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A rede pode pescar você também
No lugar de falar, você tecla. Nas poucas horas de sono, você sonha com o computador. A parte mais emocionante do dia é ouvir o barulhinho do seu modem entrando em ação. Seus amigos são virtuais e com a família você já quase não conversa. Se consegue se enxergar nessa rotina, cuidado. Você pode estar viciado em internet.
[...]
Como saber se a internet deixou de ser hobby ou fonte de informação para virar vício? Segundo Oliver Z. Prado, um dos primeiros psicólogos no Brasil a realizar um estudo formal sobre o comportamento dos internautas, é preciso observar os tipos de mudança que o uso da internet provocou na vida da pessoa.
“Se as relações de trabalho, familiares ou sociais começam a se deteriorar por causa de internet, a pessoa pode se encaixar no perfil de um usuário patológico”, diz. Oliver destaca ainda que o adolescente pode ter mais tendência a desenvolver um comportamento de uso excessivo da internet. “O perigo é que o jovem, em geral, desconhece seus limites”. Deixar de sair para ficar na frente do computador, perder horas de sono e esquecer a família e amigos para ficar conectado são algumas pistas de que alguma coisa vai mal na vida do internauta.
Muita gente encontra na rede um meio para driblar a timidez e encontrar novos amigos. “Tenho muito mais amigos na internet do que fora dela. Na rede, você se abre mais. Você se apaixona pela essência da pessoa, pelo seu interior”, diz Rosilene Pineres, que tem dois namorados virtuais, um norte-americano e um belga.
A pesquisa realizada pelo psicólogo Oliver, com 275 internautas, revela que 7% foram classificados como usuários patológicos e outros 28% não se reconheciam como tal, mas .... E você? Já sabe quem usa quem no seu relacionamento com a internet?
(MACEDO, L. Folha de São Paulo. Caderno Teen. 13/03/10.)
Sobre o jogo de palavras feito no título da matéria, assinale a explicação adequada.
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(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)
Sobre os argumentos que fundamentam o ponto de vista expresso na carta aberta a fim de persuadir o leitor brasileiro, marque V para os verdadeiros e F para os falsos.
( ) A ONU organizará a 2ª Conferência sobre Desarmamento em junho.
( ) Anualmente 500 mil pessoas são vítimas de armas de fogo em todo o mundo.
( ) O Brasil é o campeão mundial de mortes causadas por armas de fogo.
( ) Eventos semelhantes à campanha “Control arms – 100 Dias da Ação” foram realizados ao redor do mundo.
Assinale a sequência correta.
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Cada célula em branco do quadro abaixo deve ser preenchida multiplicando-se os números da linha e da coluna sombreadas correspondentes, conforme modelo:
| x | 1 | 2 | 3 |
| 0,5 | |||
| 1 | 1x2=2 | ||
| 1,5 |
Sejam S1 e S2, respectivamente a soma dos valores das células preenchidas da primeira e da terceira linhas (não sombreadas), então S2/S1 é:
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A coluna da esquerda apresenta os tipos de tecnologias para dispositivos de um sistema de informação e a da direita, os dispositivos correspondentes. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Tecnologias de Entrada de dados ( ) Touch Screen ou tela sensível ao toque
( ) Terminal de Vídeo
2 – Tecnologias de Saída de dados ( ) Mouse do Computador
( ) Leitor de Código de Barras
( ) Impressora Matricial
Assinale a sequência correta.
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Sobre números, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O número inteiro sucessor de -5 é -4.
( ) A soma de dois números opostos é sempre nula.
( ) Se b ≠ d, então: !$ \dfrac{a}{b}+\dfrac{c}{d} = \dfrac{a+c}{b+d} !$
Assinale a sequência correta.
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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
[...]
Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
No trecho Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então?, qual sentido é possível para a expressão grifada?
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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
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Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
Logo no início do texto, o cronista refere-se ao trabalho do filólogo. Depreende-se que esse profissional dedica-se ao estudo
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(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)
No trecho Como o Brasil é o campeão mundial de mortes causadas por essa modalidade, o tema muito nos interessa., há uma relação de causa-consequência. Assinale a reescritura do trecho que NÃO conserva essa relação de sentido.
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(SARMENTO, L. L. Oficina de Redação. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2006.)
O que a campanha espera obter da 2ª Conferência sobre Desarmamento?
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O né
Se eu fosse um filólogo, era bem capaz de me consagrar ao estudo do nosso né. Não há gente que passa a vida estudando um mosquito? Pois então? Ia pesquisar as funções que o né tem, quais seus significados explícitos e subentendidos, que íntima compulsão é essa que leva os falantes do idioma “floripês” e “catarinês”, principalmente, a usá-lo após cada meia dúzia de palavras. Acho que o né, em mãos hábeis, daria um livraço.
Não sei se acontece também com vocês, mas coisa que muito me agrada é ver o noticiário local da televisão, não só pelas novidades interessantes que, de repente, nele podem aparecer, como também, e, eu diria até sobretudo, pelo bom passatempo que é ficar contando quantas vezes o né é dito nas entrevistas.
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Talvez pareça que estou ironizando o né ou que caio na heresia de desejar que ele frequente menos nossa fala. Absolutamente. Saibam que até já briguei por causa dele. Briga de palavras, nada de tiros ou facadas, que o né é substancialmente pacífico. Um sisudo professor falou com desprezo do gosto que temos pela minúscula palavra e tivemos uma discussão. Caipirismo, disse ele; espontaneidade, disse eu. Concordei, é claro, que num deputado ou numa professora a quota de nés pode ser mais baixa, não mais que o suficiente para eles também provarem o doce sabor dessa frutinha provincial. Mas fora do papo formal, viva o né, que venham nés às pencas. Meu adversário me chamou de demagogo, eu o chamei de chato. A sorte é que a mulher dele interveio: “Chega de briga, vamos parar com isso, né?”. Os dois ficaram lá discutindo e eu, que não me meto em briga de casal, né, saí de fininho.
(CARDOZO, F. J. Uns papéis que voam. São Paulo: FTD, 2003.)
Ao escrever a crônica, o autor usa a primeira pessoa do singular, colocando-se como protagonista, a exemplo de Se eu fosse um filólogo e outros mais. Mas em alguns trechos, ele usa a primeira pessoa do plural, como em estudo do nosso né, gosto que temos. Assinale a alternativa que explica esse jogo entre singular e plural.
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