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Foram encontradas 59 questões.

2518605 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Em conformidade com Malamed (2013), um dos sinais e sintomas sugestivos de efeito do anestésico, após realização da técnica de injeção de bloqueio do nervo alveolar inferior, é

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Seria possível articular o segundo parágrafo ao terceiro, considerando possíveis adaptações sintáticas, mas mantendo-se o valor semântico da articulação, com o operador organizacional
 

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2517171 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Qual é a complicação mais comum em um implante regular de 4 mm de diâmetro na reposição de um molar?

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Segue o mesmo padrão de regência de “...o direito à existência” o exposto em
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
 

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2515565 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo sobre o bloqueio do nervo incisivo. A seguir, marque a opção com a sequência correta.

( ) O nervo sempre será anestesiado quando o bloqueio do nervo alveolar inferior ou mandibular for bem-sucedido.

( ) Os pré-molares, os caninos e os incisivos laterais e centrais não são anestesiados quando se faz o bloqueio do nervo incisivo.

( ) Uma indicação importante de bloqueio do nervo incisivo é quando o procedimento envolve o trecho da mandíbula anterior ao forame mentoniano.

( ) Os tecidos moles da língua e o palato são anestesiados quando ocorre o bloqueio do nervoso incisivo.

 

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2514699 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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"Trata-se de um enxaguatório bucal cujo uso mostrou ser um adjunto efetivo na redução do acúmulo de placa, na melhora da saúde da mucosa, na melhora da cicatrização do tecido mole, no tratamento da doença periodontal, na prevenção da osteíte alveolar, na melhora da cicatrização tecidual após as extrações, na reversão da periimplantite, e mostrou não possuir efeito adverso nas superfícies do implante.”

O trecho acima faz referência ao enxaguatório bucal a base de

 

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2514042 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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"Trata-se de um músculo que se origina na margem infraorbitária, acima do forame infraorbitário e, portanto, raramente está no âmbito de ação do cirurgião que está inserindo um implante. Ele é inervado pela ramificação zigomática do nervo facial.”

(MISCH, Carl E. Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.)

O trecho acima faz referência ao músculo

 

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2514005 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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“Nervo misto c om duas raízes – uma grande raiz sensitiva e uma raiz motora menor (esta última representando todo o componente motor do nervo trigêmeo), é o maior ramo do nervo trigêmeo”.

(MALAMED, Stanley F. Manual de Anestesia Local. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.)

O trecho acima faz referência à

 

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2513955 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Dentre as suas ações sistêmicas, a adrenalina

 

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