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Foram encontradas 629 questões.

3231686 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

No mês passado, verificou-se que, dos veículos multados em um trecho de uma rodovia, 30% eram motos, 50% carros de passeio e 15% eram ônibus. Os caminhões totalizaram 250 multas. O total de multas aplicadas nessa rodovia no mês passado foi:

 

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3231685 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Em um painel publicitário retangular, à margem de uma estrada, um grande X foi feito com uma fita isolante para mostrar o logotipo da empresa, conforme figura a seguir.

Enunciado 3540233-1

O comprimento total dessa fita isolante, \( \overline {AC} + \overline {BD} \), utilizada nesse painel é de

 

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3231684 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

As mesas de um restaurante estão dispostas em um salão retangular que mede 16 metros de comprimento por 8 metros de largura. Cada um dos 4 garçons ficou responsável pelo atendimento de \( { \large 1 \over 4} \) da área desse salão.

Assim, é correto afirmar que cada garçom atende em uma área de:

 

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3231683 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

A equipe de limpeza de um condomínio trabalha diariamente, sempre junta, das 8 horas às 17 horas, com um intervalo das 12 horas às 13 horas para o almoço. A tabela a seguir apresenta as tarefas a serem realizadas diariamente e o tempo gasto em cada uma.

Tarefa

Tempo

Varrição

2 horas e 30 minutos

Coleta de lixo

1 hora e 45 minutos

Lavagem das escadas

2 horas

Manutenção da quadra
e piscina

1 hora e 15 minutos

Limpeza de salão de jogos

Tempo restante

O tempo diário para a limpeza do salão de jogos é de

 

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3231682 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Assinale a alternativa em que o pronome foi empregado corretamente para substituir a expressão destacada.

 

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3231681 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Leia o texto para responder à questão.

Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.

(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.

Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).

Está reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância e emprego do acento indicativo de crase o trecho:

 

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3231680 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Leia o texto para responder à questão.

Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.

(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.

Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).

Assinale a alternativa em que a eliminação da vírgula, feita no trecho original, mantém a correção gramatical da frase.

 

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3231679 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Leia o texto para responder à questão.

Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.

(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.

Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).

Em “... segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)...” (1º parágrafo), o termo destacado expressa

 

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3231678 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Leia o texto para responder à questão.

Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.

(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.

Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).

A respeito dos acidentes de trânsito, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que

 

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3231677 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CIJUN

Leia o texto para responder à questão.

Acidentes com transporte terrestre são a principal causa de mortalidade juvenil na América Latina, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, 392 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito entre 2010 e 2019, um aumento de 13,5% em comparação com a década anterior, segundo o que consta no relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no começo de agosto.

Excesso de velocidade, consumo de bebidas alcoólicas e distrações ao volante, especialmente pelo uso de celulares, são alguns dos principais fatores de risco, que têm afetado de forma mais intensa homens e usuários de motocicletas. Para ampliar a segurança viária no país, especialistas defendem que é preciso realizar investimentos combinados tanto em infraestrutura de vias e mecanismos de fiscalização, como também na criação de campanhas para educar a população em relação ao cumprimento de leis e à adoção de comportamentos adequados no trânsito.

No mundo, um dos principais fatores de risco à insegurança viária é o excesso de velocidade. “Cada aumento de 1% na velocidade média produz um crescimento de 4% no risco de acidente fatal e um avanço de 3% no risco de acidente grave”, afirma Victor Pavarino, oficial de Segurança Viária e Prevenção de Lesões da Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo ele, o risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis também aumenta, sendo 4,5 vezes mais alto quando a velocidade passa de 50 quilômetros por hora (km/h) para 65 km/h. “Quando pensamos no choque entre carros, o risco de morte para os ocupantes é de 85% quando o veículo está a 65 km/h.”

Outro elemento complicador é dirigir alcoolizado ou sob o efeito de substâncias psicoativas. “Mesmo baixos níveis de concentração de álcool no sangue do motorista já aumentam o risco de sinistros, enquanto o risco de acidente fatal para quem consumiu anfetaminas é cerca de cinco vezes mais alto se comparado com quem não fez uso desse tipo de substância”, compara o sociólogo.

(Christina Queiroz. Mortes no trânsito crescem 13,5% na última década.

Revista Pesquisa Fapesp, out. 2023. Adaptado).

De acordo com os dados apresentados no texto, é correto afirmar que

 

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