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Foram encontradas 139 questões.

565765 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
João e José colheram laranjas em um laranjal. José colheu 62 laranjais a mais que João. Se tivesse colhido mais 26 laranjas, José teria colhido o dobro da quantidade de laranjas que João colheu. Se multiplicarmos a quantidade de laranjas que José e João colheram obteremos:
 

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565764 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
Um anagrama de uma palavra é uma reordenação qualquer de suas letras. Por exemplo, ATAM e AAMT são anagramas da palavra MATA. O número de anagramas da palavra PORTO é igual a:
 

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565763 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
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O jornal “O Globo” noticiou assim, em 10/02/2018, em sua página eletrônica, o desfile comemorativo do centenário de fundação do tradicional bloco carnavalesco “Cordão da Bola Preta”.
Se o tradicional bloco desfilou pela primeira vez em 1918 e, de lá para cá, desfilou todos os anos, apenas uma vez por ano, então o centésimo desfile do Cordão da Bola Preta realizou-se ou se realizará no ano de:
 

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565762 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
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Uma equipe de engenheiros é composta por 5 engenheiros civis, 6 engenheiros mecânicos e 3 engenheiros de produção. Será formada uma comissão composta por 2 engenheiros civis, 2 mecânicos e 2 de produção. O número de diferentes comissões que podem ser formadas é igual a:
 

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565761 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO

TEXTO

NATAL NA BARCA

Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Só sei que em redor tudo era silêncio e treva”. A maneira de reescrever essa frase que mantém o seu sentido original é:
 

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565760 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO

TEXTO

NATAL NA BARCA

Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca”; a grafia em duas palavras do termo “por que” indica que ele foi visto como interrogativo indireto. A frase abaixo que apresenta o mesmo caso é:
 

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565759 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
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TEXTO


Entrevista de Carlos Heitor Cony

“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock que estourou em 1995, morta em um acidente de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista naquela época, havia um certo elitismo. O livro era considerado um objeto, quase um totem, uma coisa sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil. É um homem que vende milhões de exemplares, faz o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura).

O trecho da entrevista de Carlos Heitor Cony que exemplifica linguagem coloquial é:
 

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565758 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO

TEXTO

NATAL NA BARCA

Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

Na frase “O velho, um bêbedo esfarrapado...”, o adjetivo velho aparece substantivado; a frase abaixo em que o termo sublinhado está no mesmo caso é:
 

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565757 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO

TEXTO

NATAL NA BARCA

Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível”; a forma verbal “dirigira” pode ser adequadamente substituída por:
 

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565756 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FUNRIO
Orgão: CGE-RO
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TEXTO


Entrevista de Carlos Heitor Cony

“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock que estourou em 1995, morta em um acidente de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista naquela época, havia um certo elitismo. O livro era considerado um objeto, quase um totem, uma coisa sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil. É um homem que vende milhões de exemplares, faz o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura).

“...morta em um acidente de avião um ano depois”; a frase abaixo em que o vocábulo acidente deveria ser substituído por incidente é:
 

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