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to 24:
Unpicking the fiscal straitjacket
Never has a straitjacket seemed so ill-fitting or so
insecure. The euro area's "stability and growth pact"
was supposed to stop irresponsible member states
from running excessive budget deficits, defined as 3%
of GDP or more. Chief among the restraints was the
threat of large fines if member governments breached
the limit for three years in a row. For some time now,
no one has seriously believed those restraints would
hold. In the early hours of Tuesday November 25th,
the euro's fiscal straitjacket finally came apart at the
seams.
The pact's fate was sealed over an extended
dinner meeting of the euro area's 12 finance
ministers. They chewed over the sorry fiscal record of
the euro's two largest members, France and
Germany. Both governments ran deficits of more than
3% of GDP last year and will do so again this year.
Both expect to breach the limit for the third time in
2004. Earlier this year, the European Commission,
which policies the pact, agreed to give both countries
an extra year, until 2005, to bring their deficits back
into line. But it also instructed them to revisit their
budget plans for 2004 and make extra cuts. France
was asked to cut its underlying, cyclically adjusted
deficit by a full 1% of GDP, Germany by 0.8%. Both
resisted.
Nov 27th, 2003
The Economist Global Agenda
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to 24:
Unpicking the fiscal straitjacket
Never has a straitjacket seemed so ill-fitting or so
insecure. The euro area's "stability and growth pact"
was supposed to stop irresponsible member states
from running excessive budget deficits, defined as 3%
of GDP or more. Chief among the restraints was the
threat of large fines if member governments breached
the limit for three years in a row. For some time now,
no one has seriously believed those restraints would
hold. In the early hours of Tuesday November 25th,
the euro's fiscal straitjacket finally came apart at the
seams.
The pact's fate was sealed over an extended
dinner meeting of the euro area's 12 finance
ministers. They chewed over the sorry fiscal record of
the euro's two largest members, France and
Germany. Both governments ran deficits of more than
3% of GDP last year and will do so again this year.
Both expect to breach the limit for the third time in
2004. Earlier this year, the European Commission,
which policies the pact, agreed to give both countries
an extra year, until 2005, to bring their deficits back
into line. But it also instructed them to revisit their
budget plans for 2004 and make extra cuts. France
was asked to cut its underlying, cyclically adjusted
deficit by a full 1% of GDP, Germany by 0.8%. Both
resisted.
Nov 27th, 2003
The Economist Global Agenda
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Os gregos não possuíam textos sagrados
nem castas sacerdotais. Graças à literatura de
Homero, produzida oito séculos antes de
Cristo, os gregos se apropriaram de uma fer-
5 ramenta epistemológica que, ainda hoje, nos
dá a impressão de que eles intuíram todos os
conhecimentos que a ciência moderna viria a
descobrir. O que seria de nossa cultura sem a
matemática de Pitágoras, a geometria de Eu-
10 clides, a filosofia de Sócrates, Platão e Aristó-
teles? O que seria da teoria de Freud sem o
teatro de Sófocles, Eurípedes e Ésquilo?
Os hebreus imprimiram ao tempo, graças
aos persas, um caráter histórico e uma natu-
15 reza divina. E produziram uma literatura mo-
numental – a Bíblia –, que inspira três grandes
religiões: o judaísmo, o cristianismo e o isla-
mismo. Tira-se o livro dessas tradições religio-
sas e elas perdem toda a identidade e o pro-
20 pósito.
(Frei Beto)
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Livro tem começo, meio e fim. Como a
vida. As grandes narrativas favorecem a nossa
visão histórica e criam o caldo de cultura no
qual brotam as utopias. Sem utopia não há
ideal - sem ideal não há valores nem projetos.
A vida reduz-se a um joguete nas oscilações
do mercado.
A literatura é a arte da palavra. E, como
toda arte, recria a realidade, subvertendo-a,
transfigurando-a, revelando o seu avesso. Por
isso, todo artista é um clone de Deus, já que
imprime ao real um caráter ético e um sabor
estético, superando a linguagem usual e refletindo,
de modo surpreendente, a imaginação
criadora.
Sem literatura, corremos o risco de resvalarmos
para a mesquinhez dos jargões burocráticos,
a farsa do "economês", que tudo explica
e quase nada justifica, a palilalia estéril
da linguagem televisiva, a logorréia dos discursos
políticos, condenando-nos à visão estreita
e à pobreza de espírito despida de qualquer
bem-aventurança. Salvemos a literatura
para que possamos salvar a humanidade.
(Adaptado de Frei Betto)
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Julgue se os trechos do texto abaixo foram transcritos de forma gramaticalmente correta.
I. Comparada aos outros períodos do capitalismo, a Era Desenvolvimentista apresentou desempenho muito superior quanto a taxas de crescimento do PIB, criação de empregos e aumentos dos salários.
II. O Desenvolvimentismo foi a época de ouro do capitalismo, mas Roberto Campos chegou a sentenciar: "os desenvolvimentistas não entendem nada de desenvolvimento."
III. O "desenvolvimentismo", como projeto ideológico e prática política nos países da periferia, nasceu nos anos 30, no mesmo berço que produziu o keynesianismo nos países centrais. Era uma reação contra as misérias e as desgraças produzidas pelo capitalismo dos anos 20.
IV. A onda desenvolvimentista e a experiência keynesiana teve o seu apogeu nas três décadas que sucederam o fim da Segunda Guerra. O ambiente político e social estava saturado da idéia que era possível adotar estratégias nacionais e intencionais de crescimento, industrialização e avanço social.
V. Para desagrado dos monetaristas, as políticas monetárias e de crédito de então, tinham objetivos nacionais, ou seja, estavam relacionadas ao desempenho da economia e das empresas localizadas no país.
VI. No âmbito internacional, as taxas fixas (mas ajustáveis) de câmbio e as limitações aos movimentos internacionais de capitais de curtoprazo impedia a transmissão de choques causadores de instabilidade às taxas de juros domésticas.
(Adaptado de Luiz Gonzaga Belluzzo)
Os itens corretos são:
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Assinale a opção que constitui continuação coesa e coerente para o texto abaixo.
Até aqui, o governo se dedicou a expor seu ponto de
vista e começou a mover suas pedras no tabuleiro, a
partir de sua opção pela prioridade sul-americana e
do Mercosul. Estabeleceu, em seguida, uma série de
pontes e alianças possíveis com a África e a Ásia,
como aconteceu com o G21, na reunião de Cancun
da OMC, e como está acontecendo nas negociações
do G3, com a África do Sul e com a Índia. Ou ainda,
como vem ocorrendo nas novas parcerias tecnológi-
cas com a Ucrânia, a Rússia, a China, ou com os
projetos infra-estruturais com a Venezuela, a Bolívia,
o Peru e a Argentina.
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