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Tempos de sofrência
Minerar, sindemia, flopar, kit-net, meia culpa – conhece?
Ruy Castro*
1. Há tempos venho me sentindo como Rip van Winkle, um personagem de ficção que, um dia, resolveu dar um passeio fora de sua aldeia.
2. Caminhou horas, subiu uma montanha e recostou-se sob uma árvore para dar um cochilo. Fechou os olhos e dormiu por 20 anos. Acordou sem saber de nada, voltou para sua terra e, lá, estranhou não reconhecer seus conterrâneos nem entender certas coisas. Ao dar um viva ao rei inglês, fizeram-lhe cara feia – ele deveria ter vivado o presidente americano, George Washington. Rip não sabia que, enquanto dormia, seu país ficara independente.
3. O autor dessa história, lançada em 1819, é Washington Irving, escritor americano, autor da obra homônima. Assim como Rip van Winkle, abri o jornal outro dia e li: “Ataque derruba defesa de PCs para minerar moeda virtual”. Boiei. Sei muito bem que minerar significa escavar, extrair – extrair de uma mina, por exemplo –, mas a frase continuou um mistério. Em outro jornal, deparei com o título: “Sindemia é maior ameaça à saúde humana e do planeta”. Alarmado, corri ao dicionário – o que seria uma “sindemia”? Mas o Houaiss e o Aurélio também devem ter dormido por 20 anos, porque não a registram. Reli o artigo e continuei sem entender. Parece ter a ver com a desnutrição ou com a obesidade ou talvez com as duas.
4. Tenho tentado me atualizar com certas expressões ultimamente comuns no noticiário. Duas pessoas “dão um match”, ou seja, combinam. Fulana “é o crush” – a paquera – do Beltrano. Há semanas, li que alguém “flopou” – fracassou. Só falta alguém escrever que Sicrano “baixou um app para levar seu pet na bike”. E aprendi no Online uma nova e deliciosa maneira de grafar kitchenette: kit-net.
5. Na TV, um locutor disse que não sei quem iria fazer “meia culpa” – o latim mea-culpa, imagino. Outra pronunciou o francês “Belle Époque” como “béli-époki”.
6. Tempos de “sofrência” para quem lê ou ouve.
* Jornalista e escritor, autor das biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues.
(Folha de São Paulo, Caderno Opinião, 11 fev. 2019, p. A2. Adaptado.)
É correto afirmar que uma das estratégias utilizadas pelo autor para construir o seu texto está focada, fundamentalmente, no uso da/de
 

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1346854 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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No MARC os campos consistem em uma porção de registro bibliográfico, normalmente de tamanho variável, divididos de forma lógica, destinando-se um campo para autor, um campo para informação do título e assim por diante.
Posto isto, avalie os itens dos campos do MARC21 e as descrições correspondentes.
I. Campo 20 - International Standard Book Number.
II. Campo 111 - Título Uniforme.
III. Campo 600 - Assunto / Nome pessoal.
IV. Campo 776 - Entrada de suporte/Forma Física Adicional (R)
Está correto apenas o que se afirma em
 

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1323453 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Segundo Cunha Filho (2014), o copyleft é uma extensão das quatro liberdades básicas definidas pela Free Software Foundation para garantir os direitos autorais do desenvolvedor tornando um programa livre para que assim todas as versões modificadas e as extensões do programa também sejam livres.
A respeito da importância do software livre e a liberdade de acesso aos códigos fonte do programa, avalie as afirmativas a seguir.
I. A licença GNU LGPL é o maior exemplo de software proprietário.
II. O copyleft garante a liberdade de qualquer usuário utilizar o software de forma livre.
III. A redistribuição de um software copyleft garante a manutenção da licença para o próximo desenvolvedor.
IV. O copyleft garante ao desenvolvedor a redistribuição do software sem necessidade de citação dos autores anteriores.
É correto apenas o que se afirma em
 

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1296474 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Uma das atribuições do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) é coordenar as atividades dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (CRBs) no processo de fiscalização sobre a legalidade do exercício da profissão de bibliotecário por profissionais da área. Conforme o Decreto n.º 56.725/1965, os profissionais bibliotecários estão sujeitos a algumas normas e penalidades no exercício da profissão.
Conforme dispõe o Decreto n.º 56.725/1965, avalie as afirmativas a seguir.
I. O profissional bibliotecário só poderá exercer legalmente a profissão após prévio registro de seus títulos ou de seus diplomas na Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura e quando portadores da Carteira de Identidade profissional expedida pelo respectivo CRB sob sua jurisdição se achar o local de sua atividade.
II. Bibliotecários diplomados por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas Leis do país de origem, poderão exercer as atividades no Brasil mediante registro dos diplomas nos órgãos profissionais brasileiros.
III. O pagamento da anuidade ao CRB, na forma estabelecida pelo Decreto, é uma das exigências para exercício da profissão.
IV. O profissional bibliotecário que agir sem decoro ou ferir a ética profissional poderá ser suspenso de suas atividades por até três anos.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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É correto afirmar que a única frase em que a forma verbal não está adequadamente empregada é
 

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Alfabeto de emojis
Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>. Acesso em: 01 fev. 2019.
Adaptado.)
Na estrutura frasal “Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo.” (§ 4), a relação sintático-semântica do elemento articulador “NEM” estabelecida é a de
 

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1279019 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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As normas são leis utilizadas para padronizar, e indicam um padrão de qualidade. Seguir as normas de publicação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é importante para não existirem conflitos, auxiliando na comparação de pesquisas relacionadas a um mesmo assunto.
No tocante a algumas regras de apresentação parametrizadas pela NBR 6.023/2002, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir.
( ) O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados por ponto e vírgula.
( ) Para documentos online, além dos elementos essenciais e complementares, deve-se registrar o endereço eletrônico, precedido da expressão Disponível em:, e a data de acesso, precedida da expressão Acesso em:. Esta regra não se aplica a mensagens e documentos eletrônicos, cujos endereços não estejam disponíveis.
( ) Publicações periódicas são publicações em qualquer tipo de suporte, editada em unidades físicas sucessivas, com designações numéricas e/ou cronológicas, destinada a ser continuada indefinidamente. Recebem um identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada, tornando-o único e definitivo, denominado ISSN.
( ) As referências devem ser apresentadas de forma ordenada em uma única lista, de forma padronizada quanto ao recurso tipográfico e à adoção dos elementos complementares. O recurso tipográfico negrito, itálico ou sublinhado) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências, inclusive às obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, cujo elemento de entrada seja o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, incluindo artigo (definido ou indefinido) e palavra monossilábica iniciais (se houver).
( ) As referências devem ser elaboradas em espaço simples, alinhadas de forma justificada e separadas entre si por uma linha em branco de espaço simples. Quando aparecerem em notas de rodapé, devem ser alinhadas à margem esquerda do texto e, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
 

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Leia o enunciado que visa sensibilizar a comunidade internauta para assumir uma atitude preventiva diante de situações de risco ao utilizar ferramentas informáticas.
Enunciado 3021584-1
(Disponível em: <https://clds3gpenela.wordpress.com/nao-perca-tempo-vigie-se/>. Acesso em: 04 fev. 2019.)
É correto afirmar que o modo verbal predominante no texto indica a presença da função da linguagem denominada
 

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Alfabeto de emojis
Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>. Acesso em: 01 fev. 2019.
Adaptado.)
Considere o período composto por subordinação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I . A construção consecutiva expressa por um período composto é constituída pelo conjunto de uma oração nuclear, ou principal, e uma consecutiva. Identifica-se essa situação no período “Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares...” (§ 3),
PORQUE
II . ele apresenta construção consecutiva constituída de uma primeira oração que contém o estado de coisas (“Os emoticons se espalharam pelo mundo), a intensificação (“de tal maneira”) e uma condição do elemento intensificado na primeira oração (“que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares...”)
Sobre essas asserções, é correto afirmar que
 

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1263045 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Relatórios gerenciais têm como objetivo prestar informações sobre o crescimento de uma unidade de informação acerca do acervo, das instalações físicas, investimento e de pessoal, a fim de subsidiar as políticas gerenciais e a tomada de decisão dos gestores. Outro objetivo é dar visibilidade às atividades desenvolvidas durante um determinado período.
Em relação às funções do relatório nas unidades de informação, avalie as afirmativas a seguir.
I. Customiza estruturas de dados, diversificando de acordo com a atividade desenvolvida pela instituição e com as informações e tópicos que lhes são relevantes para o processo decisório.
II. Combina tecnologias de informação e de comunicação que permitam coletar, validar, executar operações, transformar, armazenar, recuperar e apresentar informações de forma autônoma sem intervenção Humana.
III. Demonstra de forma sucinta, com o menor volume de informações possível sobre um determinado tema, possibilitando aos gestores de bibliotecas, professores ou diretores de cursos uma tomada de decisão eficiente
IV. Controla a qualidade da alimentação do sistema, acompanha e quantifica as atividades desenvolvidas e serviços prestados pela biblioteca, como: processamento técnico, aquisição de materiais, empréstimos, devoluções, multas, etc.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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