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Foram encontradas 391 questões.

2397470 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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São algoritmos criptográficos válidos de chave simétrica, EXCETO:
 

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2397454 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Qual script é executado em tempo de boot pelo RedHat?
 

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2397452 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Uma evolução silenciosa

No século XX, o meio ambiente despontou como a grande questão estratégica, desafiando os cânones da economia, da vida em sociedade e da cultura. No século XXI, a questão permanece no topo de nossos desafios, porém em outra dimensão e escala. O meio ambiente não está mais na defensiva, contra a corrente. Faz parte de escolhas cujo núcleo é um amálgama indissociável de soluções ao mesmo tempo econômicas, sociais, ambientais e culturais. Não há mais tempo para insistir no equivocado antagonismo entre crescimento econômico e proteção ambiental ou mesmo na sua versão amenizada de “conciliar meio ambiente e produção” como se fossem opostos buscando a convivência possível. Agora o que temos pela frente é a tarefa histórica de pensar todos esses termos como modelo de desenvolvimento, e não mais como retalhos dos diferentes interesses existentes na sociedade.

O século XXI é o tempo de procurar o que há de comum na diversidade de interesses e a partir daí, sem deixar de conservar o que precisa ser conservado, construir o novo inescapável. Nada pode representar mais fielmente o que nos é comum do que a nossa própria sobrevivência e a de nosso planeta, diante da gravíssima crise configurada pelo aquecimento global. A capacidade de adaptação e de rever conceitos é igualmente importante para países, instituições, empresas, indivíduos. Não tê-la (ou, no mínimo, não buscá-la) é praticamente uma autocondenação à absolescência. As economias sustentáveis, com tecnologias limpas, sepultarão antigas estruturas firmadas em modelos predatórios. Isso deve significar o fim de impérios insustentáveis que, assim como os megabancos tragados logo no início da crise financeira internacional, tendem a desaparecer. Nessa “seleção natural”, o poder de decisão estará com a consciência globalizada de uma população cada vez mais atenta, que quer saber a origem do produto, questiona a forma como ele é produzido e descartado, conhece os danos que pode causar ao meio ambiente. E exige ética do mercado e do poder político.

No atual jogo geopolítico, a preservação dos biomas e de sua diversidade é um dos maiores ativos. É isso que decidirá quem vai adiante, adaptando-se aos novos tempos, e quem fica para trás, na poeira da história. O Brasil, detentor de imensa biodiversidade, tem uma responsabilidade específica e pode colaborar fortemente para apontar as saídas, desde que ouça a voz de sua própria população e aposta em educação, inovação, pesquisa científica e integração dos saberes tradicionais associados à natureza. Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontando por inúmeros e respeitados cientistas. Diante disso, é preciso saber distinguir onde estão as riquezas e oportunidades.

(Marina Silva, com adaptações, Revista Veja, 22/12/2010)

Observe as orações: “Estamos vivendo a era dos limites e das incertezas, como já foi apontado por inúmeros e respeitados cientistas.” A relação entre elas é de:

 

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2397427 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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O Juiz conhecerá de ofício das seguintes matérias, EXCETO:
 

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2397413 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) Em “não havia psicanalistas” (1º§), a forma verbal “havia” poderia estar no plural, concordando com “psicanalistas”.

( ) Em “onde os seres imortais se manifestavam” (1º§) a palavra destacada pode ser substituída, sem que haja alteração do sentido do período, por nos quais.

( ) A colocação de uma vírgula depois do termo “perguntou” (1º§) mantém o sentido e a correção gramatical do período.

( ) Em “mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe” (2º§), a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do período, por todavia.

( ) O emprego de preposição em “a conclusões opostas” (3º§) justifica-se pela regência de “interlocutores” (3º§).

A sequência está correta em:

 

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2397411 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Com base em Containers ou API de uma plataforma de programação para servidores na linguagem de programação Java Enterprise Edition analise:
I. Servlets são utilizados para o desenvolvimento de aplicações Web com conteúdo dinâmico. Ele contém uma API que abstrai e disponibiliza os recursos do servidor Web de maneira simplificada para o programador.
II. EJBs (Enterprise Java Beans) são utilizados no desenvolvimento de componentes de software. Eles permitem que o programador se concentre nas necessidades do negócio do cliente, enquanto questões de infraestrutura, segurança, disponibilidade e escalabilidade são responsabilidade do servidor de aplicações.
III. JPA (Java Persistence API) é utilizado para conexão persistente com base de dados e aplicações com desenvolvimento em plataformas paralelas.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
 

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2397381 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Qual das opções a seguir NÃO representa um tipo de Trust do Windows 2003 Active Directory?
 

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2397376 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
O contexto em que as organizações operam é constituído por duas partes: o ambiente externo ou macro ambiente e pelo ambiente específico ou interno.” Marque a alternativa que NÃO contempla uma característica do ambiente externo:
 

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2397371 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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É uma linguagem de programação orientada a objetos:
 

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2397369 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Se a TV está desligada, então o rádio está no volume máximo. Se a TV está ligada, então ou a luminária está acesa ou o carro está na garagem. Se o carro está na garagem, o cachorro está solto. Mas o cachorro fica solto, se e somente se não for verdade que o tempo está ruim. Ora, o tempo está ruim e a luminária não está acesa. Logo:
 

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