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O que acontece com a temperatura de uma substância pura submetida gradual, durante a sua ebulição à pressão constante?
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TEXTO II
INFÂNCIA
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé!$ ^{(a} !$,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala!$ ^{(b} !$ - e nunca mais se
[esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu ... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro ... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda!$ ^{(d} !$.
E eu não sabia que minha história!$ ^{(e} !$
era mais bonita que a de Robinson Crusoé!$ ^{(c} !$
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973. p.53-4.)
Em qual das opções abaixo a análise gramatical foi feita corretamente?
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"O Brasil é um Dom do açúcar". Essa frase é atribuída a Antonil, um jesuíta toscano, que visitou as terras brasileiras no século XVI. Sua impressão não poderia ser outra: a metrópole portuguesa parecia disposta a transformar o Brasil num imenso canavial. A produção açucareira tornava-se o objetivo principal da coroa portuguesa, pois o pacto colonial estruturava as relações entre a colônia e a metrópole de maneira a canalizar todo o lucro do açúcar para Portugal. Foram vários os motivos que levaram Portugal a investir no açúcar. Assinale a opção que NÃO representa um desses motivos
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Assinale a opção que relaciona animais vertebrados que apresentam pêlos, homeotermia e viviparidade.
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Os trinta anos que vão da chegada de Cabral à de Martin Afonso de Sousa, 1500-1530 no Brasil, é denominado período pré-colonial. Qual das opções abaixo, apresenta características desse período?
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Condiderando que a vegetação espelha o clima de uma reglao, assinale a opção que, correlaciona corretamente o climograma acima com a sua correspondência vegetal e pedológica no país.
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Assinale a opção que apresenta os animais e as plantas que aparecem, naturalmente, na região dos cerrados brasileiros.
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O PORTUGUÊS DE PORTUGAL
(BAHIA,1964 - LÍNGUA PORTUGUESA )
Em Lisboa disseram a Luiz Forjaz Trigueiros que na Bahia o calor, além de tórrido, é constante, jamais faz frio. Luiz viaja ao Brasil em missão cultural, pede a Maria Helena que coloque na mala apenas roupas leves, as 5 mais leves. Assim desembarcou desvestido com elegância para o verão feroz.
Ora, em lugar de calor senegalês, uma onda abateu-se sobre a cidade, frio ainda mais difícil de suportar devido à umidade, o escritor sentiu-se enregelar. Dado 10 que o inverno se manteve, não lhe coube opção senão ir à compra de agasalho. Luiz se informou, rumou para a rua Chile, a de comércio fino e caro de prendas de vestir cavalheiros e senhoras. Deteve-se ante uma loja: ali se 15 exibia a peça exata que buscava para com ela resguardar o peito, evitar o resfriado, a gripe, a pneumonia: Luiz Forjaz pretende-se chegado a enfermidades nos brônquios e pulmões, o perigo de gripe o horroriza. De lã, chique, discreta, na cor preferida, estava à sua espera. Luiz 20 adentrou o estabelecimento, o vendedor acorreu solícito, colocou-se a seu serviço.
- Desejo comprar uma camisola - informou o literato luso, sorrindo com a delicadeza que o caracteriza.
Não menos delicado o balconista:
- O cavalheiro se enganou, aqui só vendemos artigos masculinos, mas na loja em frente, de artigos para senhoras, o senhor encontrará variado estoque de camisolas ...
Não tenho entendido, algum engano havia, Luiz insistiu:
Eu disse camisola ...
- Já lhe disse que não temos. - O caixeiro elevou a voz desconfiado que o simpático freguês fosse surdo de nascença.
- Como não tem, se acabo de ver na montra uma camisola castanha na medida própria.
- Onde disse ter visto camisola?
O balconista sentiu-se perdido, além de surdo o freguês falava língua desconhecida, nem espanhol, nem francês, 40 menos ainda inglês, dialetos que o rapaz identificava, familiar de sotaques e pronúncias. Não sabendo o que dizer, riu e coçou a cabeça. Um parvo, persuadiu-se Luiz Trigueiros, e, sem mais delongas, tomando-o gentilmente.
pelo braço - aos parvos deve-se tratar com firmeza sem no entanto abandonar a cortesia -, levou-o até a porta de onde, triunfante, mostrou-lhe na montra a camisola castanha:
- Ali está ela,a camisola, quanto vale?
A risada do rapaz não era mal-educada, mas continha uma ponta de deboche:
- Ilustre cavalheiro, fique sabendo que em bom português o senhor quer comprar um pulôver marrom igual ao que está na vitrine, não é isso? Por que não disse logo? Um suéter porreta e o preço é de arrasar ...
Encontrei Luiz no hotel envergando a camisola castanha, ou seja, o pulôver marrom, não sendo ainda o brasileiro competente que viria a ser anos depois devido aos azares da política, o escritor estava indignado:
- O gajo diz-me duas palavras em francês, uma em inglês e afirma estar falando em português, em bom português.
Em nosso bom português, Luiz, o do Brasil.
Hoje Luiz Forjaz Trigueiros traça na maciota nosso misturado português de mestiços, mas para escrever sua prosa escorreita, forte, tenra e colorida, conserva-se fiel ao português de Portugal, à língua de Camões.
(Navegação de cabotagem)
Em" ... é constante, jamais faz frio." (linhas 2 e 3), a palavra sublinhada é um verbo impessoal. Assinale a opção que apresenta corretamente o uso da concordância verbal.
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"João Pessoa, João Pessoa,
Bravo filho do Sertão,
Toda a pátria espera um dia,
A sua ressurreição."
Hino a João Pessoa Eduardo Souto e Oswaldo Santiago
"De sul a norte,
Todos viram a intrepidez,
De um Brasil heróico e forte a raiar no dia três.
Na Paraíba, Terra Santa, terra boa,
Finalmente está vingada, salve o grande João Pessoa.
Doutor Barbado deu o fora, foi se embora,
Não volta mais, não volta mais."
O Barbado foi-se - Lamartine Babo
Os dois trechos acima referem-se ao episódio que ficou conhecido como
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TEXTO II
INFÂNCIA
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala - e nunca mais se
[esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu ... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro ... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973. p.53-4.)
Levando em consideração que o título do texto é uma síntese do conteúdo, pode-se afirmar que
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