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2918281 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Uma pesquisa foi realizada para avaliar a percepção dos eleitores a respeito de certo assunto em determinada cidade. Essa cidade possui 20 zonas eleitorais, que, em função de padrões socioeconômicos, foram classificadas em grupos A, B e C. Foram identificadas duas zonas no grupo A, 8 zonas no grupo B e 10 zonas no grupo C. Estudo anterior mostrou que a variabilidade das percepções dos eleitores dentro de cada grupo é significativamente menor que a variabilidade total. Para a seleção da amostra, foi estabelecido o seguinte plano:

► etapa I – de cada grupo, uma zona eleitoral é selecionada ao acaso;

► etapa II – de cada zona eleitoral selecionada, uma amostra aleatória simples de n eleitores é retirada;

► etapa III – cada eleitor i selecionado da zona j (i = 1, ..., n e j = 1, 2, 3) responde a um questionário. A partir das respostas desse eleitor, é calculada uma estatística Xij que mede a percepção desse eleitor sobre o assunto.

Por simplicidade, considera-se que o número de eleitores cadastrados em cada zona eleitoral seja grande o suficiente para a utilização de técnicas para amostras em grandes populações. Considera-se, também, que X1j, ..., Xnj seja uma amostra aleatória simples, retirada de uma população j, com distribuição normal com média θj e variância 1.

Enunciado 2918281-1

Tabela gerada pela função DIST.NORMP() do Excel.

A respeito da situação descrita no texto e com o auxílio da tabela normal padrão, julgue o item a seguir.

O processo de seleção da amostra descrito na etapa I é conhecido como amostragem por conglomerados.

 

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2918280 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
Considerando a amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn , é correto afirmar que T1(n) é o estimador de máxima verossimilhança para a média μ.
 

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2918279 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
O procedimento utilizado pelo consultor para a estimação da distribuição amostral de !$ T^*~_{3(n)d} !$ pode ser corretamente denominado de bootstrap paramétrico.
 

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2918278 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
A estimativa Monte Carlo do erro padrão do estimador !$ T^*_{3(300)1} !$ é igual a !$ \sqrt{1,418} !$.
 

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2918277 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
Considerando a amostra aleatória com presença de observações atípicas Y1,d, Y2,d,..., Y300,d, o viés (ou vício) do estimador !$ T^*_{1(300)d} !$ é igual a !$ \large{5\sigma_d\over3} !$.
 

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2918276 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
Considerando a amostra aleatória com presença de observações atípicas Y1,d, Y2,d,..., Y300,d, tem-se que !$ T^*_{3(300)d} !$ não é tendencioso para a estimação da média μ.
 

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2918275 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Um levantamento será realizado a respeito de uma população normal N(μ, σ2), em que μ e σ2 são, respectivamente, a média e a variância. Os parâmetros μ e σ2 são desconhecidos. O coordenador do levantamento, sabendo da possibilidade de ocorrência de muitos valores atípicos (outliers) na amostra, contratou um consultor de estatística para auxiliá-lo. Considerando que uma amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn será retirada dessa população, o consultor determinou que as três funções aleatórias seguintes são possíveis estimadores para μ.
!$ T_{1(n)}={\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_k\over n}},~T_{2(n)}=\large{(\sqrt{2})\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}w(X_k)\over n} !$ e !$ T_{3(n)}=\large{\sum\limits^{n}_{k=1} X_{k}h(X_k)\over\sum\limits^{n}_{k=1}h(X_k)}, !$
em que w(Xk) = exp{–(Xkμ)2 / 2σ2}, h(Xk) = exp{–(Xk – T1)2 / 2S2} e S2 é a variância amostral.
Para avaliar a robustez do estimador T3 na presença de dados atípicos, o consultor apresentou um experimento Monte Carlo com 5 mil replicações de amostras com n = 300 para cada uma das situações hipotéticas: N(10, 1), N(10, 10) e N(10, 100). Em seguida, dentro de cada situação, valores atípicos foram adicionados em cada amostra, da seguinte forma:
!$ \begin{cases}~~~~~ Y_{k,d} = X_k,~~~~~~\mathrm{se}~~ 1\le k\le200,\\Y_{k,d} = X_k + 5\sigma_d,~~~~ \mathrm{se}~~k>200, \end{cases} !$
em que σd é o desvio-padrão da distribuição na situação hipotética e d = 1, 2 ou 3. Finalmente, foram obtidas as realizações:
!$ T^*_{1(n)d}={\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}\over 300}} !$ e !$ T^*_{3(n)d}=\large{\sum\limits^{300}_{k=1} Y_{k,d}h(Y_{k,d})\over\sum\limits^{300}_{k=1}h(Y_{k,d})} !$
em que !$ h(Y_{k,d})=\mathsf{exp}\left \{\large{-(Y_{k,d}-T^*_{1(n)d})^2\over2S^2_d} \right \}. \quad !$
A tabela seguinte mostra as estimativas dos erros quadráticos médios (EQM) e das variâncias (VAR) dos estimadores.
T * 1(n)d T * 3(n)d
d população EQM VAR EQM VAR
1 N(10, 1) 2,780 0,003 1,418 0,004
2 N(10, 10) 27,812 0,034 14,216 0,043
3 N(10, 100) 278,101 0,315 141,884 0,409
Considerando as informações acima, julgue o próximo item.
Considerando a amostra aleatória simples X1, X2,..., Xn , é correto afirmar que T2(n) é um estimador não tendencioso (não viciado) para a média μ.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2918274 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
A partir de dados organizados pelo Ministério das Cidades, um consultor modelou o número de domicílios vagos em municípios da região Centro-Oeste do Brasil em função do tipo de localização (zona rural ou zona urbana) dos domicílios e do número de habitantes. Foram consideradas as seguintes variáveis: J = 0, para domicílios da zona rural, e J = 1, para domicílios da zona urbana; DViJ = número de domicílios vagos no município i, localizados na zona J em 2000; POPiJ = número de habitantes no município i que vivem na zona J em 2000.
Dos 446 municípios existentes na região Centro-Oeste, o consultor tomou os 64 municípios mais populosos, sendo os restantes agregados como “demais municípios”. Dessa forma, i = 1, ..., 65. O consultor considerou um modelo de regressão linear na forma
!$ \ell !$n(DViJ) = β0 + β1 × J + β2 × !$ \ell !$n(POPiJ) + β3 × J × !$ \ell !$n(POPiJ) + !$ \varepsilon !$iJ,
em que !$ \varepsilon !$iJ representa o erro aleatório normal com média zero e variância σ2; β0, β1, β2 e β3 são os coeficientes do modelo e !$ \ell !$n denota a função logaritmo natural. Um relatório preliminar apresentado pelo consultor contém os resultados da tabela a seguir:
análise de variância
fonte de variação graus de
liberdade
soma dos
quadrados
quadrado
médio
razão F p-valor
modelo de regressão 3 210,8 70,3 140,6 < 0,0001
J 1 108,5
!$ \ell !$n(POPiJ) 1 93,5
J × !$ \ell !$n(POPiJ) 1 142,8
J,!$ \ell !$n(POPiJ) 2 201,4
J,J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 191,3
!$ \ell !$n(POPiJ),J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 206,8
erro 126 64,7 0,5
Na tabela mostrada, as somas dos quadrados com 1 ou 2 graus de liberdade são as somas de quadrados parciais quando, respectivamente, apenas uma ou duas fontes são consideradas no modelo. O modelo completo ajustado é
!$ \ell !$n(DViJ) = – 0,33 – 4,25 × J + 0,55 × !$ \ell !$n(POPiJ) + 0,55 × J × !$ \ell !$n(POPiJ),
e a estimativa do erro padrão do estimador !$ \widehat{\beta}_0 !$ é igual a 1.
Considerando as informações do texto acima, julgue o item que se segue.
É inferior a 0,9 a estimativa da variância do erro aleatório quando se considera o modelo reduzido
!$ \ell !$n(DViJ) = β0 + β3 × J × !$ \ell !$n(POPiJ) + !$ \varepsilon !$iJ.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2918273 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
A partir de dados organizados pelo Ministério das Cidades, um consultor modelou o número de domicílios vagos em municípios da região Centro-Oeste do Brasil em função do tipo de localização (zona rural ou zona urbana) dos domicílios e do número de habitantes. Foram consideradas as seguintes variáveis: J = 0, para domicílios da zona rural, e J = 1, para domicílios da zona urbana; DViJ = número de domicílios vagos no município i, localizados na zona J em 2000; POPiJ = número de habitantes no município i que vivem na zona J em 2000.
Dos 446 municípios existentes na região Centro-Oeste, o consultor tomou os 64 municípios mais populosos, sendo os restantes agregados como “demais municípios”. Dessa forma, i = 1, ..., 65. O consultor considerou um modelo de regressão linear na forma
!$ \ell !$n(DViJ) = β0 + β1 × J + β2 × !$ \ell !$n(POPiJ) + β3 × J × !$ \ell !$n(POPiJ) + !$ \varepsilon !$iJ,
em que !$ \varepsilon !$iJ representa o erro aleatório normal com média zero e variância σ2; β0, β1, β2 e β3 são os coeficientes do modelo e !$ \ell !$n denota a função logaritmo natural. Um relatório preliminar apresentado pelo consultor contém os resultados da tabela a seguir:
análise de variância
fonte de variação graus de
liberdade
soma dos
quadrados
quadrado
médio
razão F p-valor
modelo de regressão 3 210,8 70,3 140,6 < 0,0001
J 1 108,5
!$ \ell !$n(POPiJ) 1 93,5
J × !$ \ell !$n(POPiJ) 1 142,8
J,!$ \ell !$n(POPiJ) 2 201,4
J,J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 191,3
!$ \ell !$n(POPiJ),J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 206,8
erro 126 64,7 0,5
Na tabela mostrada, as somas dos quadrados com 1 ou 2 graus de liberdade são as somas de quadrados parciais quando, respectivamente, apenas uma ou duas fontes são consideradas no modelo. O modelo completo ajustado é
!$ \ell !$n(DViJ) = – 0,33 – 4,25 × J + 0,55 × !$ \ell !$n(POPiJ) + 0,55 × J × !$ \ell !$n(POPiJ),
e a estimativa do erro padrão do estimador !$ \widehat{\beta}_0 !$ é igual a 1.
Considerando as informações do texto acima, julgue o item que se segue.
É inferior a 0,5 o coeficiente de correlação parcial entre a variável resposta e a variável J, supondo que as demais variáveis estejam no modelo.
 

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2918272 Ano: 2006
Disciplina: Estatística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
A partir de dados organizados pelo Ministério das Cidades, um consultor modelou o número de domicílios vagos em municípios da região Centro-Oeste do Brasil em função do tipo de localização (zona rural ou zona urbana) dos domicílios e do número de habitantes. Foram consideradas as seguintes variáveis: J = 0, para domicílios da zona rural, e J = 1, para domicílios da zona urbana; DViJ = número de domicílios vagos no município i, localizados na zona J em 2000; POPiJ = número de habitantes no município i que vivem na zona J em 2000.
Dos 446 municípios existentes na região Centro-Oeste, o consultor tomou os 64 municípios mais populosos, sendo os restantes agregados como “demais municípios”. Dessa forma, i = 1, ..., 65. O consultor considerou um modelo de regressão linear na forma
!$ \ell !$n(DViJ) = β0 + β1 × J + β2 × !$ \ell !$n(POPiJ) + β3 × J × !$ \ell !$n(POPiJ) + !$ \varepsilon !$iJ,
em que !$ \varepsilon !$iJ representa o erro aleatório normal com média zero e variância σ2; β0, β1, β2 e β3 são os coeficientes do modelo e !$ \ell !$n denota a função logaritmo natural. Um relatório preliminar apresentado pelo consultor contém os resultados da tabela a seguir:
análise de variância
fonte de variação graus de
liberdade
soma dos
quadrados
quadrado
médio
razão F p-valor
modelo de regressão 3 210,8 70,3 140,6 < 0,0001
J 1 108,5
!$ \ell !$n(POPiJ) 1 93,5
J × !$ \ell !$n(POPiJ) 1 142,8
J,!$ \ell !$n(POPiJ) 2 201,4
J,J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 191,3
!$ \ell !$n(POPiJ),J × !$ \ell !$n(POPiJ) 2 206,8
erro 126 64,7 0,5
Na tabela mostrada, as somas dos quadrados com 1 ou 2 graus de liberdade são as somas de quadrados parciais quando, respectivamente, apenas uma ou duas fontes são consideradas no modelo. O modelo completo ajustado é
!$ \ell !$n(DViJ) = – 0,33 – 4,25 × J + 0,55 × !$ \ell !$n(POPiJ) + 0,55 × J × !$ \ell !$n(POPiJ),
e a estimativa do erro padrão do estimador !$ \widehat{\beta}_0 !$ é igual a 1.
Considerando as informações do texto acima, julgue o item que se segue.
Considerando que β2 !$ \ne !$ 0 e β3 = 0, é inferior a 0,7 o coeficiente de determinação parcial entre a variável resposta e a variável J.
 

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