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Foram encontradas 1.128 questões.

1296376 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Considerando as características de funcionamento de memórias, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) DRAM é um tipo de memória RAM.

( ) EPROM não permite que os dados sejam apagados e regravados.

( ) PROM é um tipo de memória ROM.

( ) PROM permite gravações sucessivas.

 

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1296088 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No diagnóstico da depressão são considerados: sintomas psíquicos, fisiológicos e evidências comportamentais. Relacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

(1) Sintomas psíquicos

(2) Sintomas fisiológicos

(3) Sintomas comportamentais

( ) retraimento social e crises de choro.

( ) humor depressivo e sensação de tristeza, autodesvalorização e sentimentos de culpa.

( ) redução da capacidade de experimentar prazer na maior parte das atividades, antes consideradas como agradáveis.

( ) alterações do apetite, alterações do sono e redução do interesse sexual.

( ) retardo psicomotor e lentificação generalizada, ou agitação psicomotora.

 

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1177589 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre a adesão em esmalte e dentina, indique a afirmativa incorreta.

 

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1177160 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sistemas que usam a hierarquia digital síncrona (SDH) atingem altas velocidades de tráfego. Assinale a alternativa que contém a velocidade do STM-1.

 

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1176038 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre a abertura coronária, que é uma etapa importantíssima na realização de um tratamento endodôntico, marque a alternativa correta.

 

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1176016 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Um motor trifásico com quatro polos, projetado para operar em 60 Hz, 380 V, rotação 1746 rpm, qual será o escorregamento?

 

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1175892 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Sobre as diretrizes da oclusão protetora do implante, de acordo com Misch, analise as afirmativas abaixo.

I. A mesa oclusal em implantes deve ser menor do que em dentes naturais, melhorando o carregamento axial e minimizando a fratura da porcelana.

II. A posição de melhor dissipação das forças oclusais é a posição mais axial.

III. Em regiões posteriores de mandíbula, onde geralmente são utilizados implantes curtos, o ideal é a utilização de um implante para cada dente reabilitado.

IV. A posição de instalação dos implantes no sentido vestíbulo-lingual não influencia o esquema oclusal.

Estão corretas somente as afirmativas

 

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1175676 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Restos do carnaval

Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate.Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.

No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.

E as máscaras? Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.

Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma das minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.

Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.

Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.

Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas – à ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! Não choveria! Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.

Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.

Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.

Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.

Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)

No excerto “Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.” (1º§), predomina a linguagem

 

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1174757 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale o tempo e a referência de administração de uso de antibiótico para erradicar a bactéria que abriga a Salmonella typhi em caso envolvendo paciente já tratado e considerado curado de febre tifoide.

 

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1174749 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Considerando o crescimento e o desenvolvimento do complexo orofacial, assinale a afirmativa correta.

 

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