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Sobre a anatomia da mão humana, assinale a afirmativa incorreta.
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A pele é marcada por características que vários métodos buscam classificar, levando-se em consideração especialmente fatores como raça e etnia. A respeito das variações cutâneas e suas características, é correto afirmar que
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Sobre as características do sistema tegumentar, constituído pela pele e seus anexos, sendo o maior órgão do corpo humano, analise as afirmativas abaixo:
I. O estrato basal da epiderme é onde ficam as células tronco da epiderme e por conta da sua atividade de mitose esse extrato também é conhecido como germinativo.
II. No estrato córneo epidérmico existem as células de Merkel e melanócitos.
III. Somente as células de Merkel são capazes de fagocitar e processar antígenos estranhos ne pele.
IV. A derme é a camada mais exposta da pele, a que se vê a olho nu e é onde ficam os anexos cutâneos, vasos sanguíneos e linfáticos além de nervos e terminações nervosas sensoriais.
V. As glândulas odoríferas estão localizadas na parte mais externa da epiderme e se caracterizam por serem tubulares e sem ramificações.
Após análise, admite-se como correta(s)
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Órgão do Ministério de Ciênci a e Tecnologia
proíbe uso de animais em pesquisas sobre cosméticos
O Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) proibiu o uso de animais, exceto seres humanos, na realização de pesquisa para desenvolvimento de cosméticos, produtos de higiene e perfumes.
O órgão é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologiaa, e a decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º.).
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
"Fica proibido o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamenteb", diz a norma.
A aprovação nesta quarta (1°) ocorre após a publicação de uma série de resoluções normativas pelo conselho nos últimos oito anos reconhecendo a aplicação de métodos alternativos para pesquisas em animais.
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidadec aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
As técnicas de uso alternativo existem desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando cresceu a preocupação de entidades de proteção aos animais e comitês de ética em pesquisa internacionaisd sobre os estresses e danos causados aos animais em laboratório.
Nos últimos anos, houve avanço nas novas técnicas que podem substituir os animais em pesquisas, como os órgãos em chips e os organoides 3D.
No Brasil, todas as instituições de pesquisa e ensino que realizam estudos em organismos vivos devem apresentar comissões de ética do uso animal (Ceuas) que avaliam o uso de animais em laboratório para pesquisas científicas.
No fim do ano passado, o Senado Federal já havia aprovado um projeto similar. A matéria, porém, ainda está na Câmara.
A aprovação da medida no Legislativo poderia reforçar a proibição ao uso de animais, mas a norma do Concea já tem o poder de vetar essa possibilidade.
O veto ao uso de animais nessas pesquisas é defendido por diversas organizações não governamentaise que militam na causa animal.
(Matheus Teixeira e Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/03/orgao-do-ministerio-de- ciencia-e-tecnologia-proibe-uso-de-animais-em-pesquisas-sobre-cosmeticos.shtml. 1º.mar.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra, no texto, tenha sido formada por composição.
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Órgão do Ministério de Ciênci a e Tecnologia
proíbe uso de animais em pesquisas sobre cosméticos
O Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) proibiu o uso de animais, exceto seres humanos, na realização de pesquisa para desenvolvimento de cosméticos, produtos de higiene e perfumes.
O órgão é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º.).
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
"Fica proibido o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamente", diz a norma.
A aprovação nesta quarta (1°) ocorre após a publicação de uma série de resoluções normativas pelo conselho nos últimos oito anos reconhecendo a aplicação de métodos alternativos para pesquisas em animais.
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidade aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
As técnicas de uso alternativo existem desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando cresceu a preocupação de entidades de proteção aos animais e comitês de ética em pesquisa internacionais sobre os estresses e danos causados aos animais em laboratório.
Nos últimos anos, houve avanço nas novas técnicas que podem substituir os animais em pesquisas, como os órgãos em chips e os organoides 3D.
No Brasil, todas as instituições de pesquisa e ensino que realizam estudos em organismos vivos devem apresentar comissões de ética do uso animal (Ceuas) que avaliam o uso de animais em laboratório para pesquisas científicas.
No fim do ano passado, o Senado Federal já havia aprovado um projeto similar. A matéria, porém, ainda está na Câmara.
A aprovação da medida no Legislativo poderia reforçar a proibição ao uso de animais, mas a norma do Concea já tem o poder de vetar essa possibilidade.
O veto ao uso de animais nessas pesquisas é defendido por diversas organizações não governamentais que militam na causa animal.
(Matheus Teixeira e Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/03/orgao-do-ministerio-de- ciencia-e-tecnologia-proibe-uso-de-animais-em-pesquisas-sobre-cosmeticos.shtml. 1º.mar.2023)
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidade aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
O segmento após os dois-pontos, no período acima, estabelece em relação ao trecho anterior, um valor de
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Órgão do Ministério de Ciênci a e Tecnologia
proíbe uso de animais em pesquisas sobre cosméticos
O Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) proibiu o uso de animais, exceto seres humanos, na realização de pesquisa para desenvolvimento de cosméticos, produtos de higiene e perfumes.
O órgão é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º.).
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
"Fica proibido o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamente", diz a norma.
A aprovação nesta quarta (1°) ocorre após a publicação de uma série de resoluções normativas pelo conselho nos últimos oito anos reconhecendo a aplicação de métodos alternativos para pesquisas em animais.
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidade aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
As técnicas de uso alternativo existem desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando cresceu a preocupação de entidades de proteção aos animais e comitês de ética em pesquisa internacionais sobre os estresses e danos causados aos animais em laboratório.
Nos últimos anos, houve avanço nas novas técnicas que podem substituir os animais em pesquisas, como os órgãos em chips e os organoides 3D.
No Brasil, todas as instituições de pesquisa e ensino que realizam estudos em organismos vivos devem apresentar comissões de ética do uso animal (Ceuas) que avaliam o uso de animais em laboratório para pesquisas científicas.
No fim do ano passado, o Senado Federal já havia aprovado um projeto similar. A matéria, porém, ainda está na Câmara.
A aprovação da medida no Legislativo poderia reforçar a proibição ao uso de animais, mas a norma do Concea já tem o poder de vetar essa possibilidade.
O veto ao uso de animais nessas pesquisas é defendido por diversas organizações não governamentais que militam na causa animal.
(Matheus Teixeira e Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/03/orgao-do-ministerio-de- ciencia-e-tecnologia-proibe-uso-de-animais-em-pesquisas-sobre-cosmeticos.shtml. 1º.mar.2023)
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
O pronome sublinhado no período acima desempenha papel
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Órgão do Ministério de Ciênci a e Tecnologia
proíbe uso de animais em pesquisas sobre cosméticos
O Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) proibiu o uso de animais, exceto seres humanos, na realização de pesquisa para desenvolvimento de cosméticos, produtos de higienea e perfumes.
O órgão é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a decisão foi publicadab no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º.).
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
"Fica proibido o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticosc e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamente", diz a norma.
A aprovação nesta quarta (1°) ocorre após a publicação de uma série de resoluções normativas pelo conselho nos últimos oitod anos reconhecendo a aplicação de métodos alternativos para pesquisas em animais.
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidade aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
As técnicas de uso alternativo existem desde o finald dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando cresceu a preocupação de entidades de proteção aos animais e comitês de ética em pesquisa internacionais sobre os estresses e danos causados aos animais em laboratório.
Nos últimos anos, houve avanço nas novas técnicas que podem substituir os animais em pesquisas, como os órgãos em chips e os organoides 3D.
No Brasil, todas as instituições de pesquisa e ensino que realizam estudos em organismos vivos devem apresentar comissões de ética do uso animal (Ceuas) que avaliam o uso de animais em laboratório para pesquisas científicas.
No fim do ano passado, o Senado Federal já havia aprovado um projeto similar. A matéria, porém, ainda está na Câmara.
A aprovação da medida no Legislativo poderia reforçar a proibição ao uso de animais, mas a norma do Concea já tem o poder de vetar essa possibilidade.
O veto ao uso de animais nessas pesquisas é defendido por diversas organizações não governamentais que militam na causa animal.
(Matheus Teixeira e Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/03/orgao-do-ministerio-de- ciencia-e-tecnologia-proibe-uso-de-animais-em-pesquisas-sobre-cosmeticos.shtml. 1º.mar.2023)
Assinale a alternativa em que a palavra, no texto, exerça papel adjetivo.
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Órgão do Ministério de Ciênci a e Tecnologia
proíbe uso de animais em pesquisas sobre cosméticos
O Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) proibiu o uso de animais, exceto seres humanos, na realização de pesquisa para desenvolvimento de cosméticos, produtos de higiene e perfumes.
O órgão é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º.).
A medida afirma que é obrigatória no Brasil a adoção de métodos alternativos que reduzam o uso de animais nesse tipo de estudo.
"Fica proibido o uso de animais vertebrados, exceto seres humanos, em pesquisa científica e no desenvolvimento e controle da qualidade de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamente", diz a norma.
A aprovação nesta quarta (1°) ocorre após a publicação de uma série de resoluções normativas pelo conselho nos últimos oito anos reconhecendo a aplicação de métodos alternativos para pesquisas em animais.
Entre os métodos reconhecidos são 17 alternativas divididas em sete desfechos (o que se procura investigar na pesquisa): avaliação de irritação e corrosão da pele; irritação e corrosão ocular; potencial de fototoxicidade (danos após exposição à luz solar); avaliação da absorção cutânea; potencial de sensibilização cutânea; toxicidade aguda; e genotoxicidade (possibilidade de induzir alterações genéticas no organismo).
As técnicas de uso alternativo existem desde o final dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando cresceu a preocupação de entidades de proteção aos animais e comitês de ética em pesquisa internacionais sobre os estresses e danos causados aos animais em laboratório.
Nos últimos anos, houve avanço nas novas técnicas que podem substituir os animais em pesquisas, como os órgãos em chips e os organoides 3D.
No Brasil, todas as instituições de pesquisa e ensino que realizam estudos em organismos vivos devem apresentar comissões de ética do uso animal (Ceuas) que avaliam o uso de animais em laboratório para pesquisas científicas.
No fim do ano passado, o Senado Federal já havia aprovado um projeto similar. A matéria, porém, ainda está na Câmara.
A aprovação da medida no Legislativo poderia reforçar a proibição ao uso de animais, mas a norma do Concea já tem o poder de vetar essa possibilidade.
O veto ao uso de animais nessas pesquisas é defendido por diversas organizações não governamentais que militam na causa animal.
(Matheus Teixeira e Ana Bottallo. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/03/orgao-do-ministerio-de- ciencia-e-tecnologia-proibe-uso-de-animais-em-pesquisas-sobre-cosmeticos.shtml. 1º.mar.2023)
Em relação às ideias do texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Caso os componentes das novas fórmulas contenham substâncias aprovadas cientificamente, poderão ser empregados alternativamente em animais.
II. Apesar de existir somente projeto de lei específico para a proibição de uso dos produtos em animais, a norma do Concea já pode proibir tal prática.
III. A norma editada não é de todo original e inovadora, pois há alguns anos já se vinham estabelecendo os limites da experimentação animal.
Assinale
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A utilização de Nitrato de Prata como técnica de revelação de Impressões Papilares Latentes é bastante antiga. A técnica baseia-se na reação entre, a substância citada anteriormente, com os íons cloretos presentes na impressão digital. Sobre o tema, analise os itens abaixo:
I. A superfície de interesse é imersa em uma cuba contendo solução 5 % de nitrato de prata, durante, aproximadamente, trinta segundos.
II. O produto desta reação, cloreto de prata, é de considerável insolubilidade em água à temperatura ambiente.
III. Deve-se deixar a superfície contendo a IPL secar em uma câmara escura. Após isto, ela é exposta à luz solar, o tempo necessário para que o íon prata seja reduzido à prata metálica, revelando a IPL sob um fundo negro
IV. A impressão digital revelada deve ser fotografada rapidamente antes que toda a superfície escureça. Contudo, a impressão pode ser preservada quando guardada em um local escuro ou quando tratada com solução de tiossulfato de sódio a 10 %, semelhante com o que ocorre no processo fotográfico.
Após análise, admite-se como incorreta
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Ao se observar uma impressão digital, alguns princípios são levados em consideração, sendo eles: a Variabilidade, a Perenidade e a Imutabilidade, sobre os quais há uma afirmativa incorretamente disposta a seguir.
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