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Foram encontradas 40 questões.

1428696 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto III

O dono da bola

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.

Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.

Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo ...

- Espírito esportivo, nada! - berrava Caloca. - E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!

E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.

A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.

Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:

- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!

- Se eu não for o capitão do time, vou embora!

- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!

E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.

Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:

- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:

- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

-Viva!

- Viva o Catapimba!

-Viva!

- Viva o Carlos Alberto!

-Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.

Na narrativa, as personagens fazem parte de um grupo de amigos que jogam futebol juntos, mas só um, Caloca, tem uma cobiçada bola de couro. O conflito ocorre porque Caloca, ao jogar futebol,

 

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1426876 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

João comprou um telefone celular e pagou da seguinte forma: uma entrada de 25% (do valor do telefone) e o restante dividido em 5 (cinco) parcelas iguais, sendo R$ 60,00 o valor de cada uma. Qual foi o valor, em R$, da entrada?

 

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1364218 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Um caminhão transportou um camelo, um elefante, um rinoceronte e um hipopótamo para um zoológico. A soma dos pesos desses animais era de 12 toneladas. O camelo foi transportado na primeira viagem, o elefante na segunda, o rinoceronte na seguinte e, por último, o hipopótamo. O peso total do caminhão mais o animal, em cada viagem, foi de 6 toneladas, 9,5 toneladas, 7,5 toneladas e 9 toneladas, respectivamente. Qual é o peso, em quilogramas, do hipopótamo?

enunciado 1364218-1

 

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1364199 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Pedro encontra-se no degrau do meio de uma escada (do mesmo tipo da que consta na figura abaixo). Ele sobe 7 degraus e depois desce 5. Em seguida, sobe 3 degraus. Finalmente, sobe mais 6 e chega ao último degrau. Quantos degraus tem a escada?

 

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1361789 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto III

O dono da bola

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.

Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.

Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo ...

- Espírito esportivo, nada! - berrava Caloca. - E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!

E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.

A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.

Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:

- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!

- Se eu não for o capitão do time, vou embora!

- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!

E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.

Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:

- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:

- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

-Viva!

- Viva o Catapimba!

-Viva!

- Viva o Carlos Alberto!

-Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.

Na passagem "-A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!", o uso do ponto de exclamação tem o efeito de

 

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1358358 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

"Capicua (origem catalã: "cap i cua", cabeça e cauda) ou número palíndromo é um número cujo reverso é ele próprio."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Capicua

Exemplos de números palíndromos: 5, 232, 777, 580085, 1234321 e 1455665541.

Considerando apenas os números palíndromos entre 100 e 1000, qual é a diferença entre o maior e o menor deles?

 

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1353689 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto III

O dono da bola

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.

Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.

Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo ...

- Espírito esportivo, nada! - berrava Caloca. - E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!

E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.

A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.

Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:

- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!

- Se eu não for o capitão do time, vou embora!

- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!

E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.

Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:

- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:

- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

-Viva!

- Viva o Catapimba!

-Viva!

- Viva o Carlos Alberto!

-Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.

Duas palavras que sintetizam bem o que ocorre no desfecho da história são

 

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1349115 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto III

O dono da bola

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.

Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.

Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

- Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

- Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo ...

- Espírito esportivo, nada! - berrava Caloca. - E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!

E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.

A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.

Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:

- Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!

- Se eu não for o capitão do time, vou embora!

- Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!

E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.

Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:

- Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:

- A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

- Pois é isso mesmo! - disse o Beto, zangado. - É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

- Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

- Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

-Viva!

- Viva o Catapimba!

-Viva!

- Viva o Carlos Alberto!

-Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

- Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

ROCHA, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias! São Paulo: Moderna, 1999. p. 47-59.

No final da narrativa, a fala "Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!" indica que a personagem pretende

 

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1348385 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto V

Tirinha de Calvin

enunciado 1348385-1

A tirinha apresenta um diálogo entre Calvin e seu pai. Calvin apresenta um desenho simples e tenta convencer o pai a pagar caro por ele. Nesse contexto, o aspecto que contribui para tornar a situação engraçada é

 

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1328997 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Recife
Orgão: Col.Mil. Recife

Texto I

PROCURA-SE!

Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau!

O balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de cor bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em· cima e embaixo dos olhos.

Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos.

É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos.

Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução.

O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos.

O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre.

Fonseca, Lorena c.n; Alves, Maria Alice. Procura-se! Ciência hoje para crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul.2005. Disponível em
http://faunafloraextincao.blogspot.com.br. Acesso em 01 out 13.

No trecho: "Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos," a conjunção destacada inicia a parte da sentença que indica

 

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