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O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever “na segunda fila” ou “ter ou não ter eis a questão” sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente nos servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei essa história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italiano não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do “replace”, ordenou que toda vez que aparecesse a palavra “Julieta”, fosse ela substituída pela palavra “Bárbara”. Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada “Romeu e Bárbara”.
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: “Nada é completamente bom, nada é completamente mau”.
(Cony, Carlos Heitor. O bom e o mau. In: Costa, Manuel da Silva (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.)
No trecho “... sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente nos servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.” (2º§), o conectivo destacado estabelece com a ideia que o antecede uma relação de
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O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever “na segunda fila” ou “ter ou não ter eis a questão” sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente nos servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei essa história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italiano não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do “replace”, ordenou que toda vez que aparecesse a palavra “Julieta”, fosse ela substituída pela palavra “Bárbara”. Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada “Romeu e Bárbara”.
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: “Nada é completamente bom, nada é completamente mau”.
(Cony, Carlos Heitor. O bom e o mau. In: Costa, Manuel da Silva (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.)
Releia os seguintes trechos da crônica.
I. “Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas.” (2º§)
II. “Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria nome de Julieta.” (3º§)
Diante do exposto, assinale a afirmativa correta.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODESP
“Localizado no Noroeste Fluminense, Natividade possui clima , recebendo, inicialmente, enquanto município, o nome de Natividade do .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CODESP
Leia o texto retirado de um blog na web, referente a uma tradicional escola de Porciúncula.
“Em 1945, o Deputado Carlos Pinto Filho encabeçou o movimento para a fundação de um colégio em Porciúncula, que começou com uma doação de cem contos de réis, feita pelo Prefeito de Itaperuna, engenheiro Edmundo Régis Bittencourt. Em janeiro de 1947 foi feita uma lista de contribuições que arrecadou cerca de Cr$ 429.250,00 (quatrocentos e vinte e nove mil e duzentos e cinquenta cruzeiros) e, no dia 09 de maio deste mesmo ano, foi inaugurado o ‘Ginásio Governador Edmundo de Macedo Soares’, nome do então governador do Estado, que muito contribuíra para sua fundação.”
Esta unidade educacional recebe hoje a denominação de
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O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever “na segunda fila” ou “ter ou não ter eis a questão” sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente nos servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei essa história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italiano não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do “replace”, ordenou que toda vez que aparecesse a palavra “Julieta”, fosse ela substituída pela palavra “Bárbara”. Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada “Romeu e Bárbara”.
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: “Nada é completamente bom, nada é completamente mau”.
(Cony, Carlos Heitor. O bom e o mau. In: Costa, Manuel da Silva (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.)
Nessa crônica, o escritor aponta, sobretudo,
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O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever “na segunda fila” ou “ter ou não ter eis a questão” sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente nos servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei essa história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italiano não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do “replace”, ordenou que toda vez que aparecesse a palavra “Julieta”, fosse ela substituída pela palavra “Bárbara”. Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada “Romeu e Bárbara”.
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: “Nada é completamente bom, nada é completamente mau”.
(Cony, Carlos Heitor. O bom e o mau. In: Costa, Manuel da Silva (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.)
Comumente escritas para colunas de jornais e revistas, as crônicas são textos geralmente curtos que registram o cotidiano. Considerando, porém, a intenção do escritor, pode-se concluir mais precisamente que a finalidade dessa crônica é
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