Foram encontradas 40 questões.
Seja a sequência de figuras a seguir.
A figura que substitui corretamente a interrogação é
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A sequência !$ \sqrt {27} ; (2x −1) \sqrt {27} ; 9 \sqrt { 27} !$ forma uma progressão geométrica. O sexto termo desta progressão, tal que x ∈ R, é
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Acerca da estrutura da Administração Pública Municipal, nos termos da Lei Orgânica, são entidades dotadas de personalidade jurídica própria que compõem a administração indireta, EXCETO:
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2468828
Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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São etapas fundamentais para a elaboração de um bom treinamento sobre prevenção de acidentes de trabalho:
I. EPI’s e EPC’s da empresa.
II. Histórico de acidentes na empresa.
III. Riscos ocupacionais e seus agentes causadores.
IV. Conhecimento da profissiografia dos participantes.
Estão corretas apenas as alternativas
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2468692
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Leia o texto para responder à questão que trata do tema apresentado nesta reportagem.
O desmatamento da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do país, aumentou 29% no último ano em relação ao período entre 2010 e 2011 e é o maior desde 2008. A área desmatada foi de 23.548 hectares (235 km2), sendo 21.977 hectares de perda de florestas, 1.554 hectares de supressão de vegetação de restinga e 17 hectares de destruição de mangues. O dado é uma comparação dos dez Estados avaliados em todos os períodos (BA, ES, GO, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP).

Enquanto o Espírito Santo e o Mato Grosso do Sul apresentaram redução de 93% e 92% do desmate, respectivamente, o Mapa confirma que continua na liderança do desmatamento, com aumento de 70% em relação ao período anterior, o estado de(o)
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2468602
Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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O exame médico demissional, será obrigatoriamente realizado até a data da homologação, desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado em determinado período estipulado por lei. Assinale-o.
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2468487
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Leia o trecho a seguir.
“A dura realidade das guerras, que apenas no século XX mataram 200 milhões de pessoas, não impede que as indústrias de armamentos busque tecnologias menos agressivas ao meio ambiente.”
(Revista IstoÉ. Edição 2270, 22/05/2013. p. 98.)
Sobre os conflitos bélicos ocorridos no século XX, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
Na passagem “... este que vos atormenta,...” (5º§), os pronomes “este” e “vos”, referem-se, respectivamente, ao
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Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
De acordo com o texto, a expressão “testemunha ocular” (3º§) significa que alguém
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2467263
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
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Leia o texto para responder à questão que referencia o tema tratado nesta reportagem.
A candidatura de José Graziano, que exerceu durante quatro anos o posto de diretor da FAO para a América Latina, foi impulsionada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e formalizada em janeiro pela atual presidente Dilma Rousseff. “A candidatura ganha destaque diante do êxito do Brasil no domínio agrícola em suas várias vertentes, na produção, na pesquisa e, sobretudo, no combate à fome, na promoção da segurança alimentar e do desenvolvimento com inclusão social”, indicou a nota do Executivo ao anunciar a candidatura.
(Portal UOL – 26/06/2011 – 11h37.)
A organização presidida, atualmente, pelo brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro do Governo Luiz Inácio Lula da Silva, tem sua sede na cidade de
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