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Foram encontradas 50 questões.

2391538 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Com base na teoria da tabela de Cutter, assinale a alternativa que representa os elementos que formam o número de Cutter para um determinado material bibliográfico:
 

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2391136 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Um certo produto alimentício, mantido em temperatura ambiente, apresenta validade de 15 dias contados a partir do dia seguinte à data de sua fabricação. Se mantido sob refrigeração, o prazo de validade aumenta em 60%. Em qual data foi fabricado um desses produtos que, mantido sob refrigeração, teve sua validade expirada no dia 18 de junho?
 

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2391013 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Sobre a disseminação da informação em bibliotecas, assinale a alternativa que corresponde a divulgação de informações sobre materiais recebidos ou selecionados, de acordo com a área específica de interesse de cada usuário:
 

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2390437 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Das referências a seguir, constituem parte da receita do Conselho Federal de Enfermagem, EXCETO:
 

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2390112 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sejam os conjuntos M = ]– 4, 9]; N = [4, 12[ e P = [9, 15[. Quantos números inteiros pertencem ao conjunto (M !$ \cap !$ N) !$ \cup !$ (N !$ \cap !$ P) ?
 

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2389740 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Numa escola foram escolhidos 9 alunos para fazer uma viagem. Qual das afirmações a seguir sobre os alunos escolhidos é necessariamente verdadeira?
 

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2389481 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Márcio é mais velho que Pedro, que é mais baixo que João. João é mais novo que Márcio, que é mais alto que Pedro. João não foi o último a nascer e nem é o mais alto. O mais novo e o mais alto são, respectivamente:
 

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2389294 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Em processo de aquisição, assinale a modalidade que consiste na troca de documentos disponíveis por outros de interesse da Unidade de Informação (Biblioteca) de outras instituições:
 

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2405348 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

“... já que o que é tramado por organizações governamentais...” A palavra sublinhada anteriormente pode ser substituída, sem perda semântica, por:

Questão Anulada e Desatualizada

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2395329 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

Observe: “Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia...” Assinale a alternativa que faz o plural da mesma forma que a palavra sublinhada:

Questão Anulada e Desatualizada

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