Foram encontradas 45 questões.
Considere a afirmação: “André subiu na árvore e não caiu.” A negação lógica dessa afirmação é
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Um torneio de dama colocou a seguinte regra: em cada partida o vencedor ganha 10 pontos e perdedor perde 3 pontos. André disputou 5 partidas e conquistou 11 pontos.
Quantas partidas André venceu?
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Uma negação lógica para a afirmação “Carlos é inteligente, ou Gisele é honesta” é
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Observe a sequência de figuras abaixo, formados por quadrados:

Quantos quadrados há no 25º termo da sequência?
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Uma empresa realizou uma pesquisa com um grupo de 92 moradores de um condomínio e descobriu que 36 deles gostam de praticar pilates, 47 gostam de fazer musculação e 23 gostam de praticar pilates e musculação.
O número de moradores que não gostam de praticar pilates e não gostam de fazer musculação é igual a
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos
O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu
da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser
visto a olho nu no final deste mês.
O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro
5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de
2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que
opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório
Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.
Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior
10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado
novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta
semana perto do Sol.
Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após
meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-
15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira
(12).
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em
seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa
cauda que reflete a luz do astro-rei.
20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,
inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3
(ZTF) se aproxima.
O cometa brilhará em todo o seu esplendor
"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor
25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas
Prince, que trabalha para a ZTF.
Entretanto, será menos espetacular que o cometa
Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito
maiores.
30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um
bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu
esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua
não incomode.
"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais
35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do
Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.
O melhor período de observação será o fim de
semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.
Durante esse período, ele passará entre as
40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,
poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os
limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.
Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do
cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de
45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada
a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo
gravitacional.
Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",
de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,
50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por
todas", acrescenta ele.
Os preparativos para contemplá-lo estão
concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco
mais sobre a composição dos cometas, em especial graças
55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.
"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa
do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como
este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios
da formação do sistema solar", diz o astrofísico.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)
...não haja poluição luminosa... (L.32)
Assinale a alternativa em que a modificação do segmento acima se tenha dado de acordo com a norma culta. Não leve em consideração as modificações de sentido.
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos
O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu
da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser
visto a olho nu no final deste mês.
O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro
5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de
2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que
opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório
Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.
Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior
10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado
novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta
semana perto do Sol.
Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após
meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-
15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira
(12).
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em
seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa
cauda que reflete a luz do astro-rei.
20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,
inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3
(ZTF) se aproxima.
O cometa brilhará em todo o seu esplendor
"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor
25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas
Prince, que trabalha para a ZTF.
Entretanto, será menos espetacular que o cometa
Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito
maiores.
30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um
bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu
esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua
não incomode.
"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais
35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do
Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.
O melhor período de observação será o fim de
semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.
Durante esse período, ele passará entre as
40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,
poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os
limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.
Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do
cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de
45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada
a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo
gravitacional.
Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",
de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,
50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por
todas", acrescenta ele.
Os preparativos para contemplá-lo estão
concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco
mais sobre a composição dos cometas, em especial graças
55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.
"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa
do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como
este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios
da formação do sistema solar", diz o astrofísico.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)
Assinale a alternativa em que o segmento do texto indicado não apresente exemplo de voz passiva.
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos
O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu
da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser
visto a olho nu no final deste mês.
O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro
5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de
2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que
opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório
Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.
Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior
10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado
novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta
semana perto do Sol.
Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após
meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-
15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira
(12).
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em
seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa
cauda que reflete a luz do astro-rei.
20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,
inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3
(ZTF) se aproxima.
O cometa brilhará em todo o seu esplendor
"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor
25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas
Prince, que trabalha para a ZTF.
Entretanto, será menos espetacular que o cometa
Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito
maiores.
30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um
bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu
esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua
não incomode.
"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais
35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do
Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.
O melhor período de observação será o fim de
semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.
Durante esse período, ele passará entre as
40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,
poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os
limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.
Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do
cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de
45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada
a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo
gravitacional.
Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",
de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,
50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por
todas", acrescenta ele.
Os preparativos para contemplá-lo estão
concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco
mais sobre a composição dos cometas, em especial graças
55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.
"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa
do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como
este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios
da formação do sistema solar", diz o astrofísico.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)
O objeto espacial pode ser visto à noite com um bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua não incomode. (L.30-33)
O segmento sublinhado no período acima desempenha valor
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Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos
O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu
da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser
visto a olho nu no final deste mês.
O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro
5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de
2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que
opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório
Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.
Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior
10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado
novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta
semana perto do Sol.
Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após
meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-
15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira
(12).
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em
seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa
cauda que reflete a luz do astro-rei.
20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,
inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3
(ZTF) se aproxima.
O cometa brilhará em todo o seu esplendor
"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor
25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas
Prince, que trabalha para a ZTF.
Entretanto, será menos espetacular que o cometa
Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito
maiores.
30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um
bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu
esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua
não incomode.
"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais
35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do
Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.
O melhor período de observação será o fim de
semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.
Durante esse período, ele passará entre as
40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,
poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os
limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.
Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do
cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de
45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada
a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo
gravitacional.
Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",
de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,
50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por
todas", acrescenta ele.
Os preparativos para contemplá-lo estão
concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco
mais sobre a composição dos cometas, em especial graças
55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.
"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa
do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como
este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios
da formação do sistema solar", diz o astrofísico.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)
Privilegiando sua natureza informativa, com caráter jornalístico, de modo a contar uma notícia, para texto deve ser classificado como eminentemente
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Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos
O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu
da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser
visto a olho nu no final deste mês.
O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro
5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de
2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que
opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório
Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.
Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior
10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado
novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta
semana perto do Sol.
Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após
meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-
15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira
(12).
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em
seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa
cauda que reflete a luz do astro-rei.
20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,
inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3
(ZTF) se aproxima.
O cometa brilhará em todo o seu esplendor
"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor
25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas
Prince, que trabalha para a ZTF.
Entretanto, será menos espetacular que o cometa
Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito
maiores.
30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um
bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu
esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua
não incomode.
"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais
35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do
Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.
O melhor período de observação será o fim de
semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.
Durante esse período, ele passará entre as
40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,
poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os
limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.
Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do
cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de
45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada
a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo
gravitacional.
Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",
de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,
50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por
todas", acrescenta ele.
Os preparativos para contemplá-lo estão
concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco
mais sobre a composição dos cometas, em especial graças
55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.
"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa
do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como
este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios
da formação do sistema solar", diz o astrofísico.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)
Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa cauda que reflete a luz do astro-rei. (L.17-19)
O termo sublinhado no período acima funciona como sinônimo de
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