ambos em segundas-feiras. O mês que antecedeu e o mês que sucedeu o mês em questão tiveram, respectivamente:
 

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112798 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
César leu um livro de 693 páginas em 21 dias de forma que, a partir do segundo dia de leitura e em todos os demais dias, leu três páginas a mais do que o número de páginas que havia lido no dia anterior. Sendo assim, o número de páginas que César leu no dia anterior àquele em que terminou a leitura desse livro foi igual a:
 

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112795 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
“Princípio orçamentário que decorre do aspecto jurídico do orçamento, ou seja, como ato-condição, significando que a Lei de meios não poderá conter dispositivo estranho à fixação de despesas e previsão das receitas, ressalvada a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, bem como a autorização para destinação do superávit ou cobertura do déficit.” O trecho se refere ao Princípio Orçamentário
 

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112794 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
Marcos leu um livro e a cada 28 páginas fez algumas anotações usando, para isso, três fichas. Se o livro tem um total de 364 páginas, então o número total de fichas utilizadas foi:
 

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112793 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
Numa papelaria são vendidos três tipos de lápis e ‘n’ tipos de caneta. Se o número de maneiras de se comprar dois lápis e duas canetas nessa papelaria é igual a 30, então ‘n’ é igual a:
 

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112788 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
História de bem-te-vi
Com estas florestas de arranha-céus que vão crescendo, muita gente pensa que passarinho é coisa de jardimzoológico; e outras até acham que seja apenas antiguidade de museu. Certamente chegaremos lá; mas por enquantoainda existem bairros afortunados onde haja uma casa, casa que tenha um quintal, quintal que tenha uma árvore. Bomserá que essa árvore seja a mangueira. Pois nesse vasto palácio verde podem morar muitos passarinhos.
Os velhos cronistas desta terra encantaram-se com canindés e araras, tuins e sabiás, maracanãs e “querejuás todosazuis de cor finíssima...”. Nós esquecemos tudo: quando um poeta fala num pássaro, o leitor pensa que é leitura...
Mas há um passarinho chamado bem-te-vi. Creio que ele está para acabar.
E é pena, pois com esse nome que tem – e que é a sua própria voz – devia estar em todas as repartições e outroslugares, numa elegante gaiola, para no momento oportuno anunciar a sua presença. Seria um sobressalto providencial esob forma tão inocente e agradável que ninguém se aborreceria.
O que leva a crer no desaparecimento do bem-te-vi são as mudanças que começo a observar na sua voz. O anopassado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-te-vi caprichoso, muito moderno, que serecusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome, limitando-se a gritar: “...te-vi! ...te-vi”, com a maiorirreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural quetambém os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
Logo a seguir, o mesmo passarinho, ou seu filho ou seu irmão – como posso saber, com a folhagem cerrada damangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e começou a gritar apenas daqui, dali,invisível e brincalhão: “...vi! ...vi!...” o que me pareceu divertido, nesta era do twist.
O tempo passou, o bem-te-vi deve ter viajado, talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu team defutebol – que se não há de pensar de bem-te-vis assim progressistas, que rompem com o canto da família e mudam oleme dos seus brasões? Talvez tenha sido atacado por esses crioulos fortes que agora saem do mato de repente edisparam sem razão nenhuma no primeiro indivíduo que encontram.
Mas hoje ouvi um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...te –vi!” Pensei: “É uma nova escola poéticaque se eleva da mangueira!...” Depois, o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-te...vi!” Tornei a refletir: “Deve estarestudando a sua cartilha... Estará soletrando...” E o passarinho: “Bem-bem-bem...te-te-te... vi-vi-vi!”
Os ornitólogos devem saber se isso é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido uma coisa assim! Mas ascrianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram e disseram: “Que engraçado! Umbem-te-vi gago!”
(É: talvez não seja mesmo exotismo, mas apenas gagueira...)
(MEIRELES, Cecília. 1901-1964 – Escolha o seu sonho: (crônicas) – 26ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2005.)
Assinale a alternativa em que o encontro vocálico está corretamente analisado.
 

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112785 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CFESS
História de bem-te-vi
Com estas florestas de arranha-céus que vão crescendo, muita gente pensa que passarinho é coisa de jardim zoológico; e outras até acham que seja apenas antiguidade de museu. Certamente chegaremos lá; mas por enquanto ainda existem bairros afortunados onde haja uma casa, casa que tenha um quintal, quintal que tenha uma árvore. Bom será que essa árvore seja a mangueira. Pois nesse vasto palácio verde podem morar muitos passarinhos.
Os velhos cronistas desta terra encantaram-se com canindés e araras, tuins e sabiás, maracanãs e “querejuás todos azuis de cor finíssima...”. Nós esquecemos tudo: quando um poeta fala num pássaro, o leitor pensa que é leitura...
Mas há um passarinho chamado bem-te-vi. Creio que ele está para acabar.
E é pena, pois com esse nome que tem – e que é a sua própria voz – devia estar em todas as repartições e outros lugares, numa elegante gaiola, para no momento oportuno anunciar a sua presença. Seria um sobressalto providencial e sob forma tão inocente e agradável que ninguém se aborreceria.
O que leva a crer no desaparecimento do bem-te-vi são as mudanças que começo a observar na sua voz. O ano passado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-te-vi caprichoso, muito moderno, que se recusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome, limitando-se a gritar: “...te-vi! ...te-vi”, com a maior irreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
Logo a seguir, o mesmo passarinho, ou seu filho ou seu irmão – como posso saber, com a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e começou a gritar apenas daqui, dali, invisível e brincalhão: “...vi! ...vi!...” o que me pareceu divertido, nesta era do twist.
O tempo passou, o bem-te-vi deve ter viajado, talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu team de futebol – que se não há de pensar de bem-te-vis assim progressistas, que rompem com o canto da família e mudam o leme dos seus brasões? Talvez tenha sido atacado por esses crioulos fortes que agora saem do mato de repente e disparam sem razão nenhuma no primeiro indivíduo que encontram.
Mas hoje ouvi um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...te –vi!” Pensei: “É uma nova escola poética que se eleva da mangueira!...” Depois, o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-te...vi!” Tornei a refletir: “Deve estar estudando a sua cartilha... Estará soletrando...” E o passarinho: “Bem-bem-bem...te-te-te... vi-vi-vi!”
Os ornitólogos devem saber se isso é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido uma coisa assim! Mas as crianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram e disseram: “Que engraçado! Um bem-te-vi gago!”
(É: talvez não seja mesmo exotismo, mas apenas gagueira...)
(MEIRELES, Cecília. 1901-1964 – Escolha o seu sonho: (crônicas) – 26ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2005.)
Das frases a seguir, apenas uma apresenta adjetivo no superlativo absoluto sintético. Assinale-a.
 

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