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682591 Ano: 2012
Disciplina: Radiologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Relacione o termo utilizado em dosimetria com a sua descrição e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. (1) Taxa de dose

(2) Dose de radiação absorvida

(3) Dose equivalente

(4) Dose efetiva

( ) esta é uma medida que permite a mensuração da efetividade radiobiológica (RBE) dos diferentes tipos de radiação.

( ) esta medida permite que doses de diferentes investigações em diferentes partes do corpo sejam comparadas.

( ) consiste na medida da quantidade de energia absorvida do feixe de radiação por unidade de massa tecidual.

( ) medida de dose por unidade de tempo, por vez mais conveniente e mais facilmente mensurável do que o limite total de uma dose anual.

 

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681206 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Considerando o tratamento que deve ser usado no período intercrise em crianças portadoras de asma persistente leve, analise as opções abaixo.

I. Higiene ambiental.

II. Beta 2 agonista de longa duração.

III. Corticoide inalatório em dose baixa ou média.

IV. Beta 2 agonista de curta duração, se necessário.

Não deve(m) ser utilizada(s) a(s) alternativa(s)

 

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681160 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Preencha a lacuna e, em seguida, assinale a alternativa correta.

Pode-se afirmar que o laser de _______________________________ é o mais utilizado em cirurgia de cabeça e pescoço e age produzindo a destruição tecidual com a vaporização da água e a desnaturação térmica das proteínas tissulares.

 

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681151 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre o tratamento dos cistos e tumores odontogênicos, é incorreto afirmar que

 

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681095 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Relacione os fórceps aos respectivos grupos de dentes e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

(1) 53R ( ) dentes unirradiculares da maxila.

(2) 150 ( ) molares da mandíbula.

(3) 17 ( ) dentes unirradiculares da mandíbula.

(4) 151 ( ) molares da maxila direita.

 

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681089 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A altura óssea mínima, em milímetros, para indicação da vestibuloplastia por retalho transposicional é

 

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678828 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre os efeitos dos anestésicos inalatórios do sistema nervoso central, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) O halotano causa vasodilatação cerebral e redução dose-dependente do fluxo sanguíneo cerebral.

( ) O enflurano deprime o mecanismo de autorregulação do fluxo cerebral, aumentando a pressão intracraniana.

( ) O isoflurano deprime o metabolismo cerebral e, assim, o consumo de oxigênio.

( ) O desflurano produz a elevação dose-dependente da resistência vascular cerebral e do consumo cerebral de oxigênio.

 

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678821 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Indique a alternativa que apresenta o diagnóstico correto do caso abaixo.

Um paciente, que há dois dias passou por uma angioplastia coronária via femoral direita, apresenta queixa de dor inguinal e abaulamento no local de punção há cerca de duas horas.

 

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678794 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Restos do carnaval

Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate.Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.

No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.

E as máscaras? Eu tinha medo mas era um medo vital e necessárioA porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.

Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma das minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.

Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditarA que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belasA que jamais vira.

Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.

Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas – à ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! Não choveria! Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.

Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.

Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.

Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteouA e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.

Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)

Em relação à classificação das orações, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) “Tão milagroso que eu não conseguia acreditar...” (5º§) – Oração subordinada adverbial consecutiva.

( ) “Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário...” (3º§) – Oração coordenada sindética aditiva.

( ) “... eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas...” (5º§) – Oração subordinada adjetiva restritiva.

( ) “Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou...” (10º§) – Oração subordinada adverbial temporal.

 

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678792 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Os revestimentos inorgânicos depositados sobre superfícies metálicas e mais usados em proteção contra corrosão são: esmaltes vitrosos, vidros, porcelanas, cimentos, óxidos, carbetos, nitretos, boretos e silicietos. São processos usados para obtenção desse tipo de revestimento, obtidos por reação entre o substrato e o meio, exceto:

 

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