Foram encontradas 30 questões.
OBESIDADE PRÉ-NATAL
por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Segundo o texto, é correto afirmar que: por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
OBESIDADE PRÉ-NATAL
por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Na passagem “Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do
excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500
milhões de casos no mundo, em 2030", o termo em
destaque estabelece, em relação à oração anterior, ideia
de: por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas
OBESIDADE PRÉ-NATAL
por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Na passagem “Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células", há um verbo elíptico, como recurso de coesão textual. Reescrevendo a passagem de forma a explicitar esse verbo, teríamos: por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
912629
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Provas:
A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou, em junho,
uma decisão histórica a favor dos cidadãos americanos
homossexuais. Após longa batalha judicial entre ativistas
e alguns estados norte-americanos, os juízes decidiram
pela equivalência de direitos, em todo o país, em relação
à união civil dos casais gays. Qual foi essa decisão da
Suprema Corte norte-americana?
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/06/1648129-em-decisao-historicaestados-unidos-*.shtml
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/06/1648129-em-decisao-historicaestados-unidos-*.shtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
912627
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Provas:
Em abril, o tema da pena de morte retornou ao noticiário
brasileiro, a propósito da execução de mais um brasileiro
preso e condenado ao fuzilamento em outro país, no qual
tentou entrar com 6 quilos de cocaína. Apesar das
tentativas de intervenção diplomáticas do Itamaraty e da
presidente Dilma Rousseff, o paranaense Rodrigo Gularte
foi morto após 11 anos de sua prisão. Qual o país onde o
brasileiro foi condenado à morte?
FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/04/25/interna_internacional,64104 3/*-confirma-que-brasileiro-sera-executado.shtml
FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/04/25/interna_internacional,64104 3/*-confirma-que-brasileiro-sera-executado.shtml
Provas
Questão presente nas seguintes provas
912626
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Provas:
O nome de um grande banco internacional veio à tona, no
início deste ano, após divulgação de uma lista de várias
figuras públicas que mantinham na instituição, em
segredo, contas milionárias, suspeitas de serem
utilizadas para crimes de sonegação, evasão fiscal e
lavagem de dinheiro. Qual o nome do banco envolvido
nessa denúncia?
FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-*
FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-*
Provas
Questão presente nas seguintes provas
912623
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Provas:
A fim de readequar a previdência social em relação ao
aumento da expectativa de vida do brasileiro, as regras
da aposentadoria foram modificadas este ano. Desde
junho, passou a vigorar uma nova fórmula de cálculo
segundo a qual, a depender de alguns fatores, há a
possibilidade de obter o benefício integral, sem ônus do
fator previdenciário, ao atingir determinada pontuação.
Quais fatores são contabilizados na pontuação
estabelecida pela nova fórmula da aposentadoria?
FONTE: http://economia.estadao.com.br/blogs/descomplicador/entenda-o-que-mudouno-calculo-da-aposentadoria/
FONTE: http://economia.estadao.com.br/blogs/descomplicador/entenda-o-que-mudouno-calculo-da-aposentadoria/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
912622
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: CISMARPA
Provas:
A Operação Lava Jato tem ocupado um vasto espaço no
debate público, devido, sobretudo, à dimensão dos
crimes que investigou e a importância dos envolvidos na
prática dessas atividades ilícitas. Após um ano desde o
início da operação, os esquemas de corrupção
deflagrados pela Polícia Federal culminaram na prisão,
indiciamento e julgamento de algumas figuras públicas
com grande poder de ação política, econômica e social.
Quem são os principais investigados na Operação Lava
Jato?
FONTE: http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/infografico.html
FONTE: http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/infografico.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em um restaurante, 4 cozinheiros fazem 120 pratos em 5
dias. Para atender uma demanda maior de pessoas, o
gerente desse estabelecimento contratou mais 2
cozinheiros. Quantos pratos serão feitos em 8 dias de
funcionamento do restaurante?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container