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Foram encontradas 90 questões.

1318188 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto abaixo e responda a pergunta a seguir.
Peixe se reproduz sem sexo e desafia teoria de extinção da espécie
A teoria da evolução sugere que as espécies que se reproduzem de forma assexuada tendem a desaparecer rapidamente, uma vez que seu genoma acumula mutações mortais ao longo do tempo. Mas um estudo sobre um peixe lançou dúvidas sobre a velocidade desse declínio. Apesar de milhares de anos de reprodução assexuada, o genoma da molinésia-amazona (amazon molly, em inglês), que vive no México e no sul dos Estados Unidos, é notavelmente estável e a espécie sobreviveu. Os detalhes do trabalho foram publicados na revista Nature Ecology and Evolution.
Disponível em:<http://www.bbc.com/portuguese/internacional-43062040>
Sobre a reprodução dos seres vivos, é INCORRETO afirmar que:
 

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1316223 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Read text II to do question based on it.
TEXT II
TRAVEL TIPS
How to Plan a Movie-Themed Vacation
It's easier than you may expect to find, visit, and enjoy the
places where your favorite movies were made.
Lars Leetaru
By Shivani Vora
March 8, 2018
Whether it's the "Lord of the Rings" trilogy in New Zealand or "Roman Holiday" in Rome, many noteworthy movies are filmed in appealing locales all over the world that travelers may want to visit and enjoy.
According to Angela TiIIson, a film location manager in Kauai who has worked on the set of films including "Jurassic Park: The Lost World" and "The Descendants," exploring a beloved movie set destination through the eyes of the film makes for an enjoyable vacation. "Seeing a
place with a focus on a movie you love will give you a perspective that the average tourist doesn't usually gel. You'lI certainly have a betler impression of the place," she said. Here are her tips to get started.
Choose Your Destination
If there's a movie you love, you can find out where it was filmed by looking at the credits at the end of the film or by going online to The Internet Movie Database, also known as IMDB, which often Iists filming locations. Once you know the locale, you can start planning your trip. Or, consider doing what Ms. TiIIson often does when deciding on where to vacation: pick a spot you're interested in visiting, and find out what movies have been filmed there. "It's fun to sometimes let a destination determine the movie you're going to Iive rather than the other way around," Ms. Tillson said.
Get in the Mood
Before you head to your destination, be sure to rewatch the movie. A rewatch not only reminds you of identifiable spots to look out for during your trip, but it also adds to the excitement of your upcoming exploration.
If the movie is based on a book, consider reading the book, too. It may have details about the local e that the movie doesn't touch on. Also, books often have scenes that don't make it into the movie adaptations, which gives you a deeper view of the destination. Ms. TiIIson also recommended downloading the movie's soundtrack or score, and listening to it throughout your trip.
Book a Themed Trip
Some travel companies sell set itineraries focused on popular movies. Luxury tour operator Zicasso, for example, has an eight-day trip, ali inclusive, to Ireland inspired by "Star Wars: The Last Jedi" and Wild Frontiers has an eleven-day trip to India inspired by "The Best Exotic Marigold Hotel." Ms. TiIIson suggested doing a web search or checking with a travel agent to find out about such trips.
Also, in some destinations, local tour operators and hotels sell movie-themed tours. For instance, The SI. Regis Priceville Resort offers a tour that includes a private helicopter ride to Manawaiopuna Falls, made famous in "Jurassic Park," and an ATV tour of filming locations of movies such as "Raiders of the Lost Ark" and "Pirates of the Caribbean." Lunch is even included. The cost is $5,674 for two adults.
A more aftordable option, in Rome, is the four-hour "Roman Holiday" themed excursion from HR Tours, where travelers ride a Vespa with a driver and see all the sites from the movie; the cost is 170 euros per person.
Hang Where lhe Movie Crew Did
When they're not working, movie crews enjoy hitting local bars and casual restaurants that serve tasty local cuisine, Ms. TiIIson said.
Find out where the behind-the-scenes staff of your film spent their time by asking your destination's tourist board or your hotel's concierge, and check out a few of the spots. "It's another way to get involved in the film and spend time in bars and restaurants that you wouldn't normally think to hit," she said.
Mark the correct question for the following answer.
Angela TiIlson is a film location manager in Kauai who has worked on the set of films including "Jurassic Park: The Lost World" and "The Descendants".
 

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1313962 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Observe a figura a seguir.
enunciado 2133004-1
Essa figura representa um triângulo equilátero, inscrito numa circunferência maior, e circunscrito a uma outra circunferência menor de raio igual a 2cm, onde destacou-se a região com ângulo central de 120º. Sendo assim, é correto afirmar que a área total correspondente à parte sombreada mede, em !$ cm^2 !$:
 

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1311876 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Sobre calor, luz, som, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção que apresenta o conceito correto.
 

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1308001 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto abaixo.
Quando se fala em branqueamento dos corais, as notícias remetem à Grande Barreira, que fica lá do outro lado do mundo, na Austrália. E no fim, não se dá muita importância para isso. "Afinal, o que eu tenho a ver com algo tão distante de mim?", alguns pensam. Mas desde o ano passado, o monitoramento de corais no litoral brasileiro vem revelando uma situação preocupante aos pesquisadores.
Corais são cnidários, assim como as águas vivas, porém têm um estilo de vida diferente. Eles vivem presos em rochas capturando o alimento com seus tentáculos. Não se movimentam. Apesar da imobilidade, os corais são a base para toda uma vida marinha. Os corais crescem como colônias e formam grandes barreiras, cheias de reentrâncias que fornecem ambiente perfeito para inúmeras espécies de seres vivos.
Porém, as cores dos corais não são suas próprias cores. O que os tornam tão bonitos é a simbiose com um tipo especial de alga do gênero Symbiodinium (zooxantelas). Os corais têm cavidades em seu exoesqueleto de carbonato de cálcio (que é todo branco). As algas se alojam nestes pequenos poros, o que facilita para elas a atividade de retirar a luz solar que penetra nas águas do mar. A energia excedente produzida através da fotossíntese destas algas é transferida para o coral.
O motivo para o branqueamento dos corais está diretamente ligado à temperatura das águas. Quando ficam em regiões mais quentes, estas algas começam a produzir substâncias químicas tóxicas ao coral. Para se defender, o cnidário tem a estratégia de expulsar as algas. O processo de expulsão é traumático e aquela energia excedente que as algas davam para o coral some de uma hora para outra.
Disponível em:<https://www.biologiatotal.com.br/blog/o+brangueamento+dos+corais-341. html>
Com base nas informações do texto, assinale a opção que apresenta a relação ecológica existente entre os corais e as algas.
 

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1306766 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Observe a charge abaixo e responda a questão a seguir.
enunciado 2127669-1
NOVAIS, Carlos Eduardo; LOBO, César - História do Brasil
para principiantes - De Cabral a Cardoso 500 anos de Novela -
Editora Ática - São Paulo, 1997, p.130
A charge faz referência a uma determinação instituída na segunda metade do século XVIII que foi:
 

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1306390 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Texto para a questão.
Correndo risco de vida
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo Pisca-Pisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá pelas tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão "fulano não corre mais risco de vida". Qualquer falante normal decodificava a expressão "risco de vida" como "ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: "'não é risco de vida, é risco de morte". Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis. É: o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam "o grande Iíder sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão "risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de "João comeu o bolo", como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial "correr o risco de cair do cavalo", a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. "Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.
LUCCHESI, Dante, Correndo risco de vida. A Tarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
No trecho "Como bem ensinou Saussure, fundador da Iinguística moderna, tudo na Iíngua é convenção" (§3º), o emprego das vírgulas se justifica por
 

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1306012 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Texto para a questão.
Correndo risco de vida
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo Pisca-Pisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá pelas tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão "fulano não corre mais risco de vida". Qualquer falante normal decodificava a expressão "risco de vida" como "ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: "'não é risco de vida, é risco de morte". Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis. É: o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam "o grande Iíder sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão "risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de "João comeu o bolo", como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial "correr o risco de cair do cavalo", a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. "Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.
LUCCHESI, Dante, Correndo risco de vida. A Tarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
É correto afirmar que em " 'Corrigir' risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia."(§5°) a oração destacada exerce função sintática de:
 

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1298096 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
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Read text II to do question based on it.
TEXT II
TRAVEL TIPS
How to Plan a Movie-Themed Vacation
It's easier than you may expect to find, visit, and enjoy the
places where your favorite movies were made.
Lars Leetaru
By Shivani Vora
March 8, 2018
Whether it's the "Lord of the Rings" trilogy in New Zealand or "Roman Holiday" in Rome, many noteworthy movies are filmed in appealing locales all over the world that travelers may want to visit and enjoy.
According to Angela TiIIson, a film location manager in Kauai who has worked on the set of films including "Jurassic Park: The Lost World" and "The Descendants," exploring a beloved movie set destination through the eyes of the film makes for an enjoyable vacation. "Seeing a
place with a focus on a movie you love will give you a perspective that the average tourist doesn't usually gel. You'lI certainly have a betler impression of the place," she said. Here are her tips to get started.
Choose Your Destination
If there's a movie you love, you can find out where it was filmed by looking at the credits at the end of the film or by going online to The Internet Movie Database, also known as IMDB, which often Iists filming locations. Once you know the locale, you can start planning your trip. Or, consider doing what Ms. TiIIson often does when deciding on where to vacation: pick a spot you're interested in visiting, and find out what movies have been filmed there. "It's fun to sometimes let a destination determine the movie you're going to Iive rather than the other way around," Ms. Tillson said.
Get in the Mood
Before you head to your destination, be sure to rewatch the movie. A rewatch not only reminds you of identifiable spots to look out for during your trip, but it also adds to the excitement of your upcoming exploration.
If the movie is based on a book, consider reading the book, too. It may have details about the local e that the movie doesn't touch on. Also, books often have scenes that don't make it into the movie adaptations, which gives you a deeper view of the destination. Ms. TiIIson also recommended downloading the movie's soundtrack or score, and listening to it throughout your trip.
Book a Themed Trip
Some travel companies sell set itineraries focused on popular movies. Luxury tour operator Zicasso, for example, has an eight-day trip, ali inclusive, to Ireland inspired by "Star Wars: The Last Jedi" and Wild Frontiers has an eleven-day trip to India inspired by "The Best Exotic Marigold Hotel." Ms. TiIIson suggested doing a web search or checking with a travel agent to find out about such trips.
Also, in some destinations, local tour operators and hotels sell movie-themed tours. For instance, The SI. Regis Priceville Resort offers a tour that includes a private helicopter ride to Manawaiopuna Falls, made famous in "Jurassic Park," and an ATV tour of filming locations of movies such as "Raiders of the Lost Ark" and "Pirates of the Caribbean." Lunch is even included. The cost is $5,674 for two adults.
A more aftordable option, in Rome, is the four-hour "Roman Holiday" themed excursion from HR Tours, where travelers ride a Vespa with a driver and see all the sites from the movie; the cost is 170 euros per person.
Hang Where lhe Movie Crew Did
When they're not working, movie crews enjoy hitting local bars and casual restaurants that serve tasty local cuisine, Ms. TiIIson said.
Find out where the behind-the-scenes staff of your film spent their time by asking your destination's tourist board or your hotel's concierge, and check out a few of the spots. "It's another way to get involved in the film and spend time in bars and restaurants that you wouldn't normally think to hit," she said.
Mark the sentence that does NOT contain the use of comparative adjective.
 

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1215438 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Os elementos !$ _xA !$, !$ _{x+1}B !$ e !$ _{x+2}C !$ pertencem a um mesmo período da tabela periódica. Sendo assim, se B é um halogênio, é correto afirmar que A:
 

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