De acordo com o Manual de Redação da Presidência da Republica, julgue (C ou E) o item a seguir.
Para se comunicar com autoridade de mesma hierarquia
dentro de uma autarquia, um diretor deve redigir um
memorando, documento que segue o atual padrão
oficio, e encerrar o documento com o fecho
Atenciosamente.
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da
Republica, julgue (C ou E) o item a seguir.
A elaboração de um documento oficial ou ato
normativo deve orientar-se por requisitos do Estado de Direito e por princípios da Constituição Federal, como a
transparência e o principio da publicidade.
Considerando a charge apresentada, julgue (C ou E) o item a seguir.
A imagem cuja expressão é de espanto é um recurso utilizado para marcar o ponto de vista do chargista em
relação ao descaso das autoridades governamentais
diante do desmatamento e da seca dos rios da floresta
amazônica.
Considerando a charge apresentada, julgue (C ou E) o item a seguir.
Por meio de um recurso referencial, a charge denuncia
um problema ambiental da atualidade que causa danos a
população mundial: o desmatamento das florestas.
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma
infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais
comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a
gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de
um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um
pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e obliqua das coisas. Eu sei
dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo
que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que
essa visão obliqua vem de eu ter sido criança em algum lugar
perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com
ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o
menino e as arvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva. 2025
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
Infere-se do texto que “a visão comungante e oblíqua”
que o narrador tem das coisas é resultado da forma
como se deu sua infância.
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma
infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais
comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a
gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de
um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um
pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e obliqua das coisas. Eu sei
dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo
que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que
essa visão obliqua vem de eu ter sido criança em algum lugar
perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com
ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o
menino e as arvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva. 2025
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
O vocábulo transfusão foi empregado com o mesmo
sentido de “transformação”.
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma
infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais
comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a
gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de
um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um
pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e obliqua das coisas. Eu sei
dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo
que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que
essa visão obliqua vem de eu ter sido criança em algum lugar
perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com
ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o
menino e as arvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva. 2025
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
A correção gramatical e os sentidos do texto seriam
preservados se fosse inserida uma virgula logo após
“perdido'', no trecho “em algum lugar perdido onde
havia transfusão da natureza''.
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma
infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais
comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a
gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de
um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um
pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e obliqua das coisas. Eu sei
dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo
que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que
essa visão obliqua vem de eu ter sido criança em algum lugar
perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com
ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o
menino e as arvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva. 2025
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
O paradoxo ao qual o narrador se refere esta contido na oração que exerce função de complemento direto em
relação à oração principal “Eu sei dizer sem pudor”,
apresentada no período anterior.
Cresci brincando no chio entre formigas. De uma
infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais
comunhão com as coisas do que comparação. Porque se a
gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão de
um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um
pássaro e sua árvore. Então eu trago de minhas raízes crianceiras a visão comungante e obliqua das coisas. Eu sei
dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo
que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que
essa visão obliqua vem de eu ter sido criança em algum lugar
perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com
ela. Era o menino e os bichinhos. O menino e o rio. Era o
menino e as arvores.
BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva. 2025
Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue (C ou E) o item a seguir.
A expressão “Eu tenho que” foi empregada com o
sentido de “considerar” e, por isso, estaria
gramaticalmente correta sua substituição por Eu
acredito que.