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- MorfologiaSubstantivosFlexões do SubstantivoSubstantivo: Flexão de NúmeroPlural dos Substantivos Compostos
O plural de capitão-mor e guarda-noturno é, respectivamente,
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Marque a opção cujas palavras são sinônimas.
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O antônimo da palavra alegria é
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Marque a opção cujas palavras são polissílabas.
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A divisão silábica CORRETA da palavra passeava é
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O Macaco e o Peixe
Mia Couto
Um macaco passeava à beira de um rio, quando viu um peixe dentro da água. Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou:
– Que pena eu não ter chegado mais cedo!
O comentário “Que pena eu não ter chegado mais cedo!” significa que o macaco
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O Macaco e o Peixe
Mia Couto
Um macaco passeava à beira de um rio, quando viu um peixe dentro da água. Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou:
– Que pena eu não ter chegado mais cedo!
O Texto trata-se de um(a)
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O Macaco e o Peixe
Mia Couto
Um macaco passeava à beira de um rio, quando viu um peixe dentro da água. Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou:
– Que pena eu não ter chegado mais cedo!
A moral da história “O Macaco e o Peixe” é:
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O par CORRETO de palavras no singular e no plural encontra-se em
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O COVEIRO
Uma tarde de abril suave e pura
Visitava eu somente ao derradeiro
Lar; tinha ido ver a sepultura
De um ente caro, amigo verdadeiro.
Lá encontrei um pálido coveiro
Com a cabeça para o chão pendida;
Eu senti a minh'alma entristecida
E interroguei-o: "Eterno companheiro
Da morte, quem matou-te o coração?"
Ele apontou para uma cruz no chão,
Ali jazia o seu amor primeiro!
Depois, tomando a enxada, gravemente,
Balbuciou, sorrindo tristemente:
- "Ai, foi por isso que me fiz coveiro!"
A palavra “Balbuciou”, linha, pode ser substituída, sem alteração do sentido, por
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