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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
No Brasil, em 2005, mais de 50% dos estudantes são absorvidos pela rede privada de ensino técnico.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O gráfico II reproduz, em percentuais, os cursos técnicos mais procurados no Brasil, em relação ao total de cursos desse nível oferecidos no país.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O gráfico I ilustra a parte do primeiro parágrafo do texto que apresenta os “Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha”.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, haja visto o baixo investimento de verbas públicas no setor, assegurou que isso se devia a uma lei que praticamente proibia a criação de unidades de ensino técnico pela administração federal; todavia, quando o presidente Lula assumiu, tal proibição caiu.
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Sabe-se que, nos dias atuais, torna-se cada vez mais necessária uma sólida qualificação profissional, constantemente atualizada por meio de programas de requalificação e de educação continuada. Afinal, a vida profissional dos cidadãos está sujeita a alterações profundas e rápidas quanto a qualificação, emprego e renda, decorrentes das inovações tecnológicas e das mudanças na organização da produção. Fica claro, também, que esse novo ordenamento, combinado com as políticas governamentais, afirma e reorienta prioridades de forma a valorizar, sobremaneira, a educação básica. Essa deve ser, realmente, a principal meta educacional brasileira para a próxima década, para que o país possa manter e ampliar espaços na economia mundial e, mais importante do que esse objetivo instrumental, melhorar o padrão e a qualidade de vida da nossa população. A educação profissional, por seu turno, não substitui a educação básica e, sim, complementa-a. A valorização desta, entretanto, não significa a redução da importância daquela. Ao contrário, uma educação profissional de qualidade, respaldada em educação básica de qualidade, constitui a chave do êxito de sociedades desenvolvidas.
Internet: <http://www.ceset.unicamp.br> (com adaptações).
A partir do entendimento do texto acima, julgue o item a seguir, relativo aos princípios da tipologia textual e à redação de correspondências oficiais.
O argumento de que “Essa deve ser, realmente, a principal meta educacional brasileira para a próxima década, para que o país possa manter e ampliar espaços na economia mundial e, mais importante do que esse objetivo instrumental, melhorar o padrão e a qualidade de vida da nossa população” pode compor o texto da ata de uma reunião, desde que relacionado à fala de um dos participantes da sessão.
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Sabe-se que, nos dias atuais, torna-se cada vez mais necessária uma sólida qualificação profissional, constantemente atualizada por meio de programas de requalificação e de educação continuada. Afinal, a vida profissional dos cidadãos está sujeita a alterações profundas e rápidas quanto a qualificação, emprego e renda, decorrentes das inovações tecnológicas e das mudanças na organização da produção. Fica claro, também, que esse novo ordenamento, combinado com as políticas governamentais, afirma e reorienta prioridades de forma a valorizar, sobremaneira, a educação básica. Essa deve ser, realmente, a principal meta educacional brasileira para a próxima década, para que o país possa manter e ampliar espaços na economia mundial e, mais importante do que esse objetivo instrumental, melhorar o padrão e a qualidade de vida da nossa população. A educação profissional, por seu turno, não substitui a educação básica e, sim, complementa-a. A valorização desta, entretanto, não significa a redução da importância daquela. Ao contrário, uma educação profissional de qualidade, respaldada em educação básica de qualidade, constitui a chave do êxito de sociedades desenvolvidas.
Internet: <http://www.ceset.unicamp.br> (com adaptações).
A partir do entendimento do texto acima, julgue o item a seguir, relativo aos princípios da tipologia textual e à redação de correspondências oficiais.
O texto acima comporta divisão em parágrafos. Uma das possibilidades seria a divisão em dois parágrafos, com o primeiro terminando em “educação básica”.
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Sabe-se que, nos dias atuais, torna-se cada vez mais necessária uma sólida qualificação profissional, constantemente atualizada por meio de programas de requalificação e de educação continuada. Afinal, a vida profissional dos cidadãos está sujeita a alterações profundas e rápidas quanto a qualificação, emprego e renda, decorrentes das inovações tecnológicas e das mudanças na organização da produção. Fica claro, também, que esse novo ordenamento, combinado com as políticas governamentais, afirma e reorienta prioridades de forma a valorizar, sobremaneira, a educação básica. Essa deve ser, realmente, a principal meta educacional brasileira para a próxima década, para que o país possa manter e ampliar espaços na economia mundial e, mais importante do que esse objetivo instrumental, melhorar o padrão e a qualidade de vida da nossa população. A educação profissional, por seu turno, não substitui a educação básica e, sim, complementa-a. A valorização desta, entretanto, não significa a redução da importância daquela. Ao contrário, uma educação profissional de qualidade, respaldada em educação básica de qualidade, constitui a chave do êxito de sociedades desenvolvidas.
Internet: <http://www.ceset.unicamp.br> (com adaptações).
A partir do entendimento do texto acima, julgue o item a seguir, relativo aos princípios da tipologia textual e à redação de correspondências oficiais.
A forma como são apresentadas as idéias do texto sustenta a afirmativa de que se trata de um texto predominantemente dissertativo.
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Sabe-se que, nos dias atuais, torna-se cada vez mais necessária uma sólida qualificação profissional, constantemente atualizada por meio de programas de requalificação e de educação continuada. Afinal, a vida profissional dos cidadãos está sujeita a alterações profundas e rápidas quanto a qualificação, emprego e renda, decorrentes das inovações tecnológicas e das mudanças na organização da produção. Fica claro, também, que esse novo ordenamento, combinado com as políticas governamentais, afirma e reorienta prioridades de forma a valorizar, sobremaneira, a educação básica. Essa deve ser, realmente, a principal meta educacional brasileira para a próxima década, para que o país possa manter e ampliar espaços na economia mundial e, mais importante do que esse objetivo instrumental, melhorar o padrão e a qualidade de vida da nossa população. A educação profissional, por seu turno, não substitui a educação básica e, sim, complementa-a. A valorização desta, entretanto, não significa a redução da importância daquela. Ao contrário, uma educação profissional de qualidade, respaldada em educação básica de qualidade, constitui a chave do êxito de sociedades desenvolvidas.
Internet: <http://www.ceset.unicamp.br> (com adaptações).
A partir do entendimento do texto acima, julgue o item a seguir, relativo aos princípios da tipologia textual e à redação de correspondências oficiais.
Os três últimos períodos do texto, a partir da linha 07, ligados pelos elementos coesivos “entretanto” e “Ao contrário”, compreendem e constituem um paradoxo; por isso não podem constar de um relatório.
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Texto para o item.
O ensino profissional sempre esteve voltado para o mercado de trabalho e para o seu ritmo de desenvolvimento tecnológico, acompanhando e respaldando as suas fases. Quando as mudanças da ciência e da tecnologia se processavam de maneira vagarosa, o ensino profissional esteve voltado ao desenvolvimento de capacidades específicas, vinculado a determinada tarefa ou posto de trabalho. Sob essas bases, a formação geral esteve caracterizada desde sempre pelo seu completo abandono até pela sua brevidade de complementação para dar vez aos estudos mais técnicos, sendo praticamente decretada a falência das ciências humanas como possibilidade de formação profissional.
A formação profissional constituía-se unicamente na transferência da técnica dos artesãos, os quais realizavam praticamente todas as tarefas, sem uma expressiva presença de recursos tecnológicos e nenhuma necessidade de matemática, línguas ou qualquer outra espécie de conhecimento formal.
Mesmo com todas as recomendações dos organismos internacionais para o desenvolvimento do ensino técnico, a grande oferta de ensino secundário manteve-se voltada ao ensino médio chamado propedêutico. Essa situação é resultado, de um lado, da exigüidade de recursos para se criarem boas escolas profissionais e, de outro, da busca de profissões com melhor remuneração, em que se empregam menos trabalhos manuais, uma vez que se mantém na sociedade o status quo das profissões mais intelectualizadas.
Internet: <http://www.cefetsp.br/hist.htmL> (com adaptações).
Considerando o sentido e as estruturas morfossintáticas do texto, julgue o item subseqüente.
O vocábulo “propedêutico” é termo adjetivo e significa preliminar, introdutório; já a palavra “exigüidade” classifica-se como substantivo e, no contexto, tem o significado de escassez.
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Texto para o item.
O ensino profissional sempre esteve voltado para o mercado de trabalho e para o seu ritmo de desenvolvimento tecnológico, acompanhando e respaldando as suas fases. Quando as mudanças da ciência e da tecnologia se processavam de maneira vagarosa, o ensino profissional esteve voltado ao desenvolvimento de capacidades específicas, vinculado a determinada tarefa ou posto de trabalho. Sob essas bases, a formação geral esteve caracterizada desde sempre pelo seu completo abandono até pela sua brevidade de complementação para dar vez aos estudos mais técnicos, sendo praticamente decretada a falência das ciências humanas como possibilidade de formação profissional.
A formação profissional constituía-se unicamente na transferência da técnica dos artesãos, os quais realizavam praticamente todas as tarefas, sem uma expressiva presença de recursos tecnológicos e nenhuma necessidade de matemática, línguas ou qualquer outra espécie de conhecimento formal.
Mesmo com todas as recomendações dos organismos internacionais para o desenvolvimento do ensino técnico, a grande oferta de ensino secundário manteve-se voltada ao ensino médio chamado propedêutico. Essa situação é resultado, de um lado, da exigüidade de recursos para se criarem boas escolas profissionais e, de outro, da busca de profissões com melhor remuneração, em que se empregam menos trabalhos manuais, uma vez que se mantém na sociedade o status quo das profissões mais intelectualizadas.
Internet: <http://www.cefetsp.br/hist.htmL> (com adaptações).
Considerando o sentido e as estruturas morfossintáticas do texto, julgue o item subseqüente.
A seguinte reescritura do segundo parágrafo do texto mantém as relações sintáticas e semânticas originais: A formação profissionalizante foi decorrência da transferência da técnica dos antigos artesãos, que realizavam, com base na experiência adquirida dos antepassados, todas as tarefas, sem qualquer necessidade de matemática, línguas ou outra forma de conhecimento formal.
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