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Foram encontradas 40 questões.

2453274 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
“Um momento que marcou história na economia mundial foi o rebaixamento da nota de crédito da potência econômica , em 5 de agosto de 2011, que passou de AAA, o chamado ‘triple A’, para AA+, segundo a agência de classificação de risco , devido à crescente dívida e do pesado déficit no orçamento do país.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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2452903 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
A gradação consiste em expor ideias em ordem crescente ou decrescente em um texto. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta uma gradação.
 

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2452234 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
O novo relatório da Comissão de Investigação da ONU sobre direitos humanos na Síria, divulgado em junho de 2013, afirma que a Organização tem motivos para acreditar no uso de armas químicas em confrontos no país nos últimos meses. Segundo o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, que preside a Comissão Internacional de Inquérito, há denúncias recebidas sobre o uso de armas químicas pelos dois lados. A maioria se refere ao seu uso pelo governo. Sobre este conflito, é correto afirmar que
 

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2452136 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
Considere as seguintes afirmativas:
I. Em “Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios...” (4º§), os parênteses foram utilizados para enfatizar o significado de um termo subsequente.
II. Participou da constituição morfológica dos adjetivos “imbatíveis”, “indecentes” e “inesgotáveis” um prefixo de valor negativo.
III. Em “... pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo.” (2º§), a palavra grifada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por “portanto”.
IV.Na passagem “... poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti.” (2º§), ocorre um caso de mesóclise, uma vez que o verbo encontra-se flexionado no futuro do pretérito e o pronome fica intercalado ao verbo.
Estão corretas as afirmativas
 

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2452042 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Leia o texto para responder à questão que referencia o tema tratado nesta reportagem.
A candidatura de José Graziano, que exerceu durante quatro anos o posto de diretor da FAO para a América Latina, foi impulsionada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e formalizada em janeiro pela atual presidente Dilma Rousseff. “A candidatura ganha destaque diante do êxito do Brasil no domínio agrícola em suas várias vertentes, na produção, na pesquisa e, sobretudo, no combate à fome, na promoção da segurança alimentar e do desenvolvimento com inclusão social”, indicou a nota do Executivo ao anunciar a candidatura.
(Portal UOL – 26/06/2011 – 11h37.)
Para qual organização internacional o brasileiro José Graziano da Silva foi eleito diretor-geral em meados de 2011, substituindo o senegalês Jacques Diouf?
 

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2452027 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Campeonato do desperdício
No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que “nem tanto”.
Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que “nem tanto”. Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão de que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado), o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico tirou-nos a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de Banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.
(Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/cultura/campeonato-do-desperdicio/#todos-comentarios. Acesso em: 18/05/2013.)
O autor lançou mão, ao longo do texto, de alguns questionamentos. Trata-se de um recurso argumentativo conhecido como pergunta retórica, utilizado para
 

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2451450 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Em um determinado órgão público, 20% dos funcionários possuem nível fundamental, 50% possuem nível médio e 30% possuem nível superior. Sabe-se que neste órgão não existe cargo que exija nível superior e todos os funcionários investidos nos cargos de nível fundamental possuem, de fato, nível fundamental. Então, a probabilidade de se escolher, ao acaso, dentre os cargos de nível médio, um funcionário que tenha nível superior é
 

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2449929 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Leia o texto para responder à questão que trata do tema apresentado nesta reportagem.
O desmatamento da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do país, aumentou 29% no último ano em relação ao período entre 2010 e 2011 e é o maior desde 2008. A área desmatada foi de 23.548 hectares (235 km2), sendo 21.977 hectares de perda de florestas, 1.554 hectares de supressão de vegetação de restinga e 17 hectares de destruição de mangues. O dado é uma comparação dos dez Estados avaliados em todos os períodos (BA, ES, GO, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP).
Enunciado 2704811-1
Embora abranja grande extensão do território brasileiro, a Mata Atlântica possui maior concentração de vegetação na região
 

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2455821 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
A NR 35 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. Cabe aos trabalhadores, EXCETO:
Questão Desatualizada

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2453454 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CODEG
Ao ligar certo ventilador de teto, sua hélice começa a girar de tal forma que a cada décimo de segundo sua rotação aumenta em duas voltas até atingir a rotação máxima e constante. Sabendo-se que a rotação máxima da hélice é de 40 voltas por segundo, o número de voltas que terá completado em torno de seu eixo ao final de 10 segundos, é
Questão Anulada e Desatualizada

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