Foram encontradas 70 questões.
Observe o desenho da célula eucariótica animal apresentada abaixo.
Com relação estruturas e à figura acima, assinale a seguir identifique, os a opção correta.
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Durante um teste de desempenho, um carro de massa 1200kg alterou sua velocidade conforme mostra o gráfico abaixo.

Considerando que o teste retilínea, pode-se afirmar sobre o carro foi de foi executado em uma pista que força resultante que atuou
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O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários corno "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
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Para aprender a perguntar, porque o pensamento dependa formal, mas porque ler é um precisamos aprender a ler. Não da gramática ou da língua tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse muitas vezes em simples e ao lamentável que cultura em que ato que está faltando entre nós, começa aí, silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto mesmo tempo complexo que é ler um livro. É as pessoas sucumbam ao clima programado da ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em https://resvitacultural.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações)
Assinale a opção na qual o termo destacado tem a mesma função sintática que o destacado em "O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura [...]." (1°§)
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A Características mais marcante da população brasileira é seu alto grau de diversidade étnica. Isso é resultado da nossa história, pois recebemos povos de todos os continentes.
Com relação à diversidade étnica brasileira e ao contexto socioeconômico que a envolve, analise as afirmativas a seguir.
I. Pela Constituição brasileira de 1988, os povos indígenas têm direito de viver em suas terras, falar sua língua e praticar livremente sua cultura, o que, na prática, os isenta de se envolverem em lutas pela demarcação de suas terras e pelo respeito aos seus direitos.
II. Segundo o IBGE, pelo seu censo demográfíco de 2010, mais da metade da população brasileira se declarou "preta'! ou "parda", sendo a presença de descendentes africanos mais forte nas regiões Nordeste e Sudeste.
III. A partir da segunda metade do século XVIII, o Brasil recebeu muitos imigrantes, sobretudo portugueses, italianos, alemães, chineses e coreanos, os quais se fixaram na Região Sul do país, pelo fato de a mesma ter facilitado a reprodução de seus costumes.
IV. O mameluco, miscigenação entre o índio e o negro, sofreu muito com a discriminação imposta pela sociedade brasileira, a qual era majoritariamente composta por brancos, até o início do século XX.
Assinale a opção correta.
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Observe a charge a seguir.

A charge acima representa a figura do presidente Juscelino Kubitschek com a sombra projetada do Marechal Henrique Lott. É correto afirmar que, em 1955 após as eleições presidenciais, o Marechal Henrique Lott
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O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários corno "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
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Para aprender a perguntar, porque o pensamento dependa formal, mas porque ler é um precisamos aprender a ler. Não da gramática ou da língua tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse muitas vezes em simples e ao lamentável que cultura em que ato que está faltando entre nós, começa aí, silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto mesmo tempo complexo que é ler um livro. É as pessoas sucumbam ao clima programado da ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em https://resvitacultural.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações)
Com o fragmento "Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. " (4°§), infere-se que
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Uma das características da indústria brasileira é ter grande parte do seu parque industrial concentrada na Região Sudeste. No entanto, nas últimas décadas, teve início uma nova tendência: a desconcentração industrial. Sendo assim, com relação ao Modelo Econômico Brasileiro, assinale a opção correta.
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No dia 05 de Novembro de 2015, ocorreu o rompimento de duas barragens em um distrito de Mariana (MG), causando a morte do Rio Doce. Desde o dia do rompimento da barragem, órgãos ambientais estaduais e federais monitoram a qualidade do Rio Doce. A tragédia é considerada como o maior desastre ambiental do país. A água e a lama contaminadas afetaram a dinâmica da cadeia alimentar e especialistas acreditam que serão necessárias décadas para a recuperação desse ambiente devastado. Com relação à cadeia alimentar, marque a opção correta.
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Massa, extensão e impenetrabilidade são exemplos de propriedades
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O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.
Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários corno "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação. A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.
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Para aprender a perguntar, porque o pensamento dependa formal, mas porque ler é um precisamos aprender a ler. Não da gramática ou da língua tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse muitas vezes em simples e ao lamentável que cultura em que ato que está faltando entre nós, começa aí, silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto mesmo tempo complexo que é ler um livro. É as pessoas sucumbam ao clima programado da ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente.
(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em https://resvitacultural.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações)
Em que opção a acentuação do termo destacado está correta?
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