Magna Concursos

Foram encontradas 202 questões.

110004 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Sobre a utilização do Microsoft Office Word 2007, no sistema operacional Windows XP, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a(s) correta(s). Obs: Utilizando instalação e configuração padrão (Português Brasil).

I. Na guia “Inserir”, no grupo “Cabeçalho e Rodapé”, ao clicar em Cabeçalho ou Rodapé, é possível clicar em um design de cabeçalho ou rodapé na galeria.

II. Para remover o cabeçalho ou rodapé da primeira página, existe a opção na guia Layout da Página, ao clicar no inicializador de Caixa de Diálogo de Configurar Página, na guia layout, deve-se marcar a caixa de seleção “Diferente na primeira página” em Cabeçalhos e rodapés.

III. Para remover os cabeçalhos ou rodapés, após clicar em qualquer lugar no documento, deve- se clicar na guia “Remover”, no grupo “Cabeçalho e Rodapé” e, ao clicar em Cabeçalho ou Rodapé, será removido respectivamente.

IV. Em um documento Word, não é possível criar um cabeçalho ou rodapé diferente para parte de um documento, é possível somente remover o cabeçalho da primeira página.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
110003 Ano: 2010
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Provas:
O MySQL é um banco de dados muito utilizado atualmente para trabalhar com banco de dados em aplicações na Web. O método mais simples para controlar o acesso à informação é permitir unicamente esses acessos a partir de um conjunto de login/password que o próprio banco de dados irá validar. Sobre a criação e manutenção de usuários no MySQL, observe o seguinte trecho de código e assinale a alternativa INCORRETA.

Enunciado 3360294-1

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
110002 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php. Acesso em 28 1abr 2010.

O elemento destacado introduz uma oração subordinada adjetiva, EXCETO :

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
110001 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Provas:

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.

Acesso em 28 1abr 2010.

Em “Quando roubadas, são usadas em crimes comuns.”, a oração destacada é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
110000 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Provas:

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.

Acesso em 28 1abr 2010.

Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada.”

O adjunto adverbial destacado acima expressa a mesma circunstância da expressão
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
109999 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Provas:

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.

Acesso em 28 1abr 2010.

“Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas.”

Todas as alternativas abaixo apresentam expressões cujo valor semântico é o mesmo da expressão destacada acima, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1416855 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Provas:
Assinale a alternativa em que todos os itens relacionados fazem parte das medidas farmacológicas para o tratamento do acidente vascular cerebral isquêmico agudo.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1415518 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta as corretas.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, em seu art. 16, o direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:

I. ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, sem restrições legais.

II. opinião e expressão.

III. crença e culto religioso, desde que acompanhado de um maior responsável.

IV. brincar, praticar esportes e divertir- se.

V. participar da vida familiar e comunitária, assistido legalmente.

VI. participar da vida política, na forma da lei.

VII. buscar refúgio, auxílio e orientação, quando em situação de risco ou abandono.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1415408 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta as corretas. O artigo 16º da Lei 8069/90, estabelece que o direito à liberdade, compreende os seguintes aspectos:

I. ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.
II. opinião e expressão, desde que autorizadas por um responsável.
III. crença e culto religioso.
IV. brincar, praticar esportes e divertir-se, em horários compatíveis com sua idade.
V. participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1415407 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: Col. Pedro II
Relacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. Alguns números romanos poderão ser utilizados mais de uma vez.

I. Avaliação diagnóstica.
II. Avaliação somativa.
III. Avaliação formativa.

( ) É uma avaliação realizada para determinar níveis de rendimento, decidir se houve êxito ou fracasso.

( ) Envolve a descrição, a classificação e a determinação do valor de aspectos do comportamento do aluno.

( ) Ressalta a função orientadora, assegurando que cada novo ciclo de ensino e de aprendizagem atinja os resultados sempre melhorados.

( ) Visa constatar o desempenho dos alunos no domínio dos conteúdos necessários à aquisição de novas aprendizagens.

( ) Realiza- se ao final do processo e ai tem uma função de classificar os alunos de acordo com níveis de aproveitamento previamente estabelecidos.

( ) Sua principal função é de inventariar, harmonizar, tranquilizar, apoiar, orientar, reforçar e corrigir. Está incorporada no ato do ensino e integrada à ação de formação.
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas