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Foram encontradas 780 questões.

2525667 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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O excerto a seguir remete a um dos subtipos de síndromes depressivas presentes em Dalgalarrondo (2008). Assinale a alternativa que identifica corretamente a depressão crônica a qual ele se refere.
“É uma depressão crônica, geralmente de intensidade leve, muito duradoura. Começa no início da vida adulta e dura pelo menos vários anos. Os sintomas depressivos mais comuns são diminuição da auto-estima, fadigabilidade aumentada, dificuldade em tomar decisões ou se concentrar, mau humor crônico, irritabilidade e sentimentos de desesperança. Os sintomas devem estar presentes de forma ininterrupta por pelo menos dois anos”.
 

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2525658 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal Militar
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Qual a tipificação aplicável ao crime de deserção?
 

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2525654 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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“Trata-se do tecido para o suporte do aparelho parcial removível que cresce de importância à medida em que os dentes de ambas as extremidades do arco vão escasseando; configurando os casos chamados de extremidade livre ou de alavanca posterior.”

O trecho acima diz respeito ao(à)

 

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2525650 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Em casos de fraturas coronárias do esmalte e esmalte-dentina em dentes permanentes, recomenda-se, na medida do possível, a colagem imediata do fragmento original ou a restauração com resina composta ao invés de uma coroa provisória. Quanto a essa recomendação, conclui-se que

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Classifique as ideias do texto expostas abaixo com os pressupostos de interpretação a seguir. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta. (Alguns números podem ser utilizados mais de uma vez ou não serem utilizados).
(1) Fato
(2) Inferência do autor
(3) Opinião do autor
( ) “„Tolerar" o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir”.
( ) “„Tolerar", segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta”.
( ) “Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura”.
( ) “Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual”.
 

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2525619 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Segundo Mafei (2004), situações de crise que se configuram, “por excelência”, como um problema de comunicação são as que envolvem
 

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2525615 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Antes de se dar início ao preparo da boca do paciente para prótese parcial removível é importante fazer uma palpação muscular, a fim de tentar identificar qualquer tipo de espasmo ou mesmo disfunção temporomandibular. O ponto de partida para tal exame clínico deve ser a

 

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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
“Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me...” (2º§).
Os sujeitos de “formam” e “dirijo”, no trecho acima, são, respectivamente:
 

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2525567 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Dentre os expostos a seguir, de acordo com recomendações presentes em Sodré & Ferrari (1987), qual dos exemplos deve ser grafado em itálico em um texto?
 

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2525360 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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De acordo com alguns estudos, embora tenha sido constatada a relação entre o tabagismo e a doença periodontal, não se pode afirmar sobre a condição periodontal do fumante que ele

 

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