Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

1339457 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

São materiais aloplásticos, exceto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339452 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Preencha a lacuna abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Os sinais e sintomas típicos do são: prurido, fadiga, fraqueza, poliúria, polidipsia e polifagia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339446 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Os abrasivos afetam a consistência da pasta de dente e ajudam no controle da pigmentação dentária extrínseca.

( ) O detergente mais comum usado na pasta de dente é o lauril sulfato de sódio, que promove a espuma e “sente” as propriedades do produto.

( ) Espessadores, como sílica e gomas, influenciam principalmente a viscosidade do produto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339429 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Preencha a lacuna abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Os Restos de Malassez estão situados no ligamento periodontal à distância de do cemento na superfície radicular.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

O fato de o funcionário trabalhar, por 35 anos, na estrada de ferro, sem uma única falta, demonstra que ele era um profissional

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339341 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Intolerância gastrintestinal, candidíase, diarreia e pigmentação dentária e hipoplasia na infância são efeitos colaterais frequentes do seguinte medicamento:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I para a questão

Mundo sem sacolas

Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”

A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.

Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”

Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.

(...)

E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.

(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)

Considerando os verbos destacados nas frases, relacione a coluna da esquerda com a da direita. Depois marque a sequência numérica que corresponde à resposta correta.

(1) Imperfeito do Subjuntivo

(2) Infinitivo Pessoal

(3) Imperativo Afirmativo

(4) Futuro do Pretérito do Indicativo

(5) Pretérito Perfeito do Indicativo

(6) Presente do Indicativo

( ) Ele garantia que um dia as sacolas seriam de plástico.

( ) Mesmo se estivesse doente ele saía para o trabalho.

( ) “meu filho me olhou e perguntou...”

( ) “Ao deixar a ferrovia...”

( ) “Somos todos sacoleiros.”

( ) Pegue suas sacolas e saia daqui.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339276 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

A solução antisséptica bucal que apresenta eficácia comprovada no controle da placa bacteriana pertence ao grupo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339271 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Segundo a classificação de Miller, a margem da recessão estende-se até a junção mucogengival ou a ultrapassa. Há perda de tecido interdental e o limite coronal das papilas está Junção Cemento-Esmalte (JCE), porém coronal ao limite apical da recessão. Trata-se de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1339266 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

(1) Gengiva vestibular de incisivos, caninos e pré-molares superiores

(2) Gengiva vestibular de molares superiores

(3) Gengiva palatina

(4) Gengiva lingual inferior

( ) é inervada pelo nervo sublingual.

( ) é inervada pelos ramos labiais superiores do nervo infra-orbitário.

( ) é inervada pelo nervo palatino maior.

( ) é inervada pelos ramos do nervo dentário superior posterior.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas