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Foram encontradas 40 questões.

1545850 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Um pedreiro, em condições ideais de trabalho, reveste uma parede com 50m² em 4 dias. O número de dias necessários para revestir uma parede retangular de 50 m de comprimento por 2,5 m de altura, nas mesmas condições é:

 

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1545849 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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O número de divisores naturais do número N = 24 × 33 × 52 é exatamente:

 

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1545848 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Uma mercadoria é vendida à vista por R$ 209,00 já com desconto de 5% sobre o preço de tabela. Quem optar pela compra parcelada pagará 5% de acréscimo sobre o preço de tabela. Se a compra for em três parcelas iguais, cada parcela será igual a:

 

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1545847 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Sejam x1 e x2 as raízes da equação x2 - 2x - 2 = 0. O valor de !$ x_1^2 !$ + !$ x_2^2 !$ é:

 

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1545846 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Segundo o texto abaixo é INCORRETO afirmar que:

Texto 4

Enunciado 1545846-1

Fonte: http://zoabonito.com/fotos/imagens/charge-prova-de-amor

 

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1545845 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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De acordo com as figuras de linguagens, no último quadrinho da tirinha, temos:

 

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1545844 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Enunciado 2979259-1

No primeiro quadrinho podemos dizer que:

 

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1545843 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Leia com atenção a tirinha abaixo e marque a alternativa CORRETA.

Enunciado 2979258-1

 

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1545841 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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Com base na leitura do texto, responda às questões de 01 a 04.

Texto 1

A mulher, o amor e a fidelidade

Mulheres traem pelo mesmo motivo que homens: por desejo, por vontade. A diferença é que elas costumam culpar o marido ou o namorado. “Ele não me dava mais atenção”, dizem. “Não era mais romântico, não me elogiava, nem sexo queria.” O livro mais recente da antropóloga Mirian Goldenberg desfaz o mito de que o homem trai por sexo e a mulher trai por amor ou desamor. Se assim fosse, o homem seria sempre culpado: quando trai e quando é traído. Não é justo com eles.

Homens e mulheres gostam de acreditar que o marido é safado por natureza, e a mulher casada é santa por dedicação. Esses rótulos podem parecer convenientes, mas contaminam as relações amorosas. Trabalhando há 22 anos com dilemas de casais, Mirian diz, em seu livro Por que homens e mulheres traem?, que a maior diferença entre eles e elas não é o comportamento, mas o discurso.

“Em vez de assumirem o desejo, as mulheres preferem se fazer de vítimas. Sentimentalizam o caso extraconjugal e botam a culpa no marido. Os homens assumem ter sido infiéis porque quiseram. Raramente culpam a própria mulher.” Cada vez mais, porém, a infidelidade feminina segue os mesmos padrões da infidelidade masculina. No livro da antropóloga, “Mônica” é uma mulher dos novos tempos. “Ela está muito bem em seu casamento e ama o marido. Mas surge um desejo sexual louco e novo em sua vida e ela se joga nele. Rompe a calmaria porque decide viver seu próprio prazer.”

O desejo de se sentir desejada conduz a pequenas e grandes infidelidades femininas. As mulheres escutaram, quando crianças, que seu maior objetivo na vida seria casar e ter filhos. No futuro, elas teriam um único homem para chamar de seu. E seriam únicas para um homem só. A idealização da monogamia romântica não mudou muito, mas a realidade a longo prazo é bem outra.

Mulheres são um pouco Leila Diniz no exercício da sedução, mas não necessariamente na transgressão. As obrigações sociais jogam sua libido num lugar invisível e inatingível. Várias sublimam o prazer ao assumir o papel de mãe. Isso não significa que abram mão de suas fantasias. Conheci mulheres absolutamente certinhas, monogâmicas, que casaram virgens e têm sonhos delirantemente libertários.

O homem seria sempre culpado? Quando ele trai, é safado. Quando é traído, é relapso. Algumas não se contentam em fantasiar. Catherine Deneuve, em A bela da tarde, de Buñuel, é uma das personagens mais enigmáticas do cinema. Bem casada, rica, belíssima, ela se entrega a desconhecidos após o almoço como prostituta de luxo. É um exemplo extremo de desvio. Mas, se a infidelidade feminina fosse apenas um fetiche, Nélson Rodrigues não teria tocado com tanta propriedade a alma da classe média brasileira. Novelas como a atual Passione soariam falsas. Ali, as protagonistas traem compulsivamente, das cinquentonas às ninfetas. Traem por desejo, por sexo, por diversão.

O psicanalista Contardo Calligaris acha que as mulheres são tão infiéis quanto os homens. Não vê nisso um problema. “As mulheres só são campeãs na fidelidade companheira e solidária. Em hospitais ou presídios, os visitantes são mulheres. Mas, sexualmente, não vejo diferença. Caso contrário, existiria um problema lógico. Se os homens heterossexuais são infiéis, quem são suas amantes – todas solteiras e livres ou também casadas e namorando outros?”

Contardo acha a palavra infidelidade muito pesada para a traição puramente sexual: “Jamais deixaria minha mulher se ela me contasse algo parecido. Mas sou fiel. Acho um saco trair. Ter outra relação dá um trabalho horroroso”.

Nos tribunais do Rio de Janeiro, recentemente, o juiz Paulo Mello Feijó ignorou o pedido de indenização por danos morais de um marido traído. Para o juiz, marido traído é marido relapso. “Homens de meia-idade, já não tão viris, descarregam suas frustrações nas mulheres, chamando-as de gordas e deixandolhes toda a culpa por seu pobre desempenho. E elas buscam o prazer em outros olhos, outros braços, outros beijos (...) e traem de coração.”

A ideia de que a mulher só trai por razões sublimes, “de coração”, não corresponde à realidade. Se ela for infiel, será por desejo e por vontade própria.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca

Leia com atenção o texto 2:


Os homens, o amor e a fidelidade

Não existe homem fiel. Uma afirmação tão categórica desperta reação indignada. “Ah, o meu marido é fiel, tenho certeza.”, “Nunca traí minha mulher, eu a amo.” Entre essas convicções, existe um oceano de nuances. Como definir a infidelidade? Frequência dos casos, envolvimento sentimental, distância geográfica e o nome da amante – tudo conta? Segundo uma psicóloga francesa, a fidelidade masculina é tão rara que a mulher deveria parar de se preocupar: “O homem costuma trair também quando ama”.

Autora de Les hommes, l’amour, la fidélité, livro recente ainda não editado no Brasil, Maryse Vaillant não se baseou em estatísticas, mas em dezenas de entrevistas. Sua preocupação não foi quantificar infiéis ou traídas. Mas entender por que os homens têm muito mais aventuras – e o que isso tem a ver com amor ou desamor. Seriam eles eternos meninos, pulando a cerca sempre que a cerca fosse irresistível?

“Eu gostaria sobretudo que as mulheres parassem de pensar que a culpa é delas quando seu homem as trai. As mulheres não são responsáveis pela libido dos homens”, me disse Maryse numa conversa em Paris. “Não sugiro que elas devam ser mais tolerantes com as pequenas infidelidades do marido. Cada mulher é de um jeito e sabe o que é essencial com o homem ou os homens de sua vida. Não existe uma norma.”

No livro, conhecemos Ben, “o monogâmico infiel e mentiroso que só ama sua mulher oficial”. É um perfil bem comum. Adora a mulher e os filhos, idolatra a família, valoriza o trabalho. Mas não se imagina abdicando de seus casos sexuais, nunca amorosos. Nada que ameace a família ou magoe a mulher. É discretíssimo, mais cuidadoso ainda nestes tempos de internet. Ele se casou para toda a vida. As outras só importam porque o fazem se sentir atraente e vivo. Ben não se considera infiel.

Outros perfis de homens: o polígamo ansioso, que quer ir para a cama com todas. Liberdade sim, casamento nunca. “Esse homem imaturo é cada vez mais frequente, mas especialmente na juventude”, diz Maryse. Só que alguns jamais passam desse estágio. Ou passam, mas voltam sôfregos à ativa muito depois, com a ajuda de medicamentos e a ingenuidade da velhice. Para uma psicóloga francesa, os homens fiéis são tão raros que a mulher nem deveria se preocupar

Há os infiéis crônicos, que se apaixonam também pelas amantes. “Esses continuam a aumentar – junto com os divórcios. Associam casamento à paixão e vão buscando outras eternamente. São homens meio perdidos que acham que só as mulheres podem ajudá-los a crescer e amadurecer.” Existem os fiéis cativos e obsessivos, mas “esses têm ciúme até do passado da mulher e podem se tornar violentos”. Por fim, o espécime raro e sonhado por tantas mulheres: “o fiel por alegria e convicção”. Seria um perfil mais comum entre casais de meiaidade, que começam uma relação madura e plena após alguns insucessos.

Não há novidade no fato de que homens traem mais que mulheres – e mais por sexo que por amor. É um traço cultural, mas eles também se sentem mais livres por não engravidar nem dar à luz. Isso tudo nós já sabemos, e alguns de nós já enfrentamos com mais ou menos inteligência, valentia e sofrimento.

O livro é mais provocador ao admitir a infidelidade breve e discreta como experiência salutar e até necessária ao sucesso de alguns casamentos. “Neste caso, a infidelidade não é uma prova de amor ou desamor, mas uma prova de liberdade.” E para a mulher? “Para algumas mulheres, que conseguem separar sexo de sentimento, o mesmo ocorre. Mas a maioria delas tem outras prioridades, como o casal e a família”.

Perguntei a dois amigos casados se um homem pode ser fiel por longos anos a uma única mulher. “É possível, mas dói”, respondeu um. “Não existe homem mais fiel do que eu”, disse o outro. “Ahn, aquele caso? Aquilo só foi uma escorregadela.”

Maryse queria que as mulheres sofressem menos depois de ler o livro. Que soubessem que nunca poderão impedir uma traição se tiver de acontecer. Que jamais terão controle sobre a libido de seus homens, por mais que os fiscalizem. Que, se forem traídas, não significará que não são amadas. Será que serve de consolo? Melhor relaxar... e – quem sabe? – experimentar.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca

Marque V (veradeiro) ou F (falso) nas alternativas que se segue:

I. Eu gostaria sobretudo que as mulheres parassem de pensar que a culpa é delas quando seu homem as trai.

II. Associam casamento à paixão e vão buscando outras eternamente.

III. É um traço cultural, mas eles também se sentem mais livres por não engravidar nem dar à luz.

( ) Há um erro de concordância.

( ) Há um erro de pontuação e concordância.

( ) A crase foi usada incorretamente, devido à regência verbal.

( ) Há erros nas orações I e II

( ) Há erros de concordância na oração I e III.

A sequência CORRETA é:

 

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1545861 Ano: 2010
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: ADVISE
Orgão: COMCAP
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A lei 8.069/90, o Estatuto da Criança e do Adolescente, assegura à criança e ao adolescente a prioridade absoluta, que consistem em:

Questão Anulada

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