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Foram encontradas 50 questões.

3428714 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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Leia o texto a seguir e responda a questão.

A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos, realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

O texto aponta em diversos momentos descrições temporais. Dessas descrições, qual das apontadas, a seguir, faz uma alusão comparativa ao passado, antes da exposição de ideias:

 

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3428713 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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Leia o texto a seguir e responda a questão.

A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos, realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

O trecho “muitos outros exemplos” é uma sequência composta por:

 

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3428712 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos, realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

No trecho “O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão ‘divisão do trabalho’ para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura”, o autor faz uso de argumento discursivo do tipo:

 

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3428711 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos, realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

O adjunto adverbial é um termo acessório da oração, cuja função é modificar um verbo, um adjetivo ou um advérbio, indicando uma circunstância. Pela definição, considere a alternativa que faz uso de adjunto adverbial sequencial:

 

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3428710 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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Leia o texto a seguir e responda a questão.

A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos, realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

Leia:

”De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.”

Considerando a leitura do trecho, e o recurso estilístico empregado pelos autores, é correto afirmar que:

 

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3428709 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
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A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamosc, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diáriae. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejos.d Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precáriasb, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos,a realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalho, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

Leia:

“Sem o que não se pode passar; muito importante para satisfazer a um fim, a uma necessidade; necessário, útil.”

Considerando a definição acima, qual das palavras em destaque, a seguir, associa-se a ela:

 

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3428708 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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A Permanente Transformação

As máquinas estão a tal ponto presentes em nosso dia a dia que mal percebemos o quanto se acham integradas ao mundo em que vivemos. Sem elas, não existiria a maioria dos produtos que consumimos ou utilizamos, grande parte de nossas tarefas não poderia ser executada, nosso lazer seria diferente e novas máquinas não sairiam da prancheta dos projetistas. As máquinas influenciam desde a maneira como utilizamos nosso tempo até o modo como desenvolvemos nossas atividades profissionais, domésticas, escolares e sociais.

De certa forma, as máquinas dão a impressão de que tornam nossa vida mais simples, eficiente e agradável, e de que sem elas o cotidiano perderia todo o sentido. Automóveis, telefones e televisores, por exemplo, são cada vez mais indispensáveis em nossa rotina diária. Por outro lado, sua existência também nos acarreta sérios problemas, como a poluição do ar, causada em grande parte pelos automóveis, e a dos rios, decorrente sobretudo do lançamento de resíduos industriais nas suas águas.

Ao pensar sobre isso, você com certeza se lembrará de muitos outros exemplos da utilização das máquinas em nossa realidade, e provavelmente achará difícil imaginar a vida sem elas. Entretanto, a sociedade nem sempre viveu como hoje, e o acontecimento histórico que inaugurou esse novo tempo foi a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra a partir de meados do século XVIII.

Antes desse período, a maioria das pessoas vivia no campo ou em vilarejosb. Trabalhavam em pequenos grupos e produziam, em pequena escala, aquilo de que precisavam — alimentos, roupas e objetos. Havia grandes cidades, porém, eram cidades comerciais e principalmente cidades capitais, ou seja, centros do poder político dos reinos. Os centros urbanos como grandes aglomerados de pessoas, muitas delas vivendo em condições precárias, apenas começaram a se multiplicar com o desenvolvimento das fábricas.d

No final do século XVIII, com a intensificação dos cercamentos dos campos,a realizados por grandes proprietários, os camponeses perderam suas terras. Muitas delas, anteriormente desfrutadas por todos (terras comunais), foram declaradas de posse privada, e as pessoas que viviam no campo passaram a ser severamente punidas se plantassem, colhessem, caçassem ou mesmo recolhessem lenha nesses locais.

Simultaneamente, a invenção das máquinas movidas a vapor trouxe enormes consequências sociais, entre as quais uma nova forma de organizar o trabalho: a atividade artesanal doméstica foi sendo progressivamente substituída pelo trabalho dentro das fábricas.e

Antes do surgimento das fábricas existiam as manufaturas, nas quais um número pequeno de trabalhadores executava suas atividades com o auxílio de ferramentas. Nesse tipo de unidade de produção já havia minuciosa divisão do trabalhoc, e cada trabalhador desenvolvia tarefas específicas. O escocês Adam Smith, o mais famoso economista do século XVIII, cunhou a expressão “divisão do trabalho”para descrever as inúmeras tarefas necessárias à produção de uma manufatura.

Trecho de: Fábricas e Homens, de Edgar de Decca & Cristina Meneguello (1999)

Considere, entre as alternativas, a que faz uso de locução adjetiva:

 

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3428757 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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A respeito dos contratos admistrativos, analise as assertivas abaixo segundo a Lei nº 8.666/93:

I. São cláusulas necessárias em todo contrato as que estabeleçam o objeto e seus elementos característicos.

II. Os prazos de início de etapas de execução, mantidas as demais cláusulas do contrato e assegurada a manutenção de seu equilíbrio econômico-financeiro, poderá ocorrer, desde que ocorra, dentre outros motivos, a alteração do projeto ou especificações, pela Administração.

III. Também denominada como cláusula exorbitante do contrato, a lei confere à Administração a prerrogativa de aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste.

IV. O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras, serviços ou compras, até 50% (cinquenta por cento) do valor inicial atualizado do contrato, e, no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 70% (setenta por cento) para os seus acréscimos.

Está correto o que se afirma em:

Questão Desatualizada

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3428756 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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Baseando-se na Portaria Interministerial nº 507/2011, considere a definição, corretamente, escrita:

Questão Desatualizada

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3428755 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Planexcon
Orgão: Consórcio PCJ
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A Lei nº 8.666/1993 aponta que toda transferência de domínio de bens a terceiros denomina-se:

Questão Desatualizada

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