Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1505724 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba
Provas:

Texto II


Cuidado com as dietas alternativas


Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.


(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Assinale a assertiva em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505723 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba
Provas:

Texto II


Cuidado com as dietas alternativas


Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.


(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

Se crudivorismo só permite consumo de vegetais crus, vegetarianismo, no seu sentindo puro, permite, então, o consumo de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505722 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba
Provas:

Texto II


Cuidado com as dietas alternativas


Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.


(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)

No período “Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que as dos adultos”, o vocábulo grifado refere-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1505721 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Curitiba
Orgão: Col.Mil. Curitiba
Provas:

Texto I


Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    “Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade […]” (linhas 9 e 10).

    Assinale o item em que o termo apontar está sendo empregado com o mesmo sentido daquele apresentado no período em destaque.

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505720 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    Segundo o texto, entre as causas que contribuíram para o aparecimento de uma geração de crianças sedentárias e que se alimentam mal, duas delas são:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505719 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505718 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    Observe: […] hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a obesidade infantil.” (linhas 7 e 8). O período em destaque significa, dentro do contexto em que está inserido, que:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505717 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    No período: “[...] uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).” (linhas 16 e 17), a palavra em destaque somente não pode ser substituída, sem perda de sentido, por:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505716 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    Em “Se a obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.” (linhas 24 a 26), os termos sublinhados expressam, respectivamente, as noções de:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas
    1505715 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: Col.Mil. Curitiba
    Orgão: Col.Mil. Curitiba
    Provas:

    Texto I


    Obesidade infantil


  • _____Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
  • drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
  • se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
  • aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
  • crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
  • antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
  • saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
  • obesidade infantil.
  • _____Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
  • com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
  • acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
  • obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
  • _____Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
  • desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
  • do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
  • _____Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
  • Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
  • milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
  • desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
  • e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
  • maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
  • para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
  • infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
  • _____É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
  • obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
  • saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
  • _____Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
  • com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.

  • (GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)

    Com relação à estrutura do texto em estudo, pode-se afirmar que:

     

    Provas

    Questão presente nas seguintes provas