Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2393013 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sobre as informações do PIB dos Municípios disponíveis no site do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as cidades de São Francisco do Conde (BA), Triunfo (RS) e Quissamã (RJ) integravam a lista dos cinco municípios com maiores rendas per capitas do Brasil e todos com um mesmo tipo de produto como base de sua riqueza:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2392641 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Provas:
Com relação a Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS), analise:
I. Os ataques DoS (Denial of Service), são também denominados Ataques de Negação de Serviços.
II. Ataques DoS consistem em tentativas de impedir que usuários legítimos utilizem determinados serviços de um computador ou de um grupo de computadores.
III. DDoS, sigla para Distributed Denial of Service, é um tipo de ataque DoS de grandes dimensões, ou seja, que utiliza até milhares de computadores para atacar uma determinada máquina.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2392487 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Assinale a alternativa em que o uso da crase encontra-se INCORRETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391690 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
O produto de dois números distintos é igual a 1. Sobre esses números, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A conferência da ONU para o clima, a COP-16, realizada em Cancún, no México, terminou de forma inesperada, pois contrariando a expectativa de que não haveria anúncios relevantes ao final do encontro, foram firmadas duas decisões:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391451 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Infere-se do texto “Uma evolução silenciosa” que:

I. É necessário insistir no crescimento econômico e na proteção ambiental, conciliando meio ambiente e produção.

II. O Brasil, ao apostar em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza, colabora com a preservação dos biomas e de sua diversidade.

III. A população atual exige ética do mercado e do poder político.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390824 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Assinale a seguir uma oração sem sujeito:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2390389 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
O nome válido do aplicativo do BrOffice.org utilizado para a criação de apresentações multimídias é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2389872 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Numa determinada papelaria, o dobro do preço de uma caneta é igual ao triplo do preço de um lápis. Sendo assim, pode-se afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2389723 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Sobre a vegetação brasileira é correto afirmar, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas