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- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosTeorema de Pitágoras
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
(B16) Um estacionamento foi construído em um terreno em forma de triângulo retângulo, sendo que a entrada fica em uma rua perpendicular à rua onde fica a saída, como representado na figura.
Sabemos que:
- O maior lado desse terreno mede 60m;
- O perímetro do terreno mede 144m;
- A área total do terreno mede 864m².
A medida do lado onde se localiza a entrada desse estacionamento, em metros, vale:

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Um estacionamento tem 250 vagas. Ao meio-dia da última segunda-feira, um funcionário observou que o número de vagas ocupadas excedia em 10 vagas ao dobro do número de vagas livres. Quantos carros estavam no estacionamento naquele momento?

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O texto a seguir servirá de base para o item 20.
Texto IV

Para promover a imagem do Ministério da Saúde, o anunciante utiliza como argumento um valor social que está subjacente ao texto. Assinale a assertiva que marca e interpreta adequadamente esse valor:
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O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
A palavra em destaque do período “Se houver mosquito, pode haver transmissão.” denota para o período uma ideia de
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O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
Em “O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença.”, a função sintática, do termo em destaque, está corretamente indicada em
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O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
“Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.” A respeito do uso da vírgula, no período anterior, está correto afirmar que foi utilizada para
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Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
“Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya.” Na fala de Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde, pode-se inferir que
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Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
Em “O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.”, a palavra em destaque encerra a ideia de que:
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O texto a seguir servirá de base para os itens 14 a 19.
Texto III
Brasil tem primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya
Por Lígia Formenti
Doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem ciclo de contaminação mais rápido do que a dengue
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta terça-feira, 16, os primeiros casos de transmissão da febre Chikungunya no Brasil em toda a história. Trata-se de um pai e uma filha, moradores de Oiapoque, no Amapá e com idade de 53 e 31 anos, respectivamente. Nenhum deles viajou para fora do Brasil, algo que dá certeza de que a transmissão ocorreu no território nacional.
Uma das maiores preocupações é a de que o vírus pode ser transmitido por dois mosquitos conhecidos de brasileiros: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, ambos transmissores da dengue. O ciclo de transmissão da doença é mais rápido do que o da dengue. Bastam sete dias para que o mosquito contaminado possa transmitir a doença para a população.
Transmitido pela picada de mosquito infectado com o vírus CHIKV, o Chikungunya provoca febre alta, dores de cabeça, erupção de pele, conjuntivite e dor nas articulações. Esta última pode durar meses. O tratamento é feito com medicamentos para combater os sintomas da doença. Alguns pacientes precisam fazer fisioterapia para reduzir as dores nas articulações.
O Chikungunya começou a se espalhar pelo mundo em 2013, quando a doença passou a afetar a região do Caribe. Desde então, foram encontrados casos em Venezuela e Guiana, Panamá, Porto Rico, Suriname. Cerca de 650 mil casos foram suspeitos, com 9 mil confirmados em laboratório. No Brasil, três casos importados haviam sido confirmados em 2010. O número saltou para 37 casos importados.
Os dois casos brasileiros foram confirmados semana passada. Os pacientes passam bem. De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a maior preocupação com o Chikungunya é de janeiro a maio. Ele não quis fazer previsões sobre a dimensão de uma eventual epidemia.
Barbosa lembrou que a transmissão é rápida - a exemplo do que ocorre com a dengue. Mas ele observa que toda a população brasileira é suscetível. Barbosa afirmou que neste ano, o LIRAa, levantamento de infestação rápido de mosquitos, será feito não apenas do Aedes aegypti, mas também do Aedes albopictus. "Estamos nos preparando para o pior cenário. Se houver mosquito, pode haver transmissão. Não vale a pena apostar contra o Chikungunya. É importante que todo município redobre os esforços de prevenção", disse Jarbas Barbosa.
O secretário afirmou que a campanha deste ano vai alertar sobre os riscos de Chikungunya.
Texto adaptado para essa avaliação, acesso em 17/09/14
Sobre as assertivas abaixo todas estão corretas, EXCETO:
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O texto a seguir servirá de base para os itens 11 a 13.
Texto II

A opção que apresenta o tipo de relação estabelecida pela locução prepositiva destacada em “Fora de controle” é de:
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