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Segundo Brito (2013, apud SOUZA, 2019), identidade é uma definição
interativa e compartilhada produzida por numerosos indivíduos e relativa às orientações da ação e
ao campo de oportunidades e constrangimentos no qual a ação acontece. Desta forma, começa-se
a desenvolver um certo sentir como pessoa surda de modo pleno em cultura, identidade étnico-linguística e língua de sinais.
SOUZA, R. M. (Org.). História da emergência do campo das pesquisas em educação bilíngue de/para surdos e dos estudos linguísticos da Libras no Brasil: contribuições do Grupo de Trabalho Lingua(gem) e Surdez da Anpoll. Curitiba: CRV, 2019.
O termo que preenche corretamente a lacuna refere-se ao conceito de identidade
SOUZA, R. M. (Org.). História da emergência do campo das pesquisas em educação bilíngue de/para surdos e dos estudos linguísticos da Libras no Brasil: contribuições do Grupo de Trabalho Lingua(gem) e Surdez da Anpoll. Curitiba: CRV, 2019.
O termo que preenche corretamente a lacuna refere-se ao conceito de identidade
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Nascimento (2021, p. 3), ao abordar o processo de atuação do tradutor e intérprete de Libras,
salienta:
Antes da promoção dessas políticas, o parâmetro para tornar-se intérprete, que era como era chamado o sujeito que mobilizava Libras-LP em atividades tradutórias antes da institucionalização legal e acadêmica da tradução de língua de sinais, era o do “convívio com os surdos”, isto é, o quanto o aspirante estava disposto a participar e se envolver com as atividades e eventos organizados pela comunidade surda, a frequentar as associações, os pontos de encontro em que se reuniam e circular nos “espaços surdos” de sua cidade.
NASCIMENTO, V. Alteridades, discursos e saberes na formação de intérpretes de LibrasPortuguês experientes. Belas Infiéis, Brasília, v. 10, n. 2, p. 1-25, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br. Acesso em: 24 ago. 2022.
De acordo com Nascimento (2021), NÃO corresponde ao contexto histórico da profissionalização do intérprete de libras, antes da legislação em vigor,
Antes da promoção dessas políticas, o parâmetro para tornar-se intérprete, que era como era chamado o sujeito que mobilizava Libras-LP em atividades tradutórias antes da institucionalização legal e acadêmica da tradução de língua de sinais, era o do “convívio com os surdos”, isto é, o quanto o aspirante estava disposto a participar e se envolver com as atividades e eventos organizados pela comunidade surda, a frequentar as associações, os pontos de encontro em que se reuniam e circular nos “espaços surdos” de sua cidade.
NASCIMENTO, V. Alteridades, discursos e saberes na formação de intérpretes de LibrasPortuguês experientes. Belas Infiéis, Brasília, v. 10, n. 2, p. 1-25, 2021. Disponível em: https://periodicos.unb.br. Acesso em: 24 ago. 2022.
De acordo com Nascimento (2021), NÃO corresponde ao contexto histórico da profissionalização do intérprete de libras, antes da legislação em vigor,
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O desenvolvimento de linguagem em Libras pelas crianças surdas ocorre da mesma maneira como
descrito para as crianças ouvintes em relação à linguagem oral: inicialmente, os primeiros gestos
da criança, embora tenham uma função comunicativa, não carregam em si uma intenção de dizer
algo. Serão as interpretações do outro, colocando essa criança no lugar de interlocutor, que
alterarão e transformarão as produções da criança em linguagem propriamente dita. Nesse
processo, a criança começa a dominar o discurso exterior, que determinará seu papel social como
interlocutor.
Inicia-se o desenvolvimento do pensamento (discurso interior) com a formação
Inicia-se o desenvolvimento do pensamento (discurso interior) com a formação
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Segundo Rodrigues e Beer (2016), a educação de surdos está marcada pela presença, convivência
e embate de diferentes visões antropológicas e clínicas da surdez, as quais conduzem, ora a uma
aproximação intensa com a educação especial, ora a uma identificação plena com as propostas
inclusivas, ora ao afastamento destas e a uma consequente aproximação das perspectivas voltadas
às diferenças e aos direitos das minorias.
RODRIGUES, C. H.; BEER, H. Direitos, políticas e língua: divergências e convergências na/da/para educação de surdos. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 41, n. 3, p. 661-680, jul./set. 2016. Disponível em: http://dx.doi.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
As minorias a que Rodrigues e Beer se referem são
RODRIGUES, C. H.; BEER, H. Direitos, políticas e língua: divergências e convergências na/da/para educação de surdos. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 41, n. 3, p. 661-680, jul./set. 2016. Disponível em: http://dx.doi.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
As minorias a que Rodrigues e Beer se referem são
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Para Souza (1998), o bilinguismo na educação de surdos praticado no Brasil é incipiente, resultando no
monolinguismo, sendo que inúmeras variáveis, elencadas por Souza (2019), contribuem para essa situação.
SOUZA, R. G. Que palavra que te falta? Linguística e educação: considerações epistemológicas a partir da surdez. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SOUZA, M. M. M. F. As políticas linguísticas públicas educativas no Brasil e o processo de desconcentração política pós 1988. In: SAVEDRA, M.; PEREIRA, T.; GAIO, L. (Org.) Repertórios plurilíngues em situação de contato. Rio de Janeiro: CRV, 2019. v. 1, p. 74-88.
As variáveis a seguir foram apresentadas como tendo sido citadas por Souza (2019):
I. fortes pressões exercidas sobre os surdos para o domínio do português;
II. falta de uma política linguística dentro da escola que atribua à Libras a qualidade de língua principal para o ensino – o que requereria professores surdos e ouvintes fluentes em Libras;
III. obrigatoriedade, por força da política nacional de inclusão, de que estudantes surdos concluam seus estudos em escolas monolíngues (nas quais todo o ensino é oferecido em língua portuguesa);
IV. contribuição de uma proposta curricular que contemple temas na área de Estudos Surdos para a constituição de identidades surdas mais sólidas.
Estão corretas
SOUZA, R. G. Que palavra que te falta? Linguística e educação: considerações epistemológicas a partir da surdez. São Paulo: Martins Fontes, 1998. SOUZA, M. M. M. F. As políticas linguísticas públicas educativas no Brasil e o processo de desconcentração política pós 1988. In: SAVEDRA, M.; PEREIRA, T.; GAIO, L. (Org.) Repertórios plurilíngues em situação de contato. Rio de Janeiro: CRV, 2019. v. 1, p. 74-88.
As variáveis a seguir foram apresentadas como tendo sido citadas por Souza (2019):
I. fortes pressões exercidas sobre os surdos para o domínio do português;
II. falta de uma política linguística dentro da escola que atribua à Libras a qualidade de língua principal para o ensino – o que requereria professores surdos e ouvintes fluentes em Libras;
III. obrigatoriedade, por força da política nacional de inclusão, de que estudantes surdos concluam seus estudos em escolas monolíngues (nas quais todo o ensino é oferecido em língua portuguesa);
IV. contribuição de uma proposta curricular que contemple temas na área de Estudos Surdos para a constituição de identidades surdas mais sólidas.
Estão corretas
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Existem diversas estratégias metodológicas indicadas para o trabalho com estudantes surdos.
Dentre elas, encontram-se:
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Para a produção da fala, um complexo sistema de órgãos e funções entra em ação, basicamente
lábios, língua, dentes, nariz (para articular as palavras), a laringe (para produzir a voz) e os pulmões,
que produzem o ar que passa pela laringe e depois pela boca. Finalmente, as palavras se deslocam
pelo ar para chegar aos nossos ouvidos, onde as escutamos e compreendemos. Além disso, os
sons da fala (os fonemas) são produzidos um depois do outro.
As línguas de sinais, por sua vez, são produzidas por expressões faciais e por movimentos do corpo e das mãos em um espaço à frente do corpo, chamado de espaço de
As línguas de sinais, por sua vez, são produzidas por expressões faciais e por movimentos do corpo e das mãos em um espaço à frente do corpo, chamado de espaço de
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Observe os sinais a seguir: 
Disponível em: https://www.portalescolar.net. Acesso em: 5 nov. 2022.
O sinal que pertence a outro campo semântico é o de número

Disponível em: https://www.portalescolar.net. Acesso em: 5 nov. 2022.
O sinal que pertence a outro campo semântico é o de número
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De acordo com Quadros e Karnopp (2004, apud GODOI, 2013), os sinais manuais são sempre
acompanhados por expressões faciais que podem ser consideradas gramaticais e denominadas
expressões não manuais. A sinalização também deve ser acompanhada pela posição da cabeça e
do olhar dos sinalizadores.
GODOI, E. Sinais icônicos e arbitrários, produção de texto em língua de sinais e a escrita de sinais. 2013. Disponível em: https://idoc.pub_sinais-iconicos-da-libras.pdf. Acesso em: 5 nov. 2022.
Assinale V para verdadeiro e F para falso quanto aos elementos que devem estar presentes em um texto em Libras (discurso):
( ) marcação de concordância gramatical por meio da direção dos olhos ( ) marcação de associação como foco (observação atenta de cada fala) ( ) marcação de negativas, de tópico e de interrogativas ( ) estrutura da Libras linear e/ou estrutura tópico-comentário nas estruturas frasais
A sequência correta é:
GODOI, E. Sinais icônicos e arbitrários, produção de texto em língua de sinais e a escrita de sinais. 2013. Disponível em: https://idoc.pub_sinais-iconicos-da-libras.pdf. Acesso em: 5 nov. 2022.
Assinale V para verdadeiro e F para falso quanto aos elementos que devem estar presentes em um texto em Libras (discurso):
( ) marcação de concordância gramatical por meio da direção dos olhos ( ) marcação de associação como foco (observação atenta de cada fala) ( ) marcação de negativas, de tópico e de interrogativas ( ) estrutura da Libras linear e/ou estrutura tópico-comentário nas estruturas frasais
A sequência correta é:
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Quadros (2006) apresenta uma síntese de alguns estudos considerados clássicos em relação às
línguas de sinais. Dentre eles, o linguista Stokoe (1960) aponta para a primeira análise linguística
da língua de sinais norte-americana com evidências de que um sinal é resultado de combinações
de unidades menores.
QUADROS, R. M. Efeitos de modalidade de língua: as línguas de sinais. ETD – Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 168-178, 2006. Disponível em: https://nbn-resolving.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
São exemplos de tais combinações a
QUADROS, R. M. Efeitos de modalidade de língua: as línguas de sinais. ETD – Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 168-178, 2006. Disponível em: https://nbn-resolving.org. Acesso em: 17 nov. 2022.
São exemplos de tais combinações a
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