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Observe a foto a seguir:
Enunciado 421985-1
* Tradução: “Sem futuro.”
A foto apresente um trabalho do controverso artista britânico Bansky. Grafiteiro, pintor, ativista político e cineasta, Bansky tem como principal objetivo ressignificar, por meio do seu trabalho estético, o espaço público, conferindo às paredes, ao asfalto, aos muros e aos monumentos das praças novos e expressivos significados. Trata-se, pois, de uma proposta dialógica, que se propõe a fomentar o intercâmbio entre o popular e o erudito, rompendo as barreiras acadêmicas e gerando um novo espaço de discussões. Essa proposta pode ser CORRETAMENTE relacionada ao conceito de:
 

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Leia o seguinte texto, adaptado do sítio drauziovarella.com.br, que servirá de base para a questão:
Obesidade na Infância: mitos e verdades
Drauzio Varella
O tempo em que a desnutrição das crianças envergonhava o país está perto do final. Não que tenhamos virado essa página da história: 6% das crianças com menos de 05 anos ainda apresentam déficit de altura, mas em 2006-2007 havia 7,1%. Na década de 1970, o déficit de altura atingia 29,3% das crianças na faixa dos 05 aos 09 anos; hoje, essa porcentagem caiu para 7,2%. Por razões óbvias, esses números são maiores nas regiões Norte e Nordeste e nas famílias de renda mais baixa. O que se nota é que, ao contrário da escassez de alimentos que martirizava parte significante da população, o desenvolvimento e a distribuição de renda um pouco menos perversa trouxeram para os brasileiros um problema característico dos países mais ricos: a obesidade infantil.
Segundo o IBGE, uma em cada três crianças de 05 a 09 anos está com excesso de peso, e 14,3% são obesas. Nos últimos 35 anos, o excesso de peso na adolescência aumentou seis vezes. Na faixa de 10 a 19 anos. Ele já atinge 21,5% da população. Esses números são assustadores, porque a probabilidade de uma criança gordinha tornar-se adulto obeso é de 90%.
As causas do aumento da prevalência de obesidade na infância têm sido atribuídas ao consumo de alimentos de elevado teor calórico e à falta de atividade física. É lógico que a oferta sem fim de doces, biscoitos e chocolates anunciados o tempo todo pelos meios de comunicação de massa, por meio de campanhas publicitárias apelativas e condenáveis, o tempo de inatividade diante da TV e do computador e a violência nas cidades modernas conspiraram para reduzir o gasto energético da criança de hoje, mas há outros fatores envolvidos. Esses fatores incluem o ganho excessivo de peso materno durante a gravidez, o fumo durante a gestação, a amamentação por período menor do que o recomendado e a diminuição do número de horas de sono na infância.
Ao redor da 15ª semanas da vida fetal, surgem as primeiras células especializadas em armazenar gordura, os adipócitos. No decorrer do primeiro ano de vida, os adipócitos praticamente não se multiplicam, apenas crescem e se enchem de gordura para criar reservas de energia que serão mobilizadas, quando a criança começar a andar. À medida que a criança cresce e se movimenta, esses depósitos serão consumidos gradativamente até atingir os níveis mais baixos aos 05 ou 06 anos. As que chegam com excesso de peso nessa idade correm risco de assim permanecer na vida adulta. O aumento excessivo de peso da mãe grávida interfere com o programa que controla o ciclo metabólico do feto. Os estudos mostram que os filhos de mulheres que engordam excessivamente durante a gravidez correm 48% mais risco de chegar com excesso de peso aos 07 anos.
O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.
Pois bem: está comprovado que nessa fase da vida (primeira infância), existe nítida predisposição para alimentos com alta densidade calórica, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Consecutivamente, se não houver insistência na oferta do leite materno, o paladar poderá se fixar exclusivamente em doces e gorduras. Portanto, a prevenção da obesidade infantil começa na gestação; a do adulto dura a vida inteira.
Com base no texto, é CORRETO afirmar:
 

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408436 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
Leia o texto abaixo, adaptado do Estadão de 22/11/2011, que servirá de base para a questão:
Altos e baixos
Bethânia cantando Chico Buarque oscilou entre fortes emoções, momentos previsíveis e erros feios
Terça, 22 de Novembro de 2011
LAURO LISBOA GARCIA , CURITIBA
Um vídeo de Maria Bethânia cantando Sem Fantasia com Chico Buarque, no show de 35 anos de carreira da cantora, em 2000, no Rio, foi – ironicamente - o momento de maior comoção na apresentação de anteontem em Curitiba, dentro do projeto Circuito Cultural Banco do Brasil. Quando um vídeo da estrela comove mais que a presença física dela, algo está errado. A canção em forma de diálogo é um dos marcos do histórico encontro do compositor e da cantora em 1975. Não por acaso ela incluiu no roteiro outras seis canções daquele show, registrado em disco ao vivo: Sonho Impossível, Sem Açúcar, Gota d'Água, Quem Te Viu, Que Te Vê, Olê Olá e Noite dos Mascarados.
Além disso, Bethânia contempla outras canções pontuais de Chico em sua carreira, especialmente da década de 1970, como Rosa dos Ventos (que abre o primeiro ato), Terezinha (primeira do segundo ato) e Olhos nos Olhos. Sem grandes surpresas, é nessas em que ela demonstra estar mais à vontade. Para quem acompanha a carreira da cantora, isso é tão natural quanto previsível. O Baioque que Chico faz em seu show atual, assumindo uma pegada forte roqueira, é muito mais intenso, ousado e inventivo do que tudo o que Bethânia e banda colocam em cena. O primeiro ato, aliás, é um tanto tenso, custa a engrenar, com músicos e cantora não falando a mesma língua em vários momentos.
Na sequência de Sem Fantasia, perto do fim do show, ela canta outro clássico do compositor, Olê Olá, em que diz "não chore ainda não", "não vale chorar". Soou até irônico, já que entre os mais de 2.200 fãs que lotaram o Teatro Guaíra havia nesse momento muitos deles enxugando as lágrimas. O vídeo tanto arrebatou o público quanto expôs a fragilidade de outras amarras do show e, por conta desse impacto, nos bastidores, a diretora Monique Gardenberg, idealizadora do projeto, comentou que deve haver modificação no roteiro já na apresentação de hoje, em São Paulo. Como mais uma profunda declaração de amor a Chico, Bethânia deve cantar Todo o Sentimento, que tinha ficado de fora. Amor ou desamor, ternura, tempo e memória são temas que compõem o roteiro de mais de 30 canções - como Tatuagem (letra de Ruy Guerra), Tira as Mãos de Mim, Valsinha, Maninha, João e Maria, Minha História.
Como sempre monta seus shows pautada pela teatralidade, Bethânia também elegeu canções de forte carga dramática, como as de conotação política e social, algumas das quais o próprio Chico já considerou datadas, mas que têm lugar na memória afetiva dela e do público e podem ser interpretadas em outro contexto - Roda Viva, Cálice, Apesar de Você e Vai Trabalhar Vagabundo, Gente Humilde (parceria com Garoto e Vinicius de Moraes) mantém-se firme. Já Brejo da Cruz é uma que pode ser suprimida do roteiro sem prejuízo da dramaturgia. Primeiro porque é uma das canções mais repetitivas e menos estimulantes de Chico. Segundo porque Bethânia não decorou a letra (convenhamos, não é fácil) e cometeu vários deslizes.
Tropeços. Em outros momentos ela também se atrapalhou na leitura de versos em papel impresso, apoiado numa estante de partituras. Não há encanto que mantenha o interesse do público em situações como essa. Ainda que no teleprompter dê para disfarçar melhor, cantar lendo, sem dirigir o olhar para a plateia, como no caso de Vai Trabalhar, Vagabundo e até A Banda (no bis), que todo mundo conhece, fica frio, burocrático. E ela sabe disso.
Quando se tem um coringa para lançar em seguida, dá para levar adiante. O duro é quando se chega ao final que deixa marcas de decepção, porque o que tinha intenção de ser apoteótico vira um anticlímax. Além de ela tropeçar na letra, o samba-enredo Chico Buarque da Mangueira (a única música sem a assinatura dele no show) é fraco, só tem um refrão razoável, e não surtiu efeito. Fica a sugestão para o encerramento: apesar de batida, já que está aí, Quem Te Viu, Quem Te Vê sempre tem uma forte resposta do público e aqui não foi diferente. É o samba saindo de cena com a altivez digna do compositor e daquela que é, indiscutivelmente – e com méritos, a sua maior intérprete.
Sobre o texto de Lauro Lisboa Garcia, assinale a única alternativa CORRETA:
 

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387298 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
Leia o texto abaixo, adaptado do Estadão de 22/11/2011, que servirá de base para a questão:
Altos e baixos
Bethânia cantando Chico Buarque oscilou entre fortes emoções, momentos previsíveis e erros feios
Terça, 22 de Novembro de 2011
LAURO LISBOA GARCIA , CURITIBA
Um vídeo de Maria Bethânia cantando Sem Fantasia com Chico Buarque, no show de 35 anos de carreira da cantora, em 2000, no Rio, foi – ironicamente - o momento de maior comoção na apresentação de anteontem em Curitiba, dentro do projeto Circuito Cultural Banco do Brasil. Quando um vídeo da estrela comove mais que a presença física dela, algo está errado. A canção em forma de diálogo é um dos marcos do histórico encontro do compositor e da cantora em 1975. Não por acaso ela incluiu no roteiro outras seis canções daquele show, registrado em disco ao vivo: Sonho Impossível, Sem Açúcar, Gota d'Água, Quem Te Viu, Que Te Vê, Olê Olá e Noite dos Mascarados.
Além disso, Bethânia contempla outras canções pontuais de Chico em sua carreira, especialmente da década de 1970, como Rosa dos Ventos (que abre o primeiro ato), Terezinha (primeira do segundo ato) e Olhos nos Olhos. Sem grandes surpresas, é nessas em que ela demonstra estar mais à vontade. Para quem acompanha a carreira da cantora, isso é tão natural quanto previsível. O Baioque que Chico faz em seu show atual, assumindo uma pegada forte roqueira, é muito mais intenso, ousado e inventivo do que tudo o que Bethânia e banda colocam em cena. O primeiro ato, aliás, é um tanto tenso, custa a engrenar, com músicos e cantora não falando a mesma língua em vários momentos.
Na sequência de Sem Fantasia, perto do fim do show, ela canta outro clássico do compositor, Olê Olá, em que diz "não chore ainda não", "não vale chorar". Soou até irônico, já que entre os mais de 2.200 fãs que lotaram o Teatro Guaíra havia nesse momento muitos deles enxugando as lágrimas. O vídeo tanto arrebatou o público quanto expôs a fragilidade de outras amarras do show e, por conta desse impacto, nos bastidores, a diretora Monique Gardenberg, idealizadora do projeto, comentou que deve haver modificação no roteiro já na apresentação de hoje, em São Paulo. Como mais uma profunda declaração de amor a Chico, Bethânia deve cantar Todo o Sentimento, que tinha ficado de fora. Amor ou desamor, ternura, tempo e memória são temas que compõem o roteiro de mais de 30 canções - como Tatuagem (letra de Ruy Guerra), Tira as Mãos de Mim, Valsinha, Maninha, João e Maria, Minha História.
Como sempre monta seus shows pautada pela teatralidade, Bethânia também elegeu canções de forte carga dramática, como as de conotação política e social, algumas das quais o próprio Chico já considerou datadas, mas que têm lugar na memória afetiva dela e do público e podem ser interpretadas em outro contexto - Roda Viva, Cálice, Apesar de Você e Vai Trabalhar Vagabundo, Gente Humilde (parceria com Garoto e Vinicius de Moraes) mantém-se firme. Já Brejo da Cruz é uma que pode ser suprimida do roteiro sem prejuízo da dramaturgia. Primeiro porque é uma das canções mais repetitivas e menos estimulantes de Chico. Segundo porque Bethânia não decorou a letra (convenhamos, não é fácil) e cometeu vários deslizes.
Tropeços. Em outros momentos ela também se atrapalhou na leitura de versos em papel impresso, apoiado numa estante de partituras. Não há encanto que mantenha o interesse do público em situações como essa. Ainda que no teleprompter dê para disfarçar melhor, cantar lendo, sem dirigir o olhar para a plateia, como no caso de Vai Trabalhar, Vagabundo e até A Banda (no bis), que todo mundo conhece, fica frio, burocrático. E ela sabe disso.
Quando se tem um coringa para lançar em seguida, dá para levar adiante. O duro é quando se chega ao final que deixa marcas de decepção, porque o que tinha intenção de ser apoteótico vira um anticlímax. Além de ela tropeçar na letra, o samba-enredo Chico Buarque da Mangueira (a única música sem a assinatura dele no show) é fraco, só tem um refrão razoável, e não surtiu efeito. Fica a sugestão para o encerramento: apesar de batida, já que está aí, Quem Te Viu, Quem Te Vê sempre tem uma forte resposta do público e aqui não foi diferente. É o samba saindo de cena com a altivez digna do compositor e daquela que é, indiscutivelmente – e com méritos, a sua maior intérprete.
Sobre o conteúdo do texto de Lauro Lisboa Garcia, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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Steve Jobs, falecido em outubro de 2011, nos Estados Unidos, foi um dos grandes gênios da indústria tecnológica, revolucionando não só o setor da computação, mas também outros segmentos, como o da música e o da telefonia. Como inovador no processo que visa ao desenvolvimento do produto final ao consumidor, Jobs é citado, por Leander Kahney, como o “Henry Ford da tecnologia”. Tal qual Jobs, porém focando nos transportes, Ford trouxe à indústria diversas inovações, e, sendo um empreendedor, além de inventor, revolucionou os processos de produção.
As alternativas a seguir apresentam características do processo produtivo implementado por Henry Ford, também conhecido como “fordismo”, EXCETO:
 

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Leia o seguinte texto, adaptado do sítio drauziovarella.com.br, que servirá de base para a questão:
Obesidade na Infância: mitos e verdades
Drauzio Varella
O tempo em que a desnutrição das crianças envergonhava o país está perto do final. Não que tenhamos virado essa página da história: 6% das crianças com menos de 05 anos ainda apresentam déficit de altura, mas em 2006-2007 havia 7,1%. Na década de 1970, o déficit de altura atingia 29,3% das crianças na faixa dos 05 aos 09 anos; hoje, essa porcentagem caiu para 7,2%. Por razões óbvias, esses números são maiores nas regiões Norte e Nordeste e nas famílias de renda mais baixa. O que se nota é que, ao contrário da escassez de alimentos que martirizava parte significante da população, o desenvolvimento e a distribuição de renda um pouco menos perversa trouxeram para os brasileiros um problema característico dos países mais ricos: a obesidade infantil.
Segundo o IBGE, uma em cada três crianças de 05 a 09 anos está com excesso de peso, e 14,3% são obesas. Nos últimos 35 anos, o excesso de peso na adolescência aumentou seis vezes. Na faixa de 10 a 19 anos. Ele já atinge 21,5% da população. Esses números são assustadores, porque a probabilidade de uma criança gordinha tornar-se adulto obeso é de 90%.
As causas do aumento da prevalência de obesidade na infância têm sido atribuídas ao consumo de alimentos de elevado teor calórico e à falta de atividade física. É lógico que a oferta sem fim de doces, biscoitos e chocolates anunciados o tempo todo pelos meios de comunicação de massa, por meio de campanhas publicitárias apelativas e condenáveis, o tempo de inatividade diante da TV e do computador e a violência nas cidades modernas conspiraram para reduzir o gasto energético da criança de hoje, mas há outros fatores envolvidos. Esses fatores incluem o ganho excessivo de peso materno durante a gravidez, o fumo durante a gestação, a amamentação por período menor do que o recomendado e a diminuição do número de horas de sono na infância.
Ao redor da 15ª semanas da vida fetal, surgem as primeiras células especializadas em armazenar gordura, os adipócitos. No decorrer do primeiro ano de vida, os adipócitos praticamente não se multiplicam, apenas crescem e se enchem de gordura para criar reservas de energia que serão mobilizadas, quando a criança começar a andar. À medida que a criança cresce e se movimenta, esses depósitos serão consumidos gradativamente até atingir os níveis mais baixos aos 05 ou 06 anos. As que chegam com excesso de peso nessa idade correm risco de assim permanecer na vida adulta. O aumento excessivo de peso da mãe grávida interfere com o programa que controla o ciclo metabólico do feto. Os estudos mostram que os filhos de mulheres que engordam excessivamente durante a gravidez correm 48% mais risco de chegar com excesso de peso aos 07 anos.
O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.
Pois bem: está comprovado que nessa fase da vida (primeira infância), existe nítida predisposição para alimentos com alta densidade calórica, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Consecutivamente, se não houver insistência na oferta do leite materno, o paladar poderá se fixar exclusivamente em doces e gorduras. Portanto, a prevenção da obesidade infantil começa na gestação; a do adulto dura a vida inteira.
Após a leitura do parágrafo apresentado abaixo, assinale a alternativa INCORRETA:
“O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.”
 

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373605 Ano: 2011
Disciplina: Serviço Social
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
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O governo federal lançou o Plano Brasil sem Miséria, que agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, bem como inclusão produtiva. Para tanto, estão sendo empreendidos esforços na relação entre as três esferas de governo. Os diagnósticos realizados por institutos e órgãos de referência indicam que a pobreza no Brasil possui particularidades regionais que exigem estratégias diferentes para o campo e para a cidade.
Sobre os aspectos essenciais da operacionalização do Plano Brasil sem Miséria, analise as proposições a seguir:
I. A busca ativa será a estratégia utilizada para localizar, cadastrar e inserir famílias no Plano.
II. A Bolsa Verde é uma estratégia definida para incentivar crianças e jovens residentes em áreas rurais para que acessem a escola e recebam uma bolsa.
III. O Plano Brasil sem miséria é direcionado aos brasileiros que residem em domicílios cuja renda per capita mensal é de R$ 70,00, o que caracteriza a extrema pobreza, segundo o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
IV. O Plano Brasil sem Miséria aprimorou o Programa Comunidade Solidária, iniciado no governo de Fernando Henrique Cardoso, e ampliou suas metas para erradicar a extrema miséria.
V. Os Centros de Referência de Assistência social foram definidos como pontos de atendimento dos programas do Plano Brasil sem Miséria.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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Leia o seguinte texto, adaptado do sítio drauziovarella.com.br, que servirá de base para a questão:
Obesidade na Infância: mitos e verdades
Drauzio Varella
O tempo em que a desnutrição das crianças envergonhava o país está perto do final. Não que tenhamos virado essa página da história: 6% das crianças com menos de 05 anos ainda apresentam déficit de altura, mas em 2006-2007 havia 7,1%. Na década de 1970, o déficit de altura atingia 29,3% das crianças na faixa dos 05 aos 09 anos; hoje, essa porcentagem caiu para 7,2%. Por razões óbvias, esses números são maiores nas regiões Norte e Nordeste e nas famílias de renda mais baixa. O que se nota é que, ao contrário da escassez de alimentos que martirizava parte significante da população, o desenvolvimento e a distribuição de renda um pouco menos perversa trouxeram para os brasileiros um problema característico dos países mais ricos: a obesidade infantil.
Segundo o IBGE, uma em cada três crianças de 05 a 09 anos está com excesso de peso, e 14,3% são obesas. Nos últimos 35 anos, o excesso de peso na adolescência aumentou seis vezes. Na faixa de 10 a 19 anos. Ele já atinge 21,5% da população. Esses números são assustadores, porque a probabilidade de uma criança gordinha tornar-se adulto obeso é de 90%.
As causas do aumento da prevalência de obesidade na infância têm sido atribuídas ao consumo de alimentos de elevado teor calórico e à falta de atividade física. É lógico que a oferta sem fim de doces, biscoitos e chocolates anunciados o tempo todo pelos meios de comunicação de massa, por meio de campanhas publicitárias apelativas e condenáveis, o tempo de inatividade diante da TV e do computador e a violência nas cidades modernas conspiraram para reduzir o gasto energético da criança de hoje, mas há outros fatores envolvidos. Esses fatores incluem o ganho excessivo de peso materno durante a gravidez, o fumo durante a gestação, a amamentação por período menor do que o recomendado e a diminuição do número de horas de sono na infância.
Ao redor da 15ª semanas da vida fetal, surgem as primeiras células especializadas em armazenar gordura, os adipócitos. No decorrer do primeiro ano de vida, os adipócitos praticamente não se multiplicam, apenas crescem e se enchem de gordura para criar reservas de energia que serão mobilizadas, quando a criança começar a andar. À medida que a criança cresce e se movimenta, esses depósitos serão consumidos gradativamente até atingir os níveis mais baixos aos 05 ou 06 anos. As que chegam com excesso de peso nessa idade correm risco de assim permanecer na vida adulta. O aumento excessivo de peso da mãe grávida interfere com o programa que controla o ciclo metabólico do feto. Os estudos mostram que os filhos de mulheres que engordam excessivamente durante a gravidez correm 48% mais risco de chegar com excesso de peso aos 07 anos.
O sabor do leite materno não é o mesmo em todas as mamadas; ocorrem modificações no decorrer do dia em função da alimentação da mãe. Bebês alimentados com mamadeira não experimentam tal variedade de sabores, pois o gosto do leite em pó é sempre o mesmo. Estudos mostram que a diversidade de sensações gustativas ligadas à amamentação está associada ao desenvolvimento de paladares mais variados. As crianças têm preferência inata por sabores doces e salgados, rejeição pelos amargos e azedos e dificuldade para aceitar novas experiências gustativas. Calcula-se que devam ser expostas de cinco a dez vezes, em média, para adaptar-se ao gosto de um novo alimento.
Pois bem: está comprovado que nessa fase da vida (primeira infância), existe nítida predisposição para alimentos com alta densidade calórica, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Consecutivamente, se não houver insistência na oferta do leite materno, o paladar poderá se fixar exclusivamente em doces e gorduras. Portanto, a prevenção da obesidade infantil começa na gestação; a do adulto dura a vida inteira.
Com relação ao artigo de Drauzio Varella, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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371085 Ano: 2011
Disciplina: Serviço Social
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
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A avaliação de projetos e programas sociais é orientada por 3 (três) grandes finalidades: avaliação de eficácia, de eficiência e de efetividade das ações desenvolvidas.
Sobre essas finalidades, é INCORRETO afirmar:
 

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370959 Ano: 2011
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: PUC-PR
Orgão: COHAPAR
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Quando se fala de política pública, está se falando de uma política cuja principal marca definidora é o fato de ser pública, isto é, de todos, e não porque seja estatal (do Estado) ou coletiva (de grupos particulares da sociedade) e muito menos individual. O caráter público dessa política não é dado apenas pela vinculação com o Estado nem pelo tamanho do agregado social que lhe demanda atenção, mas pelo fato de significar um conjunto de decisões e ações que resulta ao mesmo tempo de ingerências do Estado e da sociedade. Segundo Potyara A. P. Pereira, em seu texto apresentado no livro Políticas Social no Capitalismo : tendências contemporâneas. (2008, pp. 87 - 107.), a política pública apresenta as seguintes características:
I. Constitui um marco ou linha de orientação para ação pública, sob a responsabilidade de uma autoridade também pública (um organismo que aloca e administra bens públicos, como saúde, educação, assistência, entre outros) sob o controle da sociedade.
II. Visa concretizar direitos sociais conquistados pela sociedade e incorporados nas leis.
III. Guia-a pelo interesse da soberania particular e privada e principalmente do gestor municipal.
IV. Deve visar à satisfação da rentabilidade econômica privada e às necessidades do capital.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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