Foram encontradas 70 questões.
Observe a figura a seguir.

A figura acima apresenta um quadrado ABCD de lado 2. Sabe-se que E e F são, os pontos médios dos lados DC e CB, respectivamente. Além disso, EFGH também formam um quadrado e I está sobre o lado GH, de modo que GI = GH/4. Qual é a área do triângulo BCI?
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Considere um átomo neutro de enxofre ( 16S 32) que ao receber dois elétrons se transforma no íon ( 16S 32) -2. Este íon resultante apresentará os números de prótons, elétrons e nêutrons, respectivamente, iguais a
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O exame de urina é importante no diagnóstico de muitas doenças. Dentre os parâmetros que podem ser avaliados, a presença de proteínas, glicose, cristais de cálcio, de hemácias e leucócitos representa desvios da normalidade e indica a predisposição para doenças específicas. A tabela a seguir apresenta, para esses parâmetros, uma simulação de valores qualitativos normais para adultos e os resultados da análise da urina de quatro pacientes.
| Valores de Referência | Abel | Maria | Luísa | Pedro | |
| Proteínas | Ausentes | Ausentes | Presentes | Ausentes | Ausentes |
| Glicose | Ausente | Ausente | Ausente | Presente | Ausente |
| Hemoglobina | Ausente | Ausente | Ausente | Ausente | Ausente |
| Leucócitos | Ausentes | Ausentes | Ausentes | Ausentes | Muitos |
| Cristais de Cálcio | Ausentes | Presentes | Ausentes | Ausentes | Ausentes |
De acordo com a tabela acima, nota-se uma predisposição para a diabetes, para a formação de cálculos renais e existe a possibilidade de infecção urinária, respectivamente, em que pacientes?
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Observe a figura a seguir.
Na figura acima, sabe-se que k > 36°. Qual é o menor valor natural da soma x + y + z + t, sabendo que tal soma deixa resto 4, quando dividida por 5, e resto 11, quando dividida por 12?
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Em um laboratório de física, o professor sugeriu aos estudantes que fizessem experimentos com o objetivo de testar alguns sistemas ópticos. Após algumas escolhas, um estudante montou três experimentos, conforme mostrado a seguir.

Em relação aos três experimentos foram feitas as seguintes afirmações:
I - O sistema óptico 1 é um espelho plano e sua imagem é virtual.
II - O sistema óptico 1 é uma lente divergente e sua imagem é virtual.
III - O sistema óptico 2 é um espelho côncavo e o objeto encontra- se entre o foco e o vértice.
IV - O sistema óptico 2 é uma lente convergente e sua imagem é real.
V - O sistema óptico 3 é uma lente divergente e sua imagem é real.
VI - O sistema óptico 3 é um espelho convexo cuja imagem de um objeto real é virtual.
VII- Todos os sistemas ópticos são espelhos e todas as imagens são virtuais.
Estão corretas apenas as afirmações
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TEXTO I
Felicidade suprema
Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.
Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.
Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade.
[ ... ]
Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava nossa época, a sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E se o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade.
Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.
Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesso em 22
fev. 2012. (adaptado)
TEXTO II

Que frase do texto I ratifica as ideias mostradas no texto II?
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Somando todos os algarismos até a posição 2012 da representação decimal da fração irredutível !$ { \large 5 \over 7} !$ e, em seguida, divindo essa soma por 23, qual será o resto dessa divisão?
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O mundo atual depende da eletricidade e a demanda tem crescido fortemente visto que, a cada ano, milhares de pessoas passam a ter acesso a bens de consumo que, em sua grande maioria, são movidos a eletricidade. Alguns desses bens, com o valor das suas potências nominais, estão ligados a uma rede elétrica conforme mostrado a seguir.

Em relação à figura acima, sabendo que a intensidade da corrente elétrica que passa através do forno vale 10A, é correto afirmar que a resistência da lâmpada e a corrente circulante pelo chuveiro valem, respectivamente:
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TEXTO I
Felicidade suprema
Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.
Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.
Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade.
[ ... ]
Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava nossa época, a sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E se o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade.
Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.
Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesso em 22
fev. 2012. (adaptado)
TEXTO II

Qual das orações abaixo, retiradas do texto I, traz o objeto direto em destaque?
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Determine, no conjunto dos números reais, a soma dos valores de x na igualdade: !$ \left ({ \large 1 \over 1 + { \large x \over x^2 - 3}}\right) . \left ({ \large 2 \over x- { \large 3 \over x}} \right) = 1 !$
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