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Foram encontradas 70 questões.

980103 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto a seguir.
Em 1682, foi criada a Companhia Geral do Comércio do Estado do Maranhão, com o objetivo de controlar os atritos entre fazendeiros e religiosos na disputa pelo trabalho indígena, mais barato que o africano, e incentivar a produção local ... A companhia venderia aos habitantes do Maranhão produtos europeus, como azeite, vinho e tecidos, e deles compraria o que produzissem, corno algodão, açúcar, madeira e as drogas do sertão, para comercializar na Europa. Também deveria fornecer à região quinhentos escravos por ano, uma fonte alternativa de mão de obra, diante da resistência jesuítica em permitir a escravidão de nativos. Os preços cobrados pela companhia, entretanto, eram abusivos, e ela não cumpria os acordos, como o fornecimento de escravos.
VICENTINO, Claudio e OORIGO, Gianpaolo - Brasil - Editora Scipione, SP, 2010 - p. História Geral e do 358
O texto acima descreve uma situação que colaborou para o acontecimento de um conflito, no período colonial brasileiro ocorrido na segunda metade do século XVIII, que ficou conhecido como
 

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979953 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto a seguir.
A administração da fazenda publica com a mais severa economia e Estado será onerados de a maior fiscalização no emprego da renda do urna das minhas preocupações. Povos novos e dividas nunca foram povos felizes, e nada aumenta mais as dividas dos estados do que as despesas sem proporção com os recursos econômicos da nação, com as forças vivas do trabalho, das industrias e do comércio, o que produz o desequilíbrio dos orçamentos, o mal estar social, a miséria. Espero que, fiscalizada e economizada a fazenda publica, mantida a ordem no País, a paz com as nações estrangeiras sem quebra da nossa honra e dos nossos direitos, animado o trabalho agrícola e industrial e reorganizado o regime bancário, os abundantes recursos do nosso solo vaporizarão progressivamente o nosso meio circulante, depreciado para as permutas internacionais, e fortificarão o nosso credito no interior e no exterior.
Trecho do discurso de posse de Floriano Peixoto Fonte: http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/91988
Em um trecho de seu discurso de posse, apresentado acima, Floriano Peixoto, demonstrou grande preocupação com a economia brasileira que vivia a chamada "Crise do Encilhamento". É correto afirmar que entre as características da crise estavam:
 

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979078 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários corno "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
[ ... ]
Para aprender a perguntar, porque o pensamento dependa formal, mas porque ler é um precisamos aprender a ler. Não da gramática ou da língua tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse muitas vezes em simples e ao lamentável que cultura em que ato que está faltando entre nós, começa aí, silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto mesmo tempo complexo que é ler um livro. É as pessoas sucumbam ao clima programado da ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em https://resvitacultural.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações)
Assinale a opção na qual o texto foi pontuado corretamente.
 

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978985 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Segundo Gregor Mendel, em determinada raça de ratos, a pelagem preta uniforme está associada a um gene dominante A, enquanto a pelagem branca uniforme, a seu alelo recessivo a. Se houver o cruzamento de um casal de ratos pretos, ambos heterozigotost que característica terá a pelagem de seus descendentes?
 

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960524 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários corno "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
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Para aprender a perguntar, porque o pensamento dependa formal, mas porque ler é um precisamos aprender a ler. Não da gramática ou da língua tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse muitas vezes em simples e ao lamentável que cultura em que ato que está faltando entre nós, começa aí, silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto mesmo tempo complexo que é ler um livro. É as pessoas sucumbam ao clima programado da ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em https://resvitacultural.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações)
Com relação ao emprego de pronomes pessoais e relativos, analise as afirmativas abaixo.
I. Os termos destacados em "Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma [...]. (2°§) exercem a mesma função sintática.
II. Em "Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes." (2°§), o termo destacado exercem a função sujeito.
III. Os termos destacados exercem mesma função sintática em "[...] o ato da leitura nunca nos engana." (4°§) e "[...] quando nos dedicamos a esse gesto [...]." (4°§)
IV. Em "[...] prometem uma completude que o ato de ler [...]." (4°§) e "Perguntas que nos ajudam a dialogar, [...]." (3°§), os termos destacados funções sintáticas distintas.
Assinale a opção correta.
 

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960278 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Uma placa será confeccionada de modo que o emblema da empresa seja feito de um metal que custa R$ 5,00 o centímetro quadrado. O emblema consiste em três figuras planas semelhantes que lembram três árvores. Pra as bases dessas "árvores", constroem-se segmentos de reta proporcionais a 3,4 e 5. Se o custo da maior árvore do emblema ficou em R$ 800,00, qual o valor, em reais, de todo o emblema.
 

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960032 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Entende~se por energia a propriedade que possuem certos corpos de produzir trabalho ou gerar força. Com relação às fontes de energia brasileiras, assinale a opção INCORRETA.
 

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959687 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Sejam as operações !$ ∴ !$ e # definidas no conjunto dos inteiros positivos, tais que !$ x ∴ y= 2^x +y !$ e !$ x \# y = x^2 + xy - 1 . !$. Determine o sucessor do número resultante da expressão !$ \begin{bmatrix} (1 \# 3)^{1\#2} \end{bmatrix}∴ \begin{bmatrix}(1 \# 2) \# (2 \# 1)\end{bmatrix} !$
 

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959619 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Calcule o valor de !$ X= \begin{pmatrix} { \large \sqrt {1^{1256}} + 8943^0 + { \large 3125 \over 5^5} + \sqrt [7] {1} \over 1,5 - 2^{-1} + ( -1)^{2058}} \end{pmatrix}^{ \sqrt [7] { \large 3^{21} + 3^{23} \over 10}} !$e Assinale a opção correta.
 

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950056 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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A chuva ácida é um fenômeno químico resultante do contato entre o vapor de água existente no ar, o dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio. O enxofre é liberado, principalmente, por veículos movidos a combustível fóssil; os óxidos de nitrogênio, por fertilizantes. Ambos reagem com o vapor de água, originando, respectivamente, os ácidos sulfuroso, sulfídrico, sulfúrico e nítrico.
Assinale a opção que apresenta, respectivamente, a fórmula desses ácidos.
 

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