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Atualmente, alguns autores propõem uma avaliação multidimensional da DPOC, incluindo tomografia computadorizada de tórax, espirometria, medida de volumes pulmonares e DCO (medida da capacidade de difusão de monóxido de carbono). A DCO normal não exclui a presença de enfisema, ela se correlaciona melhor com o
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Um nódulo pulmonar incidental é uma pequena opacidade arredondada no pulmão que é encontrada durante um exame de imagem do tórax. Os consensos para o manejo do nódulo pulmonar incidental se aplicam a qual dos pacientes abaixo?
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Paciente de 30 anos, com história de asma na infância, atópica, não fumante, com mãe e irmãos asmáticos, apresenta a seguinte espirometria:


Qual deveria ser o laudo desse exame?
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Analise os gráficos de fluxo x volume e de volume x tempo da espirometria abaixo.

Nesse caso, o que orientar ao paciente durante a realização do exame para evitar a ocorrência do artefato destacado?
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O pico de fluxo expiratório (PFE) é a velocidade máxima do ar expirado em uma manobra forçada. É um indicador da função pulmonar e pode ser medido com um aparelho portátil. Com relação à sua medida, pode-se afirmar que
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As arritmias cardíacas são frequentes em pacientes com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), e vice-versa. A fibrilação atrial é frequente, e geralmente está associada a pacientes com um VEF1 (volume expiratório forçado no 1º segundo) mais baixo. Marque a medicação abaixo que deve ser evitada em pacientes com DPOC e fibrilação atrial.
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença comum, prevenível e tratável. Seu tratamento é feito com medicamentos, reabilitação, oxigenoterapia e medidas não-farmacológicas. Em quais pacientes com DPOC está indicado associar um corticoide inalado aos broncodilatadores de longa duração?
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A hiper-responsividade brônquica (HRB) pode ser definida como a propensão para resposta broncoconstritora exagerada a um estímulo indutor de estreitamento das vias aéreas. Dos fatores abaixo, qual não predispõe à HRB?
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Relacione os potenciais preditores de boa resposta aos respectivos imunobiológicos disponíveis atualmente para asma grave. Considere que um mesmo preditor pode se associar a mais de um imunobiológico.
| Preditores de boa resposta | Imunobiológicos |
|---|---|
| (1) Asma de início na infância e história clínica sugerindo sintomas induzidos por alérgenos | ( ) Anti-IgE (omalizumabe) |
| (2) Eosinofilia sanguínea, asma de início na idade adulta e pólipos nasais | ( ) Anti-IL5 (mepolizumabe) ou Anti- (benralizumabe) |
| (3) Eosinofilia sanguínea e FeNo elevado | ( ) Anti-lL4 receptor \( \alpha \) (duplimabe) |
| ( ) Anti-TSLP (tezepelumabe) |
A sequência correta dessa associação é:
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A questão abaixo referem-se ao caso clínico.
Paciente do sexo masculino, 44 anos, relata diagnóstico de "asma grave" em 2017. No dia da consulta queixava-se de tosse, principalmente noturna, dispneia aos esforços, como arrumar casa, coriza e sibilos difusos, mesmo em uso de formoterol e budesonida inalatórios 1x/dia.
HPP: Nega asma na infância. Diagnóstico de rinite e sinusite crônicas, em uso de Budesonida nasal 32mcg 01 jato em cada narina "SN".
Alérgenos: Relata alergia a mofo e poeira.
HS: Ex-tabagista há 10 anos, 20 anos/maço. Possui 03 gatos e 02 cachorros em casa. Cuidador.
HF: Mãe asmática, além da irmã, 02 tios paternos, avó e primos.
Esse paciente apresenta uma IgE total de 395,8 UI/mL e eosinofilia sanguínea de 1000/mm3. No momento, ele é elegível para receber imunobiológicos?
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