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Foram encontradas 45 questões.

2868730 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Considere a afirmação: “André subiu na árvore e não caiu.” A negação lógica dessa afirmação é

 

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2868729 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Um torneio de dama colocou a seguinte regra: em cada partida o vencedor ganha 10 pontos e perdedor perde 3 pontos. André disputou 5 partidas e conquistou 11 pontos.

Quantas partidas André venceu?

 

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2868726 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Uma negação lógica para a afirmação “Carlos é inteligente, ou Gisele é honesta” é

 

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2868718 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Observe a sequência de figuras abaixo, formados por quadrados:

Enunciado 2868718-1

Quantos quadrados há no 25º termo da sequência?

 

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2868717 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Uma empresa realizou uma pesquisa com um grupo de 92 moradores de um condomínio e descobriu que 36 deles gostam de praticar pilates, 47 gostam de fazer musculação e 23 gostam de praticar pilates e musculação.

O número de moradores que não gostam de praticar pilates e não gostam de fazer musculação é igual a

 

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2868685 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos

O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu

da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser

visto a olho nu no final deste mês.

O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro

5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de

2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que

opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório

Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.

Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior

10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado

novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta

semana perto do Sol.

Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após

meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-

15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira

(12).

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em

seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa

cauda que reflete a luz do astro-rei.

20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,

inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3

(ZTF) se aproxima.

O cometa brilhará em todo o seu esplendor

"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor

25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas

Prince, que trabalha para a ZTF.

Entretanto, será menos espetacular que o cometa

Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito

maiores.

30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um

bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu

esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua

não incomode.

"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais

35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do

Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.

O melhor período de observação será o fim de

semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.

Durante esse período, ele passará entre as

40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,

poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os

limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.

Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do

cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de

45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada

a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo

gravitacional.

Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",

de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,

50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por

todas", acrescenta ele.

Os preparativos para contemplá-lo estão

concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco

mais sobre a composição dos cometas, em especial graças

55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.

"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa

do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como

este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios

da formação do sistema solar", diz o astrofísico.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)

...não haja poluição luminosa... (L.32)

Assinale a alternativa em que a modificação do segmento acima se tenha dado de acordo com a norma culta. Não leve em consideração as modificações de sentido.

 

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2868684 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos

O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu

da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser

visto a olho nu no final deste mês.

O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro

5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de

2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que

opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório

Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.

Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior

10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado

novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta

semana perto do Sol.

Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após

meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-

15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira

(12).

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em

seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa

cauda que reflete a luz do astro-rei.

20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,

inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3

(ZTF) se aproxima.

O cometa brilhará em todo o seu esplendor

"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor

25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas

Prince, que trabalha para a ZTF.

Entretanto, será menos espetacular que o cometa

Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito

maiores.

30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um

bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu

esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua

não incomode.

"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais

35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do

Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.

O melhor período de observação será o fim de

semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.

Durante esse período, ele passará entre as

40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,

poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os

limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.

Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do

cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de

45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada

a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo

gravitacional.

Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",

de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,

50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por

todas", acrescenta ele.

Os preparativos para contemplá-lo estão

concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco

mais sobre a composição dos cometas, em especial graças

55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.

"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa

do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como

este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios

da formação do sistema solar", diz o astrofísico.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)

Assinale a alternativa em que o segmento do texto indicado não apresente exemplo de voz passiva.

 

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2868683 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos

O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu

da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser

visto a olho nu no final deste mês.

O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro

5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de

2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que

opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório

Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.

Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior

10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado

novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta

semana perto do Sol.

Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após

meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-

15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira

(12).

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em

seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa

cauda que reflete a luz do astro-rei.

20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,

inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3

(ZTF) se aproxima.

O cometa brilhará em todo o seu esplendor

"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor

25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas

Prince, que trabalha para a ZTF.

Entretanto, será menos espetacular que o cometa

Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito

maiores.

30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um

bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu

esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua

não incomode.

"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais

35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do

Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.

O melhor período de observação será o fim de

semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.

Durante esse período, ele passará entre as

40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,

poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os

limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.

Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do

cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de

45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada

a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo

gravitacional.

Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",

de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,

50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por

todas", acrescenta ele.

Os preparativos para contemplá-lo estão

concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco

mais sobre a composição dos cometas, em especial graças

55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.

"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa

do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como

este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios

da formação do sistema solar", diz o astrofísico.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)

O objeto espacial pode ser visto à noite com um bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua não incomode. (L.30-33)

O segmento sublinhado no período acima desempenha valor

 

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2868682 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos

O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu

da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser

visto a olho nu no final deste mês.

O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro

5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de

2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que

opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório

Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.

Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior

10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado

novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta

semana perto do Sol.

Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após

meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-

15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira

(12).

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em

seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa

cauda que reflete a luz do astro-rei.

20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,

inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3

(ZTF) se aproxima.

O cometa brilhará em todo o seu esplendor

"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor

25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas

Prince, que trabalha para a ZTF.

Entretanto, será menos espetacular que o cometa

Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito

maiores.

30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um

bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu

esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua

não incomode.

"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais

35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do

Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.

O melhor período de observação será o fim de

semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.

Durante esse período, ele passará entre as

40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,

poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os

limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.

Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do

cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de

45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada

a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo

gravitacional.

Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",

de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,

50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por

todas", acrescenta ele.

Os preparativos para contemplá-lo estão

concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco

mais sobre a composição dos cometas, em especial graças

55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.

"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa

do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como

este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios

da formação do sistema solar", diz o astrofísico.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)

Privilegiando sua natureza informativa, com caráter jornalístico, de modo a contar uma notícia, para texto deve ser classificado como eminentemente

 

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2868681 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CISTRI
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Cometa cruzará céu da Terra após 50 mil anos

O cometa C/2022 E3 (ZTF) cruzará novamente o céu

da Terra após 50 mil anos desde a última visita e poderá ser

visto a olho nu no final deste mês.

O pequeno corpo rochoso e gelado tem o diâmetro

5 de apenas um quilômetro e foi descoberto em março de

2022 pelo programa Zwicky Transient Facility (ZTF), que

opera o telescópio Samuel-Oschin no Observatório

Palomar, na Califórnia, Estados Unidos.

Há 50 mil anos, o C/2022 E3 (ZTF) visitou o interior

10 do sistema solar e passou perto da Terra. Ele foi detectado

novamente no caminho da órbita de Júpiter e passará nesta

semana perto do Sol.

Os astrônomos, que calcularam sua trajetória após

meses de observação, apontaram que ele atingirá seu peri-

15 hélio, o ponto mais próximo ao Sol, na próxima quinta-feira

(12).

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em

seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa

cauda que reflete a luz do astro-rei.

20 Esse brilhante fenômeno é o que será visto da Terra,

inicialmente no hemisfério norte, à medida que C/2022 E3

(ZTF) se aproxima.

O cometa brilhará em todo o seu esplendor

"quando estiver mais próximo da Terra", afirma o professor

25 de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Thomas

Prince, que trabalha para a ZTF.

Entretanto, será menos espetacular que o cometa

Hale-Bopp (1997) ou o Neowise (2020), que foram muito

maiores.

30 O objeto espacial pode ser visto à noite com um

bom par de óculos ou mesmo a olho nu, desde que o céu

esteja claro, não haja poluição luminosa e o brilho da Lua

não incomode.

"Talvez tenhamos sorte e seja duas vezes mais

35 brilhante do que o esperado", arrisca o astrofísico do

Observatório de Paris-PSL, Nicolas Biver.

O melhor período de observação será o fim de

semana de 21 e 22 deste mês e a semana seguinte.

Durante esse período, ele passará entre as

40 constelações da Ursa Menor e da Ursa Maior. Mais tarde,

poderá ser visto no Hemisfério Sul para então partir para os

limites do sistema solar, onde provavelmente nasceu.

Segundo os modelos atuais, os cometas vêm ou do

cinturão de Kuiper, localizado para além da órbita de

45 Netuno, ou da nuvem de Oort, uma imensa área localizada

a quase um ano-luz do Sol, no limite de seu campo

gravitacional.

Esse cometa "vem inicialmente da nuvem de Oort",

de acordo com Biver ao considerar sua órbita. Desta vez,

50 ele provavelmente "sairá do sistema solar de uma vez por

todas", acrescenta ele.

Os preparativos para contemplá-lo estão

concluídos, e os cientistas esperam aprender um pouco

mais sobre a composição dos cometas, em especial graças

55 ao poderoso Telescópio Espacial James Webb.

"Iremos observar por todos os lados. Não é o cometa

do século, mas estamos felizes em poder ver cometas como

este a cada um ou dois anos, pois os consideramos vestígios

da formação do sistema solar", diz o astrofísico.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/cometa-cruzara-ceu-da-terra-apos-50-mil-anos.shtml. 7.jan.2023)

Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo em seu núcleo passa para o estado gasoso e libera uma longa cauda que reflete a luz do astro-rei. (L.17-19)

O termo sublinhado no período acima funciona como sinônimo de

 

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